Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Fim dos CDBs atrativos? O que muda com as novas regras do FGC em 2026
Renda Fixa

Fim dos CDBs atrativos? O que muda com as novas regras do FGC em 2026

As alterações no FGC prometem reduzir a oferta de CDBs com taxas elevadas já a partir de 2026. Veja o que muda e como investir com segurança
Nathália SantosPor Nathália Santos27 de setembro de 20253 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
CDBs
CDBs

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é a garantia de segurança para quem investe em produtos como CDBs, LCIs e LCAs. Ele cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, funcionando como uma rede de proteção em caso de falência do banco emissor.
A partir de 2026, novas regras vão limitar a emissão de títulos protegidos pelo FGC. Isso significa que bancos terão menos liberdade para oferecer CDBs com taxas atrativas. Na prática, a oferta deve diminuir, pressionando os investidores a buscar alternativas.

Como isso afeta o investidor

Hoje, é comum encontrar CDBs pagando taxas acima de 13% ao ano ou com percentuais interessantes do CDI. Com as novas regras, esses produtos podem ficar mais raros. A tendência é que os bancos reduzam a remuneração ou priorizem investidores institucionais.
Quem aplica em renda fixa deve ficar atento: o período até 2026 pode ser a última janela para encontrar CDBs com boas taxas em plataformas abertas.

Tesouro Direto x CDB: quem leva vantagem?

Ao escolher um CDB, é essencial compará-lo com títulos públicos de características semelhantes, como prazo e indexador.

  • Prefixados: se um CDB paga 13% ao ano, mas um título público equivalente está em 13,5%, o Tesouro é mais vantajoso.

  • IPCA+: se o Tesouro paga inflação + 7,8% e o CDB oferece inflação + 7%, novamente o Tesouro leva a melhor.

  • Pós-fixados (CDI): aqui entram os percentuais do CDI (105%, 110% etc.). Só compensa escolher o CDB quando ele paga uma taxa superior à Selic.

O Tesouro Nacional ainda tem a vantagem da liquidez: pode ser vendido a qualquer momento pelo preço justo, o que não acontece com a maioria dos CDBs.

Como escolher bons CDBs hoje

O investidor precisa avaliar três pontos antes de aplicar:

  1. Prazo de vencimento – por quanto tempo o dinheiro ficará indisponível.

  2. Indexador – se é prefixado, atrelado ao CDI ou à inflação (IPCA+).

  3. Prêmio mínimo – diferença de rentabilidade em relação a um título público equivalente.

Por exemplo:

  • Até 1 ano, o CDB deve pagar pelo menos igual ao Tesouro.

  • Entre 1 e 2 anos, precisa render pelo menos 1% ao ano a mais.

  • Entre 3 e 5 anos, o prêmio justo sobe para 2% ao ano.

Sem essa diferença, não compensa correr o risco adicional do banco emissor.

A importância de analisar o banco emissor

Nem todo CDB é igual. Um título do Itaú ou Bradesco tem risco muito menor do que de bancos médios ou pequenos. Por isso, é necessário avaliar a solidez da instituição.
Se um banco menor oferece taxas muito elevadas, é sinal de que ele precisa captar recursos e, possivelmente, enfrenta maior risco. Essa análise evita colocar em risco anos de poupança.

Estratégias para não errar

  • CDBs com liquidez diária: bons para reserva de emergência, mas só valem a pena acima de 102% do CDI.

  • CDBs de médio prazo: ideais para diversificação, desde que paguem prêmios acima do Tesouro.

  • CDBs de bancos menores: só devem ser considerados se o prêmio for realmente relevante e dentro do limite do FGC.

O que fazer até 2026

As mudanças no FGC devem reduzir a oferta de CDBs atrativos. Até lá, os investidores têm a chance de aproveitar boas oportunidades em renda fixa, mas sempre com critério.
A regra de ouro é simples: compare com títulos públicos e exija uma remuneração maior para compensar o risco e a falta de liquidez. Assim, você protege seu patrimônio e evita decisões apressadas que podem custar caro no futuro.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

CDBs FGC 2026 investimentos seguros renda fixa Tesouro Direto
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorBitcoin em alerta: Fed atinge zona crítica e mercado espera liquidez histórica
Próximo artigo 4 carrões de luxo que viraram pechincha e custam menos que um 1.0 zero
Nathália Santos
  • Site

Nathália Santos é jornalista e educadora financeira, com certificação em Planejamento Financeiro Pessoal. Na A Revista, escreve sobre renda fixa, quanto rende, crédito, orçamento e economia doméstica. Explica premissas, custos e riscos para ajudar o leitor a interpretar alternativas financeiras sem promessa de ganho.

Leia Também

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026 Quanto Rende
Banco BV tem CDBs de até 130% do CDI; veja as condições

Banco BV tem CDBs de até 130% do CDI; veja as condições

28 de setembro de 2026 Renda Fixa
Duas LCIs do BRB aparecem com taxas de até 14,49% ao ano; veja quanto R$ 10 mil podem render

Duas LCIs do BRB aparecem com taxas de até 14,49% ao ano; veja quanto R$ 10 mil podem render

28 de setembro de 2026 Renda Fixa
Tesouro Direto: queda dos juros abre chance de ganhos em 2032

Tesouro Direto: queda dos juros abre chance de ganhos em 2032

28 de setembro de 2026 Renda Fixa

ETFs de renda fixa ou Tesouro Direto: qual a diferença?

28 de setembro de 2026 Renda Fixa
Tesouro Renda+ 2065 oferece taxa próxima de IPCA + 7%

Tesouro Renda+ 2065 oferece taxa próxima de IPCA + 7%

24 de setembro de 2026 Renda Fixa
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?