Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
segunda-feira, 28 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Tesouro Direto: queda dos juros abre chance de ganhos em 2032
Renda Fixa

Tesouro Direto: queda dos juros abre chance de ganhos em 2032

Taxas dos títulos prefixados e atrelados à inflação recuam em setembro e reacendem dúvidas sobre a venda antecipada e a marcação a mercado.
André CarvalhoPor André Carvalho28 de setembro de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Tesouro Direto: queda dos juros abre chance de ganhos em 2032

Taxas do Tesouro Direto caem e mudam o valor dos títulos

As taxas do Tesouro Direto recuaram ao longo de setembro de 2026, especialmente nos títulos prefixados e indexados à inflação. O movimento elevou o preço de mercado de determinados papéis e trouxe uma dúvida para quem aproveitou os juros mais altos dos últimos meses: já compensa vender os títulos antes do vencimento para realizar lucros?

O Tesouro Prefixado 2032, que chegou a negociar acima de 14,5% ao ano, apresentava taxa de aproximadamente 14,13% na manhã de 25 de setembro. Já o Tesouro IPCA+ 2032, que havia alcançado patamares superiores a IPCA + 8% em períodos anteriores, era oferecido a IPCA + 7,65%.

Embora as taxas continuem elevadas, sua redução interfere diretamente no valor dos investimentos já realizados.

Quanto caíram as taxas dos títulos em setembro?

O movimento pode ser observado nos dois principais títulos com vencimento em 2032.

Título públicoTaxa de referência anteriorTaxa em 25/09
Tesouro Prefixado 203214,54% a.a.14,13% a.a.
Tesouro IPCA+ 2032IPCA + 8,01% a.a.IPCA + 7,65% a.a.

As taxas anteriores são referências apresentadas para o fim de agosto e podem variar conforme o horário de negociação. Os valores de 25 de setembro correspondem à manhã daquele pregão.

A queda reflete mudanças nas expectativas econômicas, nas projeções de inflação, no cenário fiscal e na trajetória futura da taxa Selic. O ambiente internacional também interfere no comportamento dos juros brasileiros.

Com a redução das taxas exigidas pelo mercado, os títulos adquiridos anteriormente com remunerações maiores tendem a se valorizar.

Como a marcação a mercado pode gerar lucro?

A marcação a mercado é o mecanismo que atualiza diariamente o preço dos títulos públicos conforme as condições de negociação.

Seu funcionamento segue uma relação inversa:

  • Quando os juros de mercado caem, o preço dos títulos prefixados e IPCA+ tende a subir.

  • Quando os juros aumentam, o preço desses títulos tende a cair.

  • Quanto maior o prazo restante até o vencimento, maior tende a ser a sensibilidade do preço às mudanças nas taxas, considerando títulos de características semelhantes.

Isso significa que um título adquirido com remuneração de IPCA + 8,5% pode apresentar valorização quando novas aplicações equivalentes passam a oferecer IPCA + 7,6%.

Entretanto, essa valorização não corresponde automaticamente à diferença entre as taxas. O ganho efetivo depende do preço pago, do tempo decorrido, do vencimento e das condições de venda.

Quem comprou Tesouro IPCA+ a 8,5% já pode vender?

A queda dos juros pode ter produzido ganhos em diferentes aplicações, mas não significa que todos os títulos estejam apresentando rentabilidade superior à trajetória contratada.

Um exemplo ajuda a compreender.

Considere uma aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 realizada em março de 2025, com remuneração contratada de IPCA + 7,35% ao ano.

Em uma posição ilustrativa, o saldo acumulado pela curva teórica estaria em R$ 59.120, enquanto o valor de mercado seria de R$ 58.638.

Apesar da rentabilidade acumulada positiva, o valor disponível para venda estaria R$ 482 abaixo da curva teórica.

Esse comportamento demonstra que a queda recente das taxas não elimina necessariamente oscilações negativas acumuladas anteriormente.

Também não é necessário esperar que a Selic caia para haver ganhos com a marcação a mercado. Os preços dos títulos já reagem às mudanças nas taxas futuras, mesmo antes de novos cortes efetivos dos juros básicos.

Selic a 13,75%: o que pode acontecer com os títulos?

A Selic chegou a 13,75% ao ano em setembro, após o Banco Central reduzir os juros em 0,25 ponto percentual na reunião daquele mês.

O relatório Focus de 28 de setembro indicava expectativa de taxa básica de 13,50% no encerramento de 2026 e de 12% ao final de 2027.

Essas projeções ajudam a contextualizar a curva de juros, mas não representam garantia de novas valorizações.

Mudanças nas expectativas fiscais, inflação, atividade econômica ou cenário internacional podem provocar novas altas nas taxas negociadas pelo mercado.

Para títulos com vencimentos mais distantes, como o Tesouro IPCA+ 2040, essas oscilações podem ser mais intensas.

Vender agora ou manter até o vencimento?

A decisão depende do objetivo da aplicação e do ganho líquido disponível.

Quem pretende utilizar o dinheiro em 2032 pode manter o título até o vencimento para receber a remuneração contratada, desde que respeitadas as características do papel e as condições previstas.

Já a venda antecipada transforma a variação de preço em resultado realizado, que pode ser positivo ou negativo.

Antes de vender, também é necessário considerar o Imposto de Renda, que varia de 22,5% a 15% sobre os rendimentos conforme o prazo da aplicação, além dos custos de custódia aplicáveis.

Outro ponto é a possibilidade de reinvestimento: vender um título comprado com uma taxa elevada significa abrir mão daquela remuneração para os recursos resgatados.

Por isso, a comparação precisa considerar quanto será recebido na venda e quais alternativas estarão disponíveis para aplicar novamente o dinheiro.

A evolução das taxas nos próximos meses determinará se os ganhos de mercado continuarão aumentando ou se parte da valorização recente será revertida.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

marcação a mercado renda fixa Tesouro Direto Tesouro IPCA+ Tesouro Prefixado
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorB3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões
Próximo artigo Ethereum pode cair? Estratégia mostra como proteger parte da posição sem vender tudo
André Carvalho
  • Site

André Luís Carvalho é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fundador e editor-chefe da A Revista, com mais de dez anos de experiência em jornalismo digital. Coordena a cobertura de ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo, economia e mercados. Na direção editorial, orienta a apuração em documentos primários, a contextualização de riscos e a separação entre fatos, projeções e opiniões. Conteúdos informativos não constituem recomendação individual de investimento.

Leia Também

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026 Quanto Rende
Banco BV tem CDBs de até 130% do CDI; veja as condições

Banco BV tem CDBs de até 130% do CDI; veja as condições

28 de setembro de 2026 Renda Fixa
Duas LCIs do BRB aparecem com taxas de até 14,49% ao ano; veja quanto R$ 10 mil podem render

Duas LCIs do BRB aparecem com taxas de até 14,49% ao ano; veja quanto R$ 10 mil podem render

28 de setembro de 2026 Renda Fixa

ETFs de renda fixa ou Tesouro Direto: qual a diferença?

28 de setembro de 2026 Renda Fixa
Tesouro Renda+ 2065 oferece taxa próxima de IPCA + 7%

Tesouro Renda+ 2065 oferece taxa próxima de IPCA + 7%

24 de setembro de 2026 Renda Fixa

CDB no Imposto de Renda: quando o investimento precisa ser declarado

24 de setembro de 2026 Imposto de Renda
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?