Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » GARE11 cai mais de 2% em 30 dias: o que está por trás da queda recente das cotas
Fundos Imobiliários

GARE11 cai mais de 2% em 30 dias: o que está por trás da queda recente das cotas

Após meses de valorização e aproximação do preço justo, o GARE11 passou por correção no início de 2026; emissões, aquisições e mudanças no regulamento explicam o movimento
Felipe AndradePor Felipe Andrade25 de janeiro de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

O fundo imobiliário GARE11 passou a chamar a atenção do mercado nas últimas semanas após registrar uma queda relevante em sua cotação. Somente nos últimos 30 dias, o fundo saiu da faixa próxima de R$ 9,12 para encerrar o período ao redor de R$ 8,82, acumulando uma desvalorização aproximada de 2,3%.

O movimento gerou preocupação entre investidores, especialmente porque o fundo vinha em trajetória de alta nos meses anteriores, chegando a ser negociado próximo de R$ 9,24 em novembro e se aproximando do que muitos consideram seu preço justo, estimado na região de R$ 9,40.

A correção, no entanto, não ocorreu de forma aleatória. Dois fatores específicos ajudam a explicar a pressão recente sobre as cotas do GARE11.

Liberação das cotas da 7ª emissão pressiona o mercado

Um dos principais pontos de atenção está relacionado à sétima emissão de cotas do fundo, concluída em dezembro, que resultou em uma captação próxima de R$ 1,3 bilhão, a maior da história do GARE11.

Grande parte das aquisições realizadas no segundo semestre de 2025 foi estruturada majoritariamente por meio de integralização em cotas, e não com recursos em caixa ou alavancagem financeira.

Aquisições recentes pagas com cotas

Entre as principais operações anunciadas, destacam-se:

  • Dois imóveis da Desco, adquiridos entre setembro e outubro, pelo valor aproximado de R$ 32,3 milhões, sem uso de alavancagem.

  • Parque Logístico de Confins, comprado em dezembro por R$ 86,8 milhões, com inquilinos como Mercado Livre, Três Corações e Vale, pago majoritariamente via cotas.

  • Edifício corporativo em Belo Horizonte, locado para empresas como MRV e Log, com investimento total de R$ 126,4 milhões, sendo cerca de 80% pagos em cotas do próprio fundo.

Na prática, isso significa que os vendedores desses ativos passaram a deter cotas do GARE11, que puderam ser negociadas livremente após a conversão dos recibos.

Conversão e início das negociações

A conversão das cotas da 7ª emissão ocorreu em 13 de janeiro de 2026, com início da negociação no dia seguinte. Coincidentemente — ou não —, a partir desse período a cotação do fundo passou a cair de forma mais acelerada, rompendo a faixa dos R$ 9 e intensificando o movimento de correção.

Esse comportamento é comum em fundos que utilizam cotas como moeda para aquisições, já que parte dos recebedores opta por vender no mercado secundário, aumentando a oferta no curto prazo.

Mudanças no regulamento geram ruído entre cotistas

Outro fator que contribuiu para o desconforto do mercado foi a proposta da gestão de alterações relevantes no regulamento do fundo, ainda em fase de votação.

Aumento do capital autorizado

Atualmente, o GARE11 possui capital autorizado de até R$ 10 bilhões, o que já permite novas emissões sem necessidade de aprovação dos cotistas enquanto esse limite não for ultrapassado.

A proposta prevê elevar esse teto de forma significativa, mesmo com o fundo tendo hoje patrimônio próximo de R$ 2 bilhões. Para parte dos investidores, o movimento é visto como excessivo e prematuro, aumentando o receio de emissões frequentes e potencial diluição.

Ponto positivo: mais agilidade para aproveitar oportunidades de aquisição.
Ponto negativo: maior discricionariedade da gestão e menor previsibilidade para o cotista.

Possível conflito de interesses também entra no radar

Outro trecho do regulamento que gerou reação negativa envolve a possibilidade de o fundo investir:

  • Em cotas de outros fundos imobiliários;

  • Em operações de CRIs estruturadas, coordenadas ou distribuídas por partes relacionadas à própria gestão ou administração.

Embora essa prática não seja incomum no mercado — inclusive em grandes fundos logísticos —, o receio está no desvio do foco principal, já que o GARE11 é essencialmente um fundo de tijolo.

A preocupação não está na possibilidade em si, mas no tamanho que esse tipo de investimento poderia assumir dentro da carteira ao longo do tempo.

Queda é relevante, mas ainda moderada

Apesar do desconforto recente, os números mostram que a correção ainda é relativamente contida:

  • Cotação há 30 dias: cerca de R$ 9,12

  • Cotação atual: aproximadamente R$ 8,82

  • Variação: queda em torno de 2,3%

Para um fundo que vinha se valorizando de forma consistente e negociava acima de R$ 9 por longos períodos, o movimento gera alerta, mas não caracteriza um desmonte estrutural.

O que o investidor deve observar daqui para frente

A queda recente do GARE11 parece estar mais relacionada a fatores técnicos e de curto prazo do que a uma deterioração dos fundamentos do fundo. Entre os pontos-chave para acompanhamento estão:

  • Comportamento da cotação após absorção total das cotas da 7ª emissão;

  • Resultado da votação sobre as mudanças no regulamento;

  • Qualidade e disciplina das próximas aquisições;

  • Manutenção da estratégia focada em imóveis com geração previsível de renda.

O movimento de queda do GARE11 em janeiro de 2026 tem explicações objetivas e amplamente observadas em outros fundos do mercado. A liberação de novas cotas e o ruído regulatório ajudaram a pressionar os preços no curto prazo, mas não indicam, por si só, perda de qualidade do portfólio.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

cotação de FIIs Destaque emissões de cotas FIIs logísticos fundos imobiliários GARE11
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorPETR4 pode pagar até R$ 10 em dividendos em 2026? O que o mercado já precifica
Próximo artigo ALZR11 cresce, melhora liquidez e lança emissão que divide opiniões
Felipe Andrade
  • Site

Felipe Andrade é analista de investimentos e colunista de mercado, com experiência em renda variável e mercados globais. Na A Revista, acompanha ações, empresas, petróleo, energia, commodities e mercados internacionais. Analisa resultados e documentos das companhias, contextualiza riscos e diferencia dados de expectativas.

Leia Também

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

28 de setembro de 2026 Criptomoedas
MXRF11 cai para R$ 9 e enfrenta pressão sobre dividendos

MXRF11 cai para R$ 9 e enfrenta pressão sobre dividendos

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
HGLG11 negocia com desconto de 11%, mas dividendos exigem atenção

HGLG11 negocia com desconto de 11%, mas dividendos exigem atenção

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

28 de setembro de 2026 Dividendos
Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

Vale (VALE3) compra 30% de mineradora por US$ 190 milhões em Carajás

28 de setembro de 2026 Ações
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?