Fechar Menu
A Revista | O que move o seu bolso
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Dividendos
  • Bolsa Hoje
  • Quanto Rende
  • Bancos
  • Mercados
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | O que move o seu bolso
quinta-feira, 30 julho / 2026
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Dividendos
  • Bolsa Hoje
  • Quanto Rende
  • Bancos
  • Mercados
A Revista | O que move o seu bolso
Início » VALE3 perto de R$ 75: chegou a hora de comprar?
Ações

VALE3 perto de R$ 75: chegou a hora de comprar?

Ações voltam a uma faixa considerada atrativa por parte dos investidores, enquanto a mineradora registra produção histórica em metais estratégicos e reduz gradualmente a dependência do minério de ferro
Carlos MenezesPor Carlos Menezes30 de julho de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

As ações da Vale voltaram ao radar dos investidores depois de se aproximarem novamente da faixa dos R$ 75. O patamar ganhou relevância por coincidir com o preço-teto calculado no esboço analisado, além de ficar próximo de uma região técnica acompanhada por investidores que aguardam uma oportunidade para aumentar posição em VALE3.

O preço-teto mencionado foi revisado de R$ 72 para R$ 75. Trata-se de uma estimativa individual, baseada em projeções de resultados e margem de segurança, e não de um consenso do mercado ou garantia de valorização.

Além da queda recente da ação, o interesse pela mineradora está relacionado ao crescimento de seus negócios de cobre e níquel. Os dois metais são considerados estratégicos para redes elétricas, veículos eletrificados, baterias, data centers e projetos ligados à transição energética.

Principais dados da Vale

IndicadorResultado
Preço-teto citado na análiseR$ 75,00
Preço-teto anteriorR$ 72,00
Produção de minério de ferro no 2º trimestre de 202684,30 milhões de toneladas
Crescimento anual do minério de ferro1,00%
Produção de cobre98,40 mil toneladas
Crescimento anual do cobre6,00%
Produção de níquel42,00 mil toneladas
Crescimento anual do níquel4,00%

VALE3 entra em uma faixa considerada atrativa

No esboço que serviu de base para a matéria, o investidor afirma que pretende voltar a realizar aportes em Vale caso a ação permaneça próxima dos R$ 75. A análise combina fundamentos da companhia, preço-teto e a aproximação da cotação de uma média gráfica de longo prazo.

O objetivo declarado não é utilizar o gráfico para operações rápidas, mas identificar regiões mais favoráveis para novos aportes. Segundo a análise, a proximidade entre a média de 200 períodos e o preço calculado pelos fundamentos aumenta a atenção sobre VALE3.

A ação chegou a sofrer uma queda acentuada no início de julho, encerrando o pregão de 8 de julho em aproximadamente R$ 72,70, após ter aberto em R$ 75,22. O movimento reforça a volatilidade característica de empresas ligadas a commodities.

Vale registra melhor segundo trimestre desde 2018

Os fundamentos operacionais apresentaram sinais positivos no segundo trimestre de 2026. A produção de minério de ferro alcançou 84,30 milhões de toneladas, crescimento anual de 1,00% e melhor resultado para o período desde 2018.

O desempenho foi favorecido pela produção recorde do complexo S11D e pelos volumes adicionais dos projetos Capanema e VGR1. As vendas de minério de ferro chegaram a 79,70 milhões de toneladas, avanço de 3,00% na comparação anual.

Embora o minério continue sendo a principal fonte de receita da Vale, a expansão de outros segmentos pode tornar o portfólio da companhia mais diversificado ao longo dos próximos anos.

Cobre e níquel ganham espaço na estratégia

A produção de cobre atingiu 98,40 mil toneladas no segundo trimestre, alta anual de 6,00%. O resultado foi impulsionado principalmente pelos ativos brasileiros, com produção recorde para o período em Salobo e aumento dos volumes em Sossego.

O níquel alcançou 42,00 mil toneladas, avanço de 4,00%. A melhora foi sustentada pelo aumento da produção em Onça Puma e pelo resultado recorde da refinaria de Long Harbour, que compensaram os efeitos de uma manutenção programada nas instalações de Sudbury.

O desempenho dá continuidade aos avanços registrados no primeiro trimestre. Entre janeiro e março, a produção de cobre havia crescido 13,00%, para 102,30 mil toneladas, enquanto a produção de níquel aumentou 12,00%, para 49,30 mil toneladas.

Terras raras aparecem como possibilidade, mas não são prioridade

A Vale também avalia oportunidades relacionadas às terras raras no Brasil. Entretanto, a companhia demonstra cautela diante da necessidade de escala, tecnologia e competitividade para enfrentar produtores internacionais já consolidados.

A estratégia mais imediata está concentrada em setores nos quais a mineradora possui experiência operacional, reservas, infraestrutura e capacidade de produção, principalmente minério de ferro, cobre e níquel.

Na prática, as terras raras podem representar um possível gatilho futuro, mas não são o principal fundamento da tese atual. A geração de valor está mais diretamente ligada à expansão dos negócios já existentes e à melhora da produtividade das operações.

Vale pode continuar pagando bons dividendos?

O crescimento da produção e das vendas favorece a geração de caixa, mas os dividendos da Vale dependem de diversos fatores. Entre eles estão o preço internacional do minério de ferro, a cotação do cobre e do níquel, o câmbio, os investimentos, a dívida e eventuais despesas extraordinárias.

Por isso, mesmo que a empresa apresente bons resultados operacionais, não existe garantia de que os pagamentos passados serão repetidos no futuro.

VALE3 é oportunidade abaixo de R$ 75?

A faixa dos R$ 75 pode ser vista como uma região de observação para investidores que acreditam no crescimento da Vale no longo prazo. O preço está próximo do valor calculado na análise e o avanço de cobre e níquel fortalece a possibilidade de diversificação das receitas.

Por outro lado, VALE3 permanece exposta à economia chinesa, aos preços das commodities, ao aumento da oferta mundial de minério de ferro e aos riscos operacionais e ambientais.

A eventual oportunidade, portanto, não está apenas no recuo da cotação. Ela depende da capacidade da Vale de manter produção elevada, controlar custos, ampliar os metais básicos e transformar esses avanços em geração de caixa e dividendos para seus acionistas.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

ações da Vale cobre minério de ferro níquel VALE3
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorBradesco libera subscrição de BBDC3 e BBDC4; veja preços e datas
Próximo artigo Novo Haval H4 pode fazer 26 km/l e custar menos de R$ 200 mil
Carlos Menezes
  • Site

Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

Leia Também

Bradesco libera subscrição de BBDC3 e BBDC4; veja preços e datas

30 de julho de 2026 Ações

SANB11 pode cair mais? Lucro do Santander recua e provisões disparam

30 de julho de 2026 Ações

Ambev lucra R$ 3,49 bilhões, aumenta venda de cerveja e anuncia R$ 1,1 bilhão em JCP

30 de julho de 2026 Ações

Por que empresas fazem grupamento ou desdobramento de ações? Entenda o impacto no seu dinheiro

29 de julho de 2026 Ações

Bradesco anuncia R$ 3,5 bilhões em JCP e balanço pode definir novo rumo das ações BBDC4

29 de julho de 2026 Ações

3tentos (TTEN3) despenca 13% após rumores sobre projeções e acende alerta entre investidores

29 de julho de 2026 Ações
Últimas Notícias
BAIC testa Arcfox Alpha T5 no Brasil com até 705 km de autonomia

BAIC testa Arcfox Alpha T5 no Brasil com até 705 km de autonomia

Por Carlos Menezes30 de julho de 20267 minutos lidos
Novo Chery QQ3 elétrico recebe 27 mil reservas em 3 horas e surpreende pelo preço

Novo Chery QQ3 elétrico recebe 27 mil reservas em 3 horas e surpreende pelo preço

30 de julho de 2026
Renault Captur 2027 pode ganhar visual de SUV premium e motor híbrido de 160 cv

Renault Captur 2027 pode ganhar visual de SUV premium e motor híbrido de 160 cv

30 de julho de 2026
Mazda CX-30 2027 é imaginado como SUV premium futurista e eletrificado

Mazda CX-30 2027 é imaginado como SUV premium futurista e eletrificado

30 de julho de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Equipe
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Nossa linha editorial
  • Política Editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.