Trocar um Galaxy S25 Ultra, um dos smartphones mais poderosos e caros do mercado, por um Motorola RAZR 60 Ultra, pode parecer uma decisão ousada. Mas foi exatamente essa a escolha da jornalista e criadora de conteúdo Amanda Abreu, do Canaltech. Segundo ela, o desejo por um modelo dobrável aliado a avanços reais em desempenho, bateria e câmeras justificaram a mudança — e transformaram completamente sua experiência com smartphones.
A decisão inesperada
Amanda conta que a troca não foi planejada. Após poucos meses usando o Galaxy S25 Ultra, ela sentiu vontade de experimentar um celular dobrável, um formato que sempre a atraiu desde o icônico Motorola V3 Pink, seu primeiro celular. “Ninguém compra um S25 Ultra pensando em trocar meses depois”, ela admite. “Mas o RAZR 60 Ultra despertou uma vontade antiga e, pela primeira vez, fez sentido investir em um dobrável.”
Bateria que finalmente convence
Um dos principais motivos da troca foi a autonomia. Amanda destaca que a bateria de 4.700 mAh do RAZR 60 Ultra superou suas expectativas, oferecendo um dia e meio de uso com tranquilidade.
A tecnologia de silício-carbono, que torna a célula mais fina sem sacrificar a capacidade, ajudou a Motorola a vencer um dos maiores desafios dos dobráveis: a baixa duração de carga. “Eu detestava ter que carregar o celular duas vezes por dia. Agora, recarrego só uma vez e ainda sobra energia”, afirma.
Câmeras que surpreendem
Outro ponto que pesou na decisão foi o conjunto fotográfico. O RAZR 60 Ultra traz duas câmeras traseiras de 50 MP e uma frontal também de 50 MP, um avanço considerável para o segmento.
“Fazia tempo que eu não via uma câmera frontal com tanta definição”, conta Amanda. “A qualidade das fotos realmente me surpreendeu. Antes, os dobráveis pecavam muito nisso — agora não mais.”
Design compacto e prático
O formato dobrável, além do charme nostálgico, trouxe praticidade. O aparelho cabe facilmente no bolso — um ponto importante, principalmente para mulheres, segundo Amanda.
“Quem usa calça feminina sabe o drama: bolso pequeno ou inexistente. O RAZR 60 Ultra é compacto, leve e cabe em qualquer lugar. Isso é libertador”, brinca.
Além disso, o modelo tem estrutura de titânio e dobradiça com formato de gota d’água, o que melhora o encaixe da tela e a durabilidade do aparelho. O revestimento em couro vegano da cor Real Red também agradou pela pegada e elegância.
Um dobrável pronto para o uso real
No passado, os celulares dobráveis eram mais experimentais do que funcionais. Amanda lembra que muitos modelos pareciam protótipos, com falhas na dobradiça, tela frágil e desempenho limitado. “Agora é diferente. O RAZR 60 Ultra é robusto, confiável e rápido, com processador Snapdragon 8 Elite, 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento”, explica.
Esses números aproximam o dobrável da performance dos topos de linha tradicionais, eliminando a ideia de que se trata apenas de um “celular bonito”.
Um novo ciclo para os dobráveis
A experiência positiva de Amanda mostra como os smartphones dobráveis estão amadurecendo. Antes restritos a entusiastas, agora começam a atrair consumidores exigentes que buscam desempenho e estilo.
“Por muito tempo, eu achei que dobrável não fazia sentido. Mas o RAZR 60 Ultra mudou essa percepção. É bonito, potente e, principalmente, confiável”, conclui.
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