A Honda Biz 125 2027 já está disponível nas concessionárias brasileiras com preços sugeridos a partir de R$ 13.505, sem incluir frete, seguro e outras despesas. O modelo continua sendo oferecido nas versões ES e EX, mantendo a proposta de combinar economia, baixo peso e facilidade de pilotagem.
A configuração de entrada Biz 125 ES custa a partir de R$ 13.505, enquanto a Biz 125 EX tem preço sugerido de R$ 16.840. Os valores utilizam São Paulo como referência e podem variar conforme a região, o estoque e os custos cobrados pela concessionária. A tabela entrou em vigor em 28 de maio de 2026.
O modelo avaliado no conteúdo original foi a versão EX, equipada com rodas de liga leve, freio dianteiro a disco e motor flex. Durante o teste, foram destacados o conforto para o piloto, a posição de condução semelhante à de uma cadeira e o painel com indicador de marcha.
Motor de 125 cilindradas prioriza economia
As duas versões utilizam motor monocilíndrico de 123,9 cm³, quatro tempos, arrefecido a ar e equipado com injeção eletrônica PGM-FI. A potência máxima é de 9,53 cv a 7.500 rpm, enquanto o torque chega a 1,03 kgf.m a 6.000 rpm.
A transmissão é semiautomática e possui quatro marchas. Como não há manete de embreagem, o sistema facilita a condução no trânsito urbano e pode atender principalmente motociclistas iniciantes ou pessoas que procuram um veículo simples para os deslocamentos diários.
A Biz 125 EX pode ser abastecida com gasolina ou etanol. Já a versão ES funciona exclusivamente com gasolina. Apesar de compartilharem o mesmo motor, as duas configurações apresentam diferenças importantes nos freios, nas rodas e no acabamento.

Versão EX tem disco dianteiro e rodas de liga leve
A Biz 125 EX representa a opção mais equipada da linha. Ela traz roda dianteira de 17 polegadas, roda traseira de 14 polegadas, pneus sem câmara e freio a disco de 220 mm na dianteira. Na traseira, o sistema utiliza tambor.
Na Biz 125 ES, os freios são a tambor nas duas rodas. A linha também utiliza o sistema CBS, que distribui parte da força de frenagem entre as rodas quando o motociclista aciona o freio traseiro.
Desde a renovação apresentada na linha 2025, o tradicional pedal do freio traseiro foi eliminado. O acionamento passou para um manete no lado esquerdo do guidão, seguindo uma disposição semelhante à encontrada em scooters.
Essa mudança exige adaptação de quem já pilotou versões antigas da Biz, mas pode tornar a condução mais intuitiva para usuários acostumados com scooters.
Baixo peso facilita a condução na cidade
A Honda Biz 125 pesa 96 kg a seco nas duas versões. A altura do assento é de 753 mm na EX e fica próxima dessa medida na ES, favorecendo motociclistas de diferentes estaturas.
O chassi monobloco trabalha com garfo telescópico na dianteira e dois amortecedores na traseira. A proposta é claramente urbana, voltada para trajetos entre casa, trabalho, comércio, escola e outros compromissos cotidianos.
Embora o motor permita deslocamentos em vias mais rápidas, o desempenho com garupa ou em subidas mais fortes pode exigir reduções frequentes de marcha. Por isso, a Biz não deve ser tratada como uma motocicleta projetada prioritariamente para viagens rodoviárias.
Porta-capacete e USB-C ampliam a praticidade
Um dos principais diferenciais do modelo é o compartimento localizado sob o banco. Dependendo do formato e do tamanho, o espaço pode receber um capacete, pequenas compras, bolsas ou objetos de uso diário.
A Biz também oferece porta-objetos na parte interna do escudo frontal, gancho para sacolas, tomada USB-C e cavaletes lateral e central. A chave de ignição permite abrir o banco sem a necessidade de retirar a chave e procurar outra fechadura.
Na linha 2027, a versão EX pode ser encontrada nas cores azul-escuro perolizado, branco perolizado, cinza perolizado e vermelho metálico. A versão ES possui opções em branco e cinza metálico.

Honda Biz 125 2027 vale a pena?
A Biz 125 continua sendo uma alternativa interessante para quem procura uma motocicleta econômica, leve e simples de conduzir. Entre os pontos positivos estão o baixo consumo, a transmissão semiautomática, a facilidade de manutenção, o espaço sob o banco e o conhecido valor de revenda.
Por outro lado, o consumidor deve considerar o desempenho limitado em rodovias, o freio traseiro a tambor, o conforto mais restrito para o garupa e o preço final cobrado pelas concessionárias, que pode ficar acima do valor sugerido pela fabricante.
A Honda oferece três anos de garantia sem limite de quilometragem e óleo gratuito em sete revisões, com o benefício válido a partir da terceira manutenção. A primeira revisão ocorre com 1.000 quilômetros ou seis meses; as seguintes são previstas a cada 6.000 quilômetros ou seis meses.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.






