Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Cemig (CMIG4) paga quase 14% em dividendos e pode dobrar de valor com a privatização
Dividendos

Cemig (CMIG4) paga quase 14% em dividendos e pode dobrar de valor com a privatização

Com dívida controlada e política de dividendos robusta, a elétrica mineira recupera o fôlego no mercado e desperta o interesse de quem busca renda passiva
André CarvalhoPor André Carvalho31 de outubro de 20254 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
CMIG4
CMIG4

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) voltou a ganhar destaque no mercado de capitais ao entregar um dividend yield de aproximadamente 13,6% nos últimos 12 meses, reforçando sua posição como uma das elétricas mais rentáveis da Bolsa. Além da distribuição generosa de proventos, a empresa conseguiu reduzir o endividamento e manter uma política de dividendos estável, o que tem atraído investidores interessados em renda recorrente.

Nos últimos quatro anos, a Cemig também anunciou mais de 70% em bonificação de ações, impulsionando a valorização das cotas e aumentando o retorno total dos acionistas. Entre 2020 e 2024, a companhia apresentou crescimento expressivo em lucro, receita e eficiência operacional, superando concorrentes como Taesa (TAEE11), Alupar (ALUP11) e ISA Cteep (TRPL4) em diversos indicadores.

Lucros em alta e distribuição consistente de dividendos

De 2018 a 2025, a receita líquida da Cemig saltou de R$ 22 bilhões para R$ 41 bilhões, praticamente dobrando em menos de uma década. O lucro líquido cresceu 73% nos últimos cinco anos, impulsionado por ganhos de eficiência e pela venda estratégica de ativos.

A política de dividendos da empresa determina que pelo menos 50% do lucro líquido seja distribuído aos acionistas, conforme o estatuto social. Em 2024, os proventos somaram R$ 0,81 por ação, o que corresponde a um dividend yield de cerca de 8% sobre o preço atual de R$ 10,89.

Mesmo que parte dos dividendos anteriores tenha sido impulsionada por vendas de ativos, a média histórica de distribuição da Cemig segue próxima de 10% ao ano, garantindo estabilidade aos investidores que buscam fluxo de renda constante.

Dívida sob controle e solidez financeira reconhecida

Um dos principais destaques recentes da Cemig é a redução do custo médio da dívida, que caiu de 15% para cerca de 12% ao ano. Essa queda foi possível por meio de recompra de títulos, novas emissões com juros menores e melhor gestão de passivos. A agência Fitch Ratings atribuiu rating AAA às debêntures da companhia, confirmando a solidez financeira e a baixa percepção de risco de crédito.

O índice de alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA) está em torno de 1,5x, considerado saudável para o setor elétrico. Com isso, a Cemig tem espaço para investir em distribuição e transmissão, áreas que concentram a maior parte da geração de caixa. A empresa planeja investir mais de R$ 36 bilhões entre 2019 e 2029, reforçando sua presença em todo o território mineiro e em outros estados.

Comparativo: Cemig supera rivais em rentabilidade

Nos últimos cinco anos, a Cemig apresentou desempenho superior ao de outras grandes elétricas listadas na B3.

  • Cemig (CMIG4): +237%

  • Alupar (ALUP11): +103%

  • Taesa (TAEE11): +115%

  • ISA Cteep (TRPL4): +67%

Em termos de crescimento de receita, a ISA Cteep lidera com alta de 47%, enquanto a Cemig registrou avanço de 24%. Ainda assim, a mineira se destaca no crescimento de lucros e na geração de caixa, resultado de maior eficiência operacional e controle de custos.

Valuation atrativo e privatização no radar

A ação CMIG4 é negociada atualmente a um preço/lucro (P/L) de 4,7, abaixo da média do setor, que gira em torno de 8. O preço/valor patrimonial (P/VP) está em 1,09, indicando leve desconto em relação ao valor contábil. Segundo o método de Benjamin Graham, o preço justo estimado seria de R$ 22,54, o que revela margem de segurança mesmo com cenários conservadores.

Analistas apontam, porém, que o grande gatilho de valorização da Cemig continua sendo uma eventual privatização. Sem esse movimento, o potencial de alta é considerado limitado, com preço teto estimado entre R$ 9,00 e R$ 10,00. A privatização, se concretizada, poderia destravar valor significativo e colocar a empresa em um novo patamar de rentabilidade e governança.

As ações da Cemig acumulam alta de 8% nos últimos 12 meses, sendo cotadas a R$ 10,77. O papel apresenta suporte técnico na faixa dos R$ 10,45 e resistência próxima a R$ 11,20. Caso rompa essa barreira, analistas projetam alvos em torno de R$ 12,00 no curto prazo.

O baixo free float (cerca de 4%) e o volume reduzido de aluguel de ações indicam menor pressão vendedora, o que ajuda a sustentar o preço atual. Investidores que mantêm a ação em carteiras de aposentadoria relatam rentabilidades acima de 100% em dois anos, com ganhos consistentes graças ao reinvestimento de dividendos.

Mesmo sem a privatização, a Cemig mantém fundamentos sólidos, boa geração de caixa e política de dividendos confiável, consolidando-se como uma das opções mais atrativas do setor elétrico para quem busca renda passiva e estabilidade no longo prazo.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Cemig CMIG4 dividendos energia elétrica privatização
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorVale a pena comprar 5.000 ações da BB Seguridade? Veja quanto rende em dividendos por ano
Próximo artigo Vale surpreende mercado com lucro 78% maior e mantém expectativa por dividendos extraordinários
André Carvalho
  • Site

André Luís Carvalho é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fundador e editor-chefe da A Revista, com mais de dez anos de experiência em jornalismo digital. Coordena a cobertura de ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo, economia e mercados. Na direção editorial, orienta a apuração em documentos primários, a contextualização de riscos e a separação entre fatos, projeções e opiniões. Conteúdos informativos não constituem recomendação individual de investimento.

Leia Também

ISA Energia e Taesa ainda são boas pagadoras de dividendos? A dívida começa a mudar essa conta

ISA Energia e Taesa ainda são boas pagadoras de dividendos? A dívida começa a mudar essa conta

28 de setembro de 2026 Dividendos
HGLG11 negocia com desconto de 11%, mas dividendos exigem atenção

HGLG11 negocia com desconto de 11%, mas dividendos exigem atenção

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

28 de setembro de 2026 Dividendos
Petrobras (PETR4): alta do petróleo sustenta expectativa de dividendos

Petrobras (PETR4): alta do petróleo sustenta expectativa de dividendos

28 de setembro de 2026 Dividendos

ROMI3 anuncia novos dividendos; veja valores e datas

28 de setembro de 2026 Dividendos

ALOS3 tem preço-alvo de R$ 38, mas indicadores acendem alerta

26 de setembro de 2026 Ações
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?