O mercado digital vive em constante evolução, e entender o timing certo é o que separa quem lucra cedo de quem chega tarde demais. Segundo o empreendedor Mateus Borges, com quase cinco anos de experiência e milhões em faturamento online, o segredo está em antecipar movimentos e adaptar-se às novas tecnologias. Ele destaca cinco grandes tendências que vão redefinir o ambiente digital até 2026 — e quem souber aproveitá-las pode multiplicar seus ganhos.
1. Influenciadores gerados por inteligência artificial
Os influenciadores virtuais criados por IA estão se tornando uma das maiores revoluções do marketing digital. Diferente dos criadores humanos, esses avatares nunca dormem, não pedem aumento e não se envolvem em polêmicas. Além disso, contam com algoritmos avançados capazes de identificar o que viraliza, ajustando automaticamente o conteúdo para gerar engajamento máximo.
Empresas tendem a preferir esses “criadores sintéticos” por sua produtividade ilimitada e previsibilidade. Embora o hype possa ter altos e baixos, a expectativa é de que esses influenciadores dominem campanhas publicitárias nos próximos anos.
2. Comércio social total
O TikTok Shop foi o primeiro grande passo para o comércio social, integrando a experiência de compra dentro da própria rede. Agora, usuários podem assistir a um vídeo e comprar o produto instantaneamente, sem sair da plataforma. Isso transformou criadores em verdadeiros vendedores digitais.
Segundo Borges, essa tendência não é mais uma previsão — é uma realidade em expansão. Outros gigantes, como Meta e YouTube, devem adotar o mesmo modelo em breve. Ele cita alunos de sua comunidade Renda Turbo 4.0 que faturam mais de R$ 3 mil por dia apenas com vendas afiliadas dentro do TikTok Shop.
3. MicroSaaS e agentes de IA sem código
Os microSaaS — pequenos softwares especializados — estão se tornando uma poderosa fonte de renda. E o diferencial está no uso de ferramentas “no code”, como Lovable e Horizons, que permitem criar soluções inteligentes sem precisar programar.
Esses sistemas automatizam tarefas complexas: um agente de IA pode gerar anúncios, redigir textos e otimizar campanhas, reduzindo drasticamente a necessidade de equipes grandes. Assim, empreendedores solo poderão escalar operações milionárias com o suporte de agentes digitais integrados.
4. Educação transversal e gamificada
A tradicional venda de cursos online com um único método tende a perder espaço para modelos de aprendizado imersivo e gamificado. Plataformas educacionais que incluírem jornadas interativas, missões e recompensas terão maior engajamento e retenção de alunos.
A chamada educação transversal busca combinar conhecimento técnico, desenvolvimento pessoal e entretenimento. Esse formato cria uma experiência de aprendizado mais completa e emocional, o que deve redefinir o ensino digital nos próximos anos.
5. Economia da atenção extremada (“pay to see”)
Com o excesso de informação gratuita, o público tende a migrar para conteúdos pagos e exclusivos. A nova era da “economia da atenção extremada” valoriza o acesso seletivo: comunidades fechadas, lives pagas e streams sob demanda se tornam cada vez mais comuns.
Borges alerta que a internet gratuita está morrendo. O conteúdo aberto continuará existindo, mas o que realmente terá valor será a curadoria da informação — aquilo que economiza tempo e entrega o essencial. Nesse cenário, quem paga tem voz e destaque, enquanto o restante apenas observa.
As transformações do mercado digital em 2026 vão muito além da tecnologia: elas envolvem mudanças culturais, comportamentais e econômicas. Inteligência artificial, novas formas de monetização e personalização do aprendizado criam um ambiente de oportunidades sem precedentes.
Para Mateus Borges, estar atento ao timing e agir antes da massa é o diferencial entre assistir à revolução ou lucrar com ela.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.






