Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » 10 ações mais alugadas da Bolsa: veja por que esses papéis estão “travados” no mercado
Ações

10 ações mais alugadas da Bolsa: veja por que esses papéis estão “travados” no mercado

Gol, PDG Realty e Pão de Açúcar lideram o ranking de ações mais alugadas da B3; entenda o que isso revela sobre o humor dos investidores e o impacto nos preços.
Felipe AndradePor Felipe Andrade18 de outubro de 20254 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
10 ações mais alugadas da Bolsa: veja por que esses papéis estão “travados” no mercado
10 ações mais alugadas da Bolsa: veja por que esses papéis estão “travados” no mercado

O levantamento feito com base em dados do Traders Club (TC) mostra que o mercado de aluguel de ações segue em alta na B3, com algumas empresas tendo mais de 100% do free float alugado — um indício de forte pressão vendedora. O vídeo de André Cadore, do canal About Money, destacou o Top 10 das ações mais alugadas, e o ranking revela muito sobre a confiança (ou falta dela) dos investidores nesses papéis.

O aluguel de ações é uma operação comum entre investidores que apostam na queda de determinado ativo. O dono das ações (doador) as empresta em troca de uma taxa, enquanto o tomador vende o papel esperando recomprá-lo mais barato — estratégia conhecida como “short”.

1º lugar: Gol (GOLL4) — 142,46% do free float alugado

A Gol Linhas Aéreas lidera o ranking com folga, atingindo um nível impressionante de 142% do free float alugado, resultado da alta especulação e da situação financeira delicada da companhia. A empresa acumula prejuízo superior a R$ 6 bilhões, opera com PL negativo e não distribui dividendos. O mercado vê a Gol como um dos ativos mais arriscados da Bolsa neste momento.

2º lugar: PDG Realty (PDGR3) — 53,75%

A incorporadora, que já protagonizou uma das maiores quedas da história da B3, também figura entre as mais alugadas. As ações valem R$ 0,01, classificadas como penny stock, e a companhia ainda registra prejuízo de R$ 476 milhões. Analistas apontam risco de novos grupamentos e reestruturações.

3º lugar: Pão de Açúcar (PCAR3) — 41,04%

A varejista atravessa um momento difícil após sucessivas quedas nas vendas e prejuízo acumulado de R$ 1,7 bilhão. O PL negativo e o yield zerado refletem a baixa atratividade do papel, que segue pressionado por posições vendidas.

4º lugar: Vamos (VAMO3) — 39,21%

Apesar dos resultados operacionais positivos, a empresa de locação de caminhões e máquinas acumula queda de 53% desde o IPO em 2021. Com PL de 5,7x e dividend yield de 9%, o papel está travado nas mínimas históricas, e o alto volume de aluguel ajuda a explicar a falta de reação nas cotações.

5º lugar: SLC Agrícola (SLCE3) — 36,93%

A produtora agrícola mantém 18 anos de dividendos consecutivos, PL de 11x e yield de 3,5%, mas ainda assim aparece na lista. O motivo é a baixa volatilidade e a grande procura para operações de hedge, já que é uma ação usada para proteger posições no setor agro.

6º lugar: Auren Energia (AURE3) — 32,05%

Mesmo atuando no setor de energia renovável, a Auren apresenta prejuízo acumulado de R$ 580 milhões e yield de 0,5%. O desempenho financeiro fraco e o alto volume de ações alugadas indicam desconfiança do mercado quanto à capacidade de geração de lucros.

7º lugar: Banco do Brasil (BBAS3) — 29,35%

O Banco do Brasil aparece na lista, apesar do forte histórico de lucros e dividendos — R$ 28 bilhões de lucro líquido e yield de 11,7%. O grande volume de aluguel pode estar ligado a estratégias de hedge e operações de arbitragem, além da volatilidade política que envolve bancos públicos.

8º lugar: Simpar (SIMH3) — 29,23%

A holding, dona da JSL e Movida, vive pressão de endividamento elevado e queima de caixa, o que a torna alvo de investidores vendidos. Apesar da recompra de ações e expectativa de melhora operacional, o PL negativo (-9,5x) e o yield de 1,7% afastam os mais conservadores.

9º lugar: Raízen (RAIZ4) — 29,15%

A gigante do setor de energia, parceira da Shell, amarga uma queda de 85% desde o IPO e resultados abaixo do esperado. Com prejuízo bilionário e PL negativo, o papel segue travado, com 29% do free float alugado — sinal de descrença no curto prazo.

10º lugar: Direcional Engenharia (DIRR3) — 28,76%

A construtora, focada em habitação popular, se destaca por fundamentos sólidos: lucro de R$ 800 milhões, PL de 11x e yield de 12,9%. Ainda assim, está entre as mais alugadas, possivelmente por causa de operações táticas e revisões negativas nas estimativas de crescimento.

Por que o alto aluguel trava as ações?

Quando o volume de ações alugadas é elevado, há uma pressão vendedora constante no mercado, o que tende a segurar os preços — mesmo quando os fundamentos são positivos. Empresas como Vamos, Banco do Brasil e SLC Agrícola ilustram bem esse paradoxo: bons resultados, mas ações “travadas” por operações de short.

Além disso, o aluguel elevado reflete o sentimento de curto prazo do mercado: quanto maior o aluguel, maior a expectativa de queda ou incerteza em torno do ativo.

O ranking das 10 ações mais alugadas da Bolsa em 2025 mostra um retrato fiel do momento atual do mercado: alta volatilidade, seletividade dos investidores e busca por proteção. Enquanto algumas empresas sofrem por fundamentos, outras são apenas vítimas das estratégias especulativas que dominam o pregão.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

ações mais alugadas aluguel de ações Banco do Brasil Bolsa de Valores Destaque Gol
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorBB Seguridade e Caixa Seguridade entregam lucros fortes e desafiam a volatilidade
Próximo artigo Estatais têm déficit recorde de R$ 2,1 bi em julho enquanto Brasil avalia “BRICS Pay” como alternativa ao SWIFT
Felipe Andrade
  • Site

Felipe Andrade é analista de investimentos e colunista de mercado, com experiência em renda variável e mercados globais. Na A Revista, acompanha ações, empresas, petróleo, energia, commodities e mercados internacionais. Analisa resultados e documentos das companhias, contextualiza riscos e diferencia dados de expectativas.

Leia Também

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

28 de setembro de 2026 Bolsa Hoje
Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

28 de setembro de 2026 Criptomoedas
B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

28 de setembro de 2026 Mercados
Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

28 de setembro de 2026 Ações
MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

MXRF11 tem resultado abaixo dos dividendos após emissão bilionária

28 de setembro de 2026 Dividendos
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?