Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Dólar testa R$ 5,10, mas fiscal limita queda abaixo de R$ 5
Mercados

Dólar testa R$ 5,10, mas fiscal limita queda abaixo de R$ 5

Fluxo estrangeiro favorece o real, mas dívida elevada, juros e incerteza fiscal dificultam uma queda consistente da moeda americana.
Fabiane MeloPor Fabiane Melo10 de setembro de 20264 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Dólar testa R$ 5,10, mas fiscal limita queda abaixo de R$ 5
Dólar testa R$ 5,10, mas fiscal limita queda abaixo de R$ 5

O dólar voltou a se aproximar da região de R$ 5,10 e reacendeu a discussão sobre a possibilidade de a moeda americana romper novamente a barreira de R$ 5. O movimento, porém, ainda encontra obstáculos importantes dentro da economia brasileira.

Nesta quinta-feira, 10 de setembro, referências de mercado mostravam o dólar ao redor de R$ 5,10, depois de encerrar a sessão anterior próximo de R$ 5,12. O Ibovespa, por sua vez, havia terminado a quarta-feira aos 185,6 mil pontos.

Na avaliação apresentada pelo analista Guilherme Cunha, o real vem sendo beneficiado principalmente pela entrada de recursos estrangeiros e pela melhora das expectativas dos investidores. Isso, entretanto, seria diferente de uma mudança estrutural nas contas brasileiras.

Por que o dólar encontra resistência perto de R$ 5?

O ponto central é que a valorização do real não depende apenas de dinheiro estrangeiro entrando na Bolsa.

O Brasil continua apresentando números fiscais que exigem atenção. Dados mais recentes do Banco Central mostram que a dívida bruta do governo geral alcançou 82,5% do PIB em julho, equivalente a aproximadamente R$ 10,9 trilhões.

Ao mesmo tempo, os juros nominais acumulados em 12 meses chegaram a R$ 1,15 trilhão, ou 8,67% do PIB. O déficit nominal atingiu R$ 1,24 trilhão no mesmo período.

IndicadorDado mais recente
Dólarperto de R$ 5,10
Ibovespa185,6 mil pontos*
Dívida bruta82,5% do PIB
Dívida bruta em valoresR$ 10,9 trilhões
Déficit primário em 12 meses0,67% do PIB
Juros nominais em 12 meses8,67% do PIB

*Fechamento da sessão anterior.

Entrada de estrangeiros ajuda o real

O fluxo internacional aparece como uma das peças fundamentais desse movimento.

Quando investidores estrangeiros aumentam posições em ativos brasileiros, precisam converter dólares em reais. Esse processo amplia a oferta de moeda americana no mercado doméstico e pode favorecer a valorização do real.

A transcrição destaca justamente esse mecanismo e sustenta que, enquanto houver capital externo entrando com força na Bolsa brasileira, o dólar pode permanecer pressionado.

Mas fluxo financeiro pode mudar rapidamente, sobretudo diante de alterações nas expectativas sobre juros internacionais, política econômica, eleições ou risco global.

Fiscal continua sendo a peça mais difícil

O quadro fiscal também apresenta sinais mistos.

Em julho, o Governo Central registrou superávit primário de R$ 10,8 bilhões, segundo o Tesouro Nacional. No acumulado de janeiro a julho, entretanto, houve déficit de R$ 81,3 bilhões.

Isso ajuda a explicar por que uma melhora de curto prazo no câmbio não significa automaticamente que os problemas estruturais desapareceram.

Durante a análise, também foi ressaltado que despesas obrigatórias ocupam parcela elevada do orçamento e limitam a margem disponível para outras políticas públicas, tornando qualquer ajuste fiscal estrutural mais complexo.

Dólar pode cair abaixo de R$ 5?

Pode, mas permanecer abaixo desse nível exige condições mais consistentes.

Uma combinação de entrada de capital estrangeiro, diferencial elevado de juros, percepção menor de risco e ambiente internacional favorável pode levar a moeda novamente para baixo de R$ 5.

A questão é a sustentabilidade.

Para o cenário se consolidar, investidores provavelmente buscarão sinais mais concretos de estabilização da dívida e capacidade de controlar déficits futuros. Sem isso, o dólar tende a continuar funcionando como proteção em períodos de maior incerteza.

Bolsa pode subir mesmo com dólar perto de R$ 5

A Bolsa apresenta uma dinâmica diferente.

Na análise que serviu de base para esta matéria, a percepção é de que ações brasileiras ainda podem encontrar espaço para valorização com entrada de estrangeiros e expectativa de juros menores, embora correções sejam possíveis.

O principal risco é o mercado avançar rápido demais baseado apenas em expectativas. A própria discussão alerta que, caso a realidade econômica não confirme aquilo que foi incorporado aos preços, uma realização pode acontecer com velocidade.

Assim, mais importante do que saber se o dólar tocará R$ 4,99 é observar por que ele está caindo. Fluxo estrangeiro pode derrubar a cotação no curto prazo; para sustentar um novo patamar, porém, fundamentos fiscais e econômicos terão de acompanhar o movimento.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

câmbio dólar Ibovespa investimentos risco fiscal
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorApple lança iPhone 18 Pro e Duo; preços chegam a R$ 30.999
Próximo artigo Nova Renault Niagara revela motor, versões e caçamba de 938 litros
Fabiane Melo
  • Site

Fabiane Melo é editora de Economia e Negócios, formada em Administração e pós-graduada em Finanças. Na A Revista, acompanha resultados de empresas, negócios, economia e setores produtivos, relacionando fatos e indicadores ao ambiente de investimentos. Prioriza contexto, documentos e linguagem acessível.

Leia Também

Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

28 de setembro de 2026 Mercados
Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

28 de setembro de 2026 Bolsa Hoje
B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

28 de setembro de 2026 Mercados
Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

Ibovespa cai com petróleo em alta e dólar a R$ 5,22

28 de setembro de 2026 Ações

Shineray SHI 175 2026 ganha potência e novo visual; veja preço

28 de setembro de 2026 Mercados

China inicia produção em massa de pele robótica que imita toque humano

28 de setembro de 2026 Mercados
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?