Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Eduardo Bolsonaro reage à derrota da PEC da Blindagem e mira Tarcísio: “Puro medo”
Mercados

Eduardo Bolsonaro reage à derrota da PEC da Blindagem e mira Tarcísio: “Puro medo”

Deputado dispara críticas a senadores e governadores, mira Tarcísio de Freitas e expõe racha no campo bolsonarista após derrota unânime no Senado.
Mariana DuartePor Mariana Duarte25 de setembro de 20254 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Eduardo Bolsonaro reage à derrota da PEC da Blindagem e mira Tarcísio: "Puro medo"

A PEC da Blindagem surgiu como uma proposta polêmica no Senado Federal, cujo objetivo era ampliar as prerrogativas parlamentares, criando mecanismos que dificultariam a abertura de processos criminais contra deputados e senadores. Na prática, a emenda permitiria que qualquer denúncia só avançasse com autorização das próprias Casas Legislativas, criando um filtro que críticos classificaram como “impunidade institucionalizada”.

A proposta gerou forte reação popular, manifestações nas ruas e ampla cobertura da imprensa. O resultado foi uma derrota acachapante: a PEC foi arquivada por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), evidenciando falta de apoio até mesmo entre senadores alinhados à direita.

A reação de Eduardo Bolsonaro

Logo após o enterro da proposta, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente vive nos Estados Unidos, usou as redes sociais para atacar duramente os senadores que votaram contra a PEC. Em tom inflamado, afirmou que os parlamentares “cederam por puro medo político”, acusando-os de se renderem à pressão da mídia e a artistas de rua.

Segundo Eduardo, o arquivamento reforça um “regime de exceção” supostamente conduzido pelo Judiciário. Ele argumentou que parlamentares corruptos continuam protegidos por seus pares, enquanto aqueles que divergem da esquerda seriam perseguidos judicialmente.

O tom da crítica não poupou governadores, em especial Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que elogiou a rejeição da PEC. A indireta de Eduardo foi clara: “Vocês escolheram manter os poderes ilimitados da burocracia não eleita por puro medo”.

Tarcísio de Freitas: apoio ao arquivamento

Em contraponto, o governador Tarcísio de Freitas declarou que a rejeição à PEC foi reflexo direto da voz das ruas. Em entrevistas, ele destacou que a proposta, apesar de inicialmente vendida como um mecanismo de proteção às imunidades parlamentares, acabou sendo interpretada pela população como uma tentativa de privilegiar a impunidade.

Tarcísio reforçou que a democracia exige conexão com o que o povo pensa. “Quando há desconexão, surgem protestos. O Senado reagiu da forma como a sociedade esperava”, afirmou o governador, que tenta equilibrar seu posicionamento político em meio às especulações sobre uma possível candidatura presidencial em 2026.

Eduardo Bolsonaro cada vez mais isolado

O embate público evidencia um racha no campo bolsonarista. Eduardo, principal defensor da PEC, aparece cada vez mais isolado. Até aliados de direita, como o senador Sérgio Moro, tentaram propor alternativas, mas recuaram diante da pressão popular.

Especialistas avaliam que Eduardo tinha interesses pessoais na aprovação da PEC, já que enfrenta processos no Conselho de Ética da Câmara e é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por coação durante os atos golpistas de 8 de janeiro. Caso condenado, pode perder o mandato e se tornar inelegível já para 2026.

Além disso, Eduardo acumula ausências em sessões da Câmara muito acima do permitido pelo regimento interno, o que pode abrir caminho para uma cassação por faltas.

Implicações políticas e eleitorais

O episódio coloca em xeque o futuro político do clã Bolsonaro. Enquanto Jair Bolsonaro busca negociar para reduzir riscos de condenações, Eduardo adota postura radical e confrontativa. Analistas apontam que essa estratégia pode acelerar seu isolamento e até prejudicar eventuais alianças da direita com partidos de centro.

Já Tarcísio de Freitas, ao se posicionar contra a PEC, tenta se distanciar do radicalismo e consolidar imagem de liderança moderada — movimento que pode ampliar sua aceitação entre setores empresariais e eleitorado de centro-direita, fundamentais em uma corrida presidencial.

A derrota da PEC também reduz as chances de avanço do projeto de anistia para investigados por atos antidemocráticos, que vinha sendo discutido em paralelo. Sem a proteção da emenda constitucional, dificilmente haverá acordo entre centrão e bolsonaristas nesse tema.

Ruptura dentro da direita

O episódio escancarou tensões internas:

  • Bolsonaristas radicais, como Eduardo, insistem em defender medidas que ampliem imunidades e dificultem condenações.

  • Aliados pragmáticos, como Tarcísio, Sérgio Moro e senadores do PL, preferem preservar sua imagem pública, evitando se associar a propostas rejeitadas pela maioria da população.

Essa divisão sinaliza que a direita pode chegar fragmentada às eleições de 2026, sem consenso sobre quem será o candidato capaz de unificar as bases.

O arquivamento da PEC da Blindagem vai além de uma simples derrota legislativa: tornou-se símbolo da fragilidade de Eduardo Bolsonaro dentro do próprio campo político que ajudou a construir.

Ao atacar Tarcísio de Freitas e outros aliados, o deputado reforça seu isolamento e amplia a percepção de que segue um caminho de radicalização sem retorno. Enquanto isso, Tarcísio emerge como um dos nomes que tenta ocupar espaço no vácuo deixado pela queda de prestígio da família Bolsonaro.

A crise interna expõe não apenas a divisão da direita, mas também o risco de Eduardo perder espaço político e até mesmo o mandato. A política brasileira, mais uma vez, se vê diante de um embate que mistura interesses pessoais, cálculo eleitoral e pressões populares.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorOnePlus 15 surge em primeiras imagens com desempenho brutal e tela de 165 Hz
Próximo artigo Cartão do Banco Inter surpreende: limite de até R$ 4 mil e pontos que viram dinheiro
Mariana Duarte
  • Site

Mariana Duarte é jornalista formada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com mais de 10 anos de experiência em redações de portais nacionais e especialização em jornalismo digital. Na A Revista, acompanha economia, empresas, mercados e tecnologia ligada a negócios. Trabalha com linguagem acessível, atribuição de fontes e verificação de dados e documentos.

Leia Também

Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

28 de setembro de 2026 Mercados
B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

28 de setembro de 2026 Mercados

Shineray SHI 175 2026 ganha potência e novo visual; veja preço

28 de setembro de 2026 Mercados

China inicia produção em massa de pele robótica que imita toque humano

28 de setembro de 2026 Mercados

Robôs humanoides avançam nas fábricas e devem multiplicar vendas até 2030

28 de setembro de 2026 Mercados

Brasil poderia construir uma bomba atômica? Entenda os obstáculos

28 de setembro de 2026 Mercados
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?