Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Klabin (KLBN11, KLBN4, KLBN3) tem queda de 70% no lucro e reacende debate: ainda é promessa ou virou oportunidade?
Ações

Klabin (KLBN11, KLBN4, KLBN3) tem queda de 70% no lucro e reacende debate: ainda é promessa ou virou oportunidade?

Mesmo com tombo no lucro no 4T25, alavancagem recua, EBITDA cresce no ano e mercado aposta na virada a partir de 2026.
Luciana RibeiroPor Luciana Ribeiro27 de fevereiro de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Klabin (KLBN11, KLBN4, KLBN3) tem queda de 70% no lucro e reacende debate: ainda é promessa ou virou oportunidade?

A Klabin (KLBN11, KLBN4, KLBN3) encerrou 2025 com um quarto trimestre fraco e reacendeu um antigo questionamento do mercado: trata-se de uma “eterna promessa” ou de uma empresa em fase de transição para um novo ciclo de geração de valor?

No 4T25, o lucro líquido recuou cerca de 69% a 70% na comparação anual, fechando próximo de R$ 168 milhões. A queda expressiva foi provocada por uma combinação de fatores: paradas programadas para manutenção industrial, impacto cambial com dólar mais fraco no período e pressão nos preços internacionais da celulose.

Apesar do choque no lucro, o mercado reagiu de forma mais equilibrada, refletindo que parte dos investidores está olhando além do trimestre.

Produção e vendas: trimestre fraco, ano mais consistente

A produção total no quarto trimestre apresentou leve retração, com impacto maior na celulose, principal produto da companhia. No consolidado anual, no entanto, o volume produzido cresceu cerca de 3%, com avanço também na produção de papéis.

Já o volume vendido no 4T25 teve crescimento marginal, ao redor de 1%, enquanto no acumulado do ano a expansão foi próxima de 4%. O desempenho indica que o problema foi mais concentrado no trimestre do que estrutural no ano.

A receita líquida do 4T25 recuou aproximadamente 2%, ao mesmo tempo em que o custo dos produtos vendidos subiu cerca de 9%. Essa combinação pressionou fortemente o lucro bruto, que caiu em torno de 30% na comparação anual trimestral.

Indicadores financeiros consolidados de 2025

Mesmo com a pressão no lucro líquido, os números operacionais mostram outro ângulo da história:

Indicador 2025ResultadoVariação anual
EBITDA AjustadoR$ 7,8 bilhões+7%
Lucro Líquido (ano)Queda de ~18%-18%
Dívida Líquida/EBITDA3,3xmelhora vs. 4,5x
Caixa disponível~R$ 10,9 bilhõesalta trimestral
Dívida bruta~R$ 36,8 bilhõesaumento

O EBITDA ajustado cresceu 7% no ano, sinalizando que a operação industrial segue resiliente. Já a alavancagem caiu de aproximadamente 4,5x para 3,3x Dívida Líquida/EBITDA em 12 meses, mostrando avanço relevante na desalavancagem.

A dívida bruta permanece elevada, próxima de R$ 36,8 bilhões, com grande parte denominada em moeda estrangeira. Por outro lado, o caixa robusto ajuda a mitigar riscos de curto prazo.

Impacto do câmbio: dois lados da moeda

A Klabin é exportadora relevante: cerca de 47% do volume vendido é direcionado ao mercado externo. Porém, apenas cerca de 35% da receita vem de exportações, enquanto 65% é gerada no mercado interno.

A queda do dólar no fim de 2025 reduziu a conversão das receitas externas. Em contrapartida, como boa parte da dívida está em dólar, o câmbio mais baixo também alivia a pressão sobre o endividamento. O efeito líquido tende a ser parcialmente compensatório.

Dividendos: rendimento elevado é sustentável?

Em 2025, o dividend yield ficou acima da média histórica da companhia, próximo de 9% em determinados momentos. Contudo, esse patamar não é recorrente.

Considerando payout médio em torno de 60% a 65% e o lucro consolidado de 2025, projeções mais conservadoras indicam dividend yield estrutural entre 4,5% e 5% para os próximos ciclos, caso não haja expansão relevante do lucro.

Historicamente, a Klabin oscilou entre dividendos de 4% a 7%, com raros picos acima disso.

Valuation: cara ou descontada?

O debate sobre as ações da Klabin gira em torno da precificação:

  • P/VP acima de 2x em determinados momentos

  • ROE em torno de 18%, abaixo de algumas concorrentes do setor

  • Forte necessidade histórica de capital para expansão

Ao mesmo tempo, parte do mercado enxerga a faixa entre R$ 17 e R$ 20 como região potencialmente descontada frente ao ciclo de maturação dos projetos Puma I e II.

Projeções para 2026 e 2027 consideram:

  • Ganhos de eficiência operacional

  • Redução gradual do capex

  • Maior conversão de EBITDA em fluxo de caixa

  • Continuidade da desalavancagem

Comparação histórica: performance da ação

Nos últimos cinco anos, a valorização acumulada das ações da Klabin foi modesta, próxima de um dígito em determinados recortes, enquanto o Ibovespa superou 60% no mesmo intervalo.

Considerando inflação acumulada superior a 30% no período, o ganho real foi limitado, alimentando a percepção de “promessa não entregue”.

Veredito: eterna promessa ou tese em transição?

Para investidores focados em valorização rápida, a Klabin pode frustrar no curto prazo, especialmente após a queda de 70% no lucro trimestral.

Para quem adota visão de longo prazo, o cenário é diferente: a empresa encerra um ciclo pesado de investimentos, melhora indicadores de alavancagem e mantém EBITDA crescente.

A virada estrutural depende de três fatores centrais:

  1. Recuperação consistente dos preços da celulose

  2. Controle de custos industriais

  3. Redução contínua da alavancagem

Se esses vetores se confirmarem, 2026 e 2027 podem marcar uma transição de “empresa que investe” para “empresa que gera caixa”.

O debate sobre ser ou não uma eterna promessa continua aberto. O que os números mostram é que o trimestre foi fraco, mas a estrutura financeira está menos pressionada do que no ciclo anterior — e é justamente essa transição que o mercado começa a precificar.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

dividendos Klabin KLBN11 KLBN3 KLBN4 resultado 4T25
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorRECV3 é a maior oportunidade do setor de petróleo? Comparativo com PRIO3 revela o que o mercado já precificou
Próximo artigo Taurus está de graça? TASA4 negocia abaixo do valor patrimonial, mas risco externo trava recuperação
Luciana Ribeiro
  • Site

Luciana Ribeiro é contadora e consultora tributária, com mais de 12 anos de experiência no setor fiscal. Na A Revista, explica Imposto de Renda, tributação de investimentos, regras aplicáveis a pessoas e empresas e mudanças na legislação. Identifica o período de vigência das normas e ressalta quando casos individuais exigem orientação específica.

Leia Também

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

28 de setembro de 2026 Ações
Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

28 de setembro de 2026 Ações
Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

28 de setembro de 2026 Ações

Ações da Raízen (RAIZ4) a R$ 0,28: o que pode mudar?

28 de setembro de 2026 Ações
Petrobras pode render 14% em dividendos, mas há uma conta que o acionista não pode ignorar

Petrobras pode render 14% em dividendos, mas há uma conta que o acionista não pode ignorar

28 de setembro de 2026 Ações

VALE3 perto dos R$ 70: múltiplos baixos escondem quais riscos?

26 de setembro de 2026 Ações
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?