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Início » Últimas Notícias » GARE11: 5 fatores que comprovam a força e a estabilidade deste fundo imobiliário em 2026
Fundos Imobiliários

GARE11: 5 fatores que comprovam a força e a estabilidade deste fundo imobiliário em 2026

Com mais de 400 mil cotistas e imóveis locados para gigantes como Carrefour e Grupo Mateus, o fundo imobiliário GARE11 se destaca pela estabilidade e solidez em 2025.
Nathália SantosPor Nathália Santos6 de novembro de 20253 minutos lidos
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GARE11: 5 fatores que comprovam a força e a estabilidade deste fundo imobiliário em 2026

O fundo imobiliário GARE11 vem chamando atenção no mercado pela consistência dos seus resultados e pela gestão eficiente em um cenário de juros elevados e maior seletividade entre os investidores. Com patrimônio de cerca de R$ 2 bilhões e mais de 407 mil cotistas, o fundo figura entre os maiores e mais líquidos do país, movimentando cerca de R$ 5 milhões por dia em negociações.

Além do valor acessível das cotas — negociadas em torno de R$ 10 —, o fundo mantém dividend yield anual próximo de 11,5%, o que reforça seu apelo entre investidores que buscam renda mensal e estabilidade.

1. Vacância física e financeira zerada

Um dos principais pontos de destaque do GARE11 é sua vacância física e financeira próxima de zero. Isso significa que todos os imóveis estão ocupados e os aluguéis são pagos em dia, sem registros de inadimplência.

Com uma área bruta locável (ABL) de 512 mil m², o fundo demonstra eficiência na gestão e aproveitamento total de seus ativos, algo raro em fundos de tijolo com portfólios tão extensos.

2. Contratos de aluguel de longa duração

O prazo médio dos contratos atuais é de 12 anos, o que garante previsibilidade e segurança no fluxo de receitas. Entre os contratos em vigor, há vencimentos projetados até 2048, o que reforça a robustez da carteira e reduz riscos de vacância futura.

Essa característica garante uma renda recorrente estável e um perfil conservador, ideal para investidores de longo prazo.

3. Inquilinos sólidos e diversificados

Outro diferencial é o perfil dos inquilinos. O GARE11 conta com empresas de grande porte e relevância nacional, como:

  • Carrefour – receita líquida de R$ 109 bilhões no último ano;

  • Grupo Mateus – um dos maiores varejistas do Nordeste, com receita superior a R$ 26 bilhões;

  • Pão de Açúcar – presença consolidada no varejo, com receita de R$ 19 bilhões;

  • Bats Souza Cruz, Air Liquide, Almanara e Desco – líderes em seus setores.

Desde sua criação, em 2020, o fundo nunca registrou calote ou atraso de pagamentos, o que reforça sua reputação de solidez e confiabilidade.

4. Diversificação de tipologia de imóveis

O GARE11 combina ativos logísticos e de renda urbana, totalizando 39 imóveis bem localizados em diferentes regiões do país. Essa diversificação de tipologias reduz riscos e amplia as fontes de receita, tornando o fundo mais resiliente a oscilações setoriais.

Antes concentrado em galpões logísticos, o fundo ampliou sua atuação para imóveis urbanos de alta demanda, o que fortaleceu sua posição como um fundo híbrido de tijolo com perfil defensivo.

5. Redução drástica da alavancagem

Historicamente, o GARE11 mantinha uma alavancagem superior a 30%, o que gerava críticas entre analistas. No entanto, a gestão anunciou a venda de 10 imóveis, movimento que deve zerar praticamente toda a dívida do fundo.

A operação trará três benefícios principais:

  • eliminação quase total da alavancagem,

  • aumento de caixa para novas aquisições,

  • e geração de lucro adicional que poderá ser distribuído aos cotistas.

Com isso, o GARE11 se consolida como um dos fundos de tijolo mais equilibrados do mercado, combinando baixo risco, boa rentabilidade e gestão eficiente.

Perspectivas

Para 2026, o GARE11 segue bem posicionado no setor imobiliário, com foco em crescimento sustentável e valorização das cotas à medida que os juros começarem a recuar. A gestão ativa e o portfólio de qualidade sustentam a confiança dos investidores no longo prazo.

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Nathália Santos
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Nathália Santos é jornalista e educadora financeira, com certificação em Planejamento Financeiro Pessoal. Na A Revista, escreve sobre renda fixa, quanto rende, crédito, orçamento e economia doméstica. Explica premissas, custos e riscos para ajudar o leitor a interpretar alternativas financeiras sem promessa de ganho.

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