Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Banco do Brasil (BBAS3) afunda após balanço fraco, mas detalhe ignorado pelo mercado faz investidores comprarem mais ações
Ações

Banco do Brasil (BBAS3) afunda após balanço fraco, mas detalhe ignorado pelo mercado faz investidores comprarem mais ações

Mesmo com queda de lucro, inadimplência recorde e dividendos menores, investidores enxergam sinais de recuperação no Banco do Brasil e apostam na retomada para 2027 e 2028.
Carlos MenezesPor Carlos Menezes15 de maio de 20264 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Banco do Brasil (BBAS3) afunda após balanço fraco, mas detalhe ignorado pelo mercado faz investidores comprarem mais ações

O Banco do Brasil voltou ao centro das atenções do mercado após divulgar um dos resultados mais fracos dos últimos anos, pressionando as ações da instituição e aumentando as dúvidas sobre o futuro dos dividendos. Ainda assim, parte dos investidores decidiu aumentar posição em BBAS3 após a queda das ações, apostando que o mercado pode estar ignorando detalhes importantes do balanço.

O resultado do trimestre trouxe uma combinação que desagradou investidores: lucro em forte queda, retorno sobre patrimônio (ROE) muito abaixo dos grandes bancos e aumento expressivo das provisões para perdas no crédito. A reação do mercado foi imediata, ampliando as perdas das ações do Banco do Brasil na bolsa.

Entre os principais pontos negativos do balanço está o avanço do custo do crédito. O banco registrou quase R$ 20 bilhões em despesas relacionadas à inadimplência e provisões, número considerado extremamente elevado pelo mercado. Boa parte dessa deterioração veio do agronegócio, setor historicamente visto como um dos pilares mais seguros da carteira do Banco do Brasil.

A combinação de juros elevados, queda no preço de commodities, dificuldades climáticas e recuperação judicial de produtores rurais elevou os riscos no segmento agro. Como consequência, o índice de inadimplência continuou pressionado, aumentando o pessimismo em torno dos resultados futuros do banco.

Apesar disso, investidores de longo prazo afirmam que o mercado pode estar exagerando na penalização das ações. O principal argumento está em um detalhe que passou despercebido por muitos analistas: a margem financeira bruta do Banco do Brasil continuou crescendo de forma robusta.

Segundo os dados apresentados, a margem financeira avançou 14,8% em relação ao ano anterior, mostrando que o núcleo operacional do banco segue forte mesmo em meio à crise do crédito. Na prática, isso indica que o banco continua gerando receitas relevantes com sua atividade bancária principal, apesar da pressão causada pelas provisões para inadimplência.

Além disso, outras áreas consideradas estratégicas também mostraram crescimento. Receitas com seguros, previdência, administração de fundos e consórcios continuaram avançando, sinalizando que o problema atual do banco estaria mais ligado ao ciclo do crédito do que à operação em si.

Outro ponto que começou a chamar atenção foi a leve melhora em indicadores de inadimplência consolidada. Embora ainda em níveis elevados, alguns índices começaram a desacelerar no trimestre, alimentando expectativas de estabilização ao longo dos próximos meses.

Mesmo assim, analistas e investidores seguem cautelosos. O mercado acredita que o Banco do Brasil ainda pode enfrentar pressão até pelo menos setembro, período em que há grande volume de vencimentos ligados ao agronegócio. Caso os índices de inadimplência parem de piorar após esse período, o banco pode iniciar uma recuperação gradual nos resultados a partir de 2027.

Dividendos menores entram no radar dos investidores

A deterioração dos resultados também aumentou as preocupações com os dividendos de BBAS3. O Banco do Brasil revisou suas projeções de lucro para baixo, e isso deve impactar diretamente os pagamentos aos acionistas nos próximos trimestres.

Estimativas mais conservadoras já apontam que os dividendos podem ficar abaixo de R$ 1 por ação em 2026, cenário bem diferente das projeções mais otimistas feitas antes da divulgação do balanço. O banco também confirmou pagamento complementar em juros sobre capital próprio de aproximadamente R$ 0,08 por ação, com pagamento previsto para junho de 2026.

Ainda assim, investidores de perfil previdenciário continuam vendo potencial de recuperação no longo prazo. Parte do mercado acredita que a nova política de crédito, agora mais rigorosa e com exigência maior de garantias, pode reduzir riscos futuros e melhorar a qualidade da carteira nos próximos ciclos agrícolas.

Ações do Banco do Brasil ainda podem cair?

Mesmo após a forte queda recente, alguns investidores avaliam que BBAS3 ainda pode enfrentar volatilidade nos próximos meses. Projeções mais conservadoras indicam preço teto abaixo dos níveis atuais caso os lucros permaneçam pressionados durante 2026.

Por outro lado, quem mantém visão de longo prazo acredita que o pior momento pode estar próximo do fim. O argumento principal é que o banco segue forte operacionalmente, mantém crescimento em receitas relevantes e possui capacidade de recuperação caso a inadimplência volte a cair gradualmente.

Indicador do Banco do BrasilResultado destacado
Queda do lucro trimestralAproximadamente 40%
ROE do trimestre7,3%
Custo do créditoQuase R$ 20 bilhões
Crescimento da margem financeira14,8%
Crescimento em administração de fundos8,6%
Crescimento em consórcios14%
JCP anunciadoCerca de R$ 0,08 por ação

Para investidores de longo prazo, o cenário atual de BBAS3 virou um divisor de opiniões no mercado: enquanto parte dos acionistas teme novos tombos, outros enxergam a forte queda como oportunidade rara de entrada em um dos maiores bancos do país.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

ações bancárias Banco do Brasil BBAS3 dividendos BBAS3 resultados Banco do Brasil
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorNVIDIA pode ser a maior bolha da história? Alta de 585 mil% e corrida da IA levantam alerta no mercado
Próximo artigo Ibovespa volta aos 178 mil pontos, mas BBAS3 e BBDC3 acendem alerta no curto prazo
Carlos Menezes
  • Site

Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e mais de 15 anos de experiência acompanhando indicadores econômicos e políticas públicas. Na A Revista, analisa juros, inflação, câmbio, economia e mercados, com atenção às fontes dos dados, ao período de referência e aos efeitos para empresas e investimentos.

Leia Também

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

28 de setembro de 2026 Ações
Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

28 de setembro de 2026 Ações
Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

28 de setembro de 2026 Ações

Ações da Raízen (RAIZ4) a R$ 0,28: o que pode mudar?

28 de setembro de 2026 Ações
Petrobras pode render 14% em dividendos, mas há uma conta que o acionista não pode ignorar

Petrobras pode render 14% em dividendos, mas há uma conta que o acionista não pode ignorar

28 de setembro de 2026 Ações

VALE3 perto dos R$ 70: múltiplos baixos escondem quais riscos?

26 de setembro de 2026 Ações
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?