Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Dividendos
  • Bolsa Hoje
  • Quanto Rende
  • Bancos e Corretoras
  • Mercados
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
domingo, 24 maio / 2026
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Dividendos
  • Bolsa Hoje
  • Quanto Rende
  • Bancos e Corretoras
  • Mercados
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Rússia exibe força nuclear com submarinos, mísseis e 64 mil soldados
Mercados

Rússia exibe força nuclear com submarinos, mísseis e 64 mil soldados

Exercícios nucleares da Rússia mobilizam frota, aviação, lançadores de mísseis e tropas em meio à guerra na Ucrânia e à crescente tensão com a OTAN.
Rafael CostaPor Rafael Costa22 de maio de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Rússia exibe força nuclear com submarinos, mísseis e 64 mil soldados

A Rússia iniciou uma grande demonstração de força envolvendo suas capacidades nucleares estratégicas e táticas, em um exercício militar de três dias que reúne submarinos, aviões, navios, lançadores de mísseis e dezenas de milhares de militares. A operação ocorre em meio à guerra na Ucrânia, ao aumento dos ataques com drones contra território russo e à escalada de tensão entre Moscou e países da OTAN.

Segundo a Reuters, os exercícios começaram em 19 de maio de 2026 e incluem o lançamento de mísseis balísticos e de cruzeiro. A operação envolve cerca de 64 mil pessoas e 7.800 peças de equipamento militar, além de forças terrestres, navais e aéreas.

O que chamou atenção no exercício nuclear da Rússia

O ponto mais sensível da movimentação é a escala da operação. De acordo com informações divulgadas por agências internacionais, os exercícios reúnem mais de 200 lançadores de mísseis, cerca de 140 aeronaves, 73 navios de superfície e 13 submarinos, incluindo submarinos estratégicos com capacidade para transportar mísseis balísticos intercontinentais.

A Associated Press informou que as manobras têm como foco a “preparação e uso de forças nucleares sob ameaça de agressão”, segundo o Ministério da Defesa russo. A agência também destacou que Belarus, aliada próxima de Moscou, participa da cooperação militar ligada aos exercícios.

Principais números dos exercícios

ItemInformação divulgada
Duração3 dias, de 19 a 21 de maio de 2026
Militares envolvidosCerca de 64 mil
Equipamentos militaresAproximadamente 7.800
Lançadores de mísseisMais de 200
AeronavesCerca de 140
Navios de superfície73
Submarinos13
Submarinos estratégicos nucleares8
País aliado envolvidoBelarus

Mísseis balísticos e de cruzeiro estão no centro das manobras

As forças russas devem realizar treinamentos com mísseis balísticos e de cruzeiro em diferentes regiões militares. A operação envolve forças de foguetes, aviação de longo alcance, frotas do Norte e do Pacífico, além de unidades dos distritos militares de Leningrado e Central.

Entre os sistemas citados no contexto dos exercícios estão mísseis com capacidade nuclear, como o Iskander-M, além de plataformas navais e aéreas usadas em operações estratégicas. Em atualização posterior, a Reuters relatou lançamentos de mísseis como o Yars, o hipersônico Zircon e o balístico Sineva, disparado a partir de submarino.

Belarus amplia o peso político da operação

A participação de Belarus aumenta o peso geopolítico do exercício. O país é um dos principais aliados da Rússia e passou a abrigar armas nucleares russas nos últimos anos, em um movimento visto pelo Ocidente como parte da pressão militar de Moscou no Leste Europeu.

Segundo a Associated Press, as manobras também treinam a cooperação com Belarus, país que hospeda armas nucleares russas e sistemas de mísseis com capacidade nuclear.

Por que a Rússia faz esse exercício agora?

O momento da operação não é casual. A guerra na Ucrânia entrou em uma fase de maior pressão sobre território russo, com intensificação de ataques ucranianos com drones. Ao mesmo tempo, países da OTAN continuam ampliando apoio militar a Kiev, o que Moscou classifica como ameaça direta à sua segurança.

Para analistas, o exercício funciona como uma mensagem estratégica: a Rússia tenta demonstrar que suas forças nucleares permanecem prontas e integradas, enquanto busca dissuadir governos ocidentais de ampliar ainda mais o apoio militar à Ucrânia.

Isso significa risco de ataque nuclear iminente?

Apesar do tom alarmante, especialistas geralmente não interpretam exercícios desse tipo como sinal direto de ataque nuclear iminente. Manobras militares de grande escala costumam ter função de treinamento, demonstração de capacidade e pressão política.

Ainda assim, o risco está no ambiente de tensão. Quando exercícios nucleares ocorrem em meio a uma guerra ativa, ataques com drones, ameaças públicas e envolvimento crescente de potências militares, aumenta a preocupação com erro de cálculo, comunicação falha ou escalada não planejada.

Putin tenta mostrar controle, mas aumenta a pressão internacional

O presidente Vladimir Putin tem usado a retórica nuclear com frequência desde o início da invasão da Ucrânia, em 2022. A estratégia busca lembrar ao Ocidente que a Rússia possui um dos maiores arsenais nucleares do mundo e que considera sua capacidade nuclear um pilar de defesa nacional.

Em fala citada pela Reuters, Putin afirmou que o uso de armas nucleares seria uma medida excepcional e de último recurso, mas defendeu que a tríade nuclear russa continue funcionando como garantia de soberania diante de novas ameaças.

O que está em jogo para o Ocidente

Para os países ocidentais, o exercício reforça três preocupações principais:

  1. A escalada da guerra na Ucrânia, que já deixou de ser apenas um conflito territorial e passou a envolver diretamente a segurança europeia.
  2. A aproximação militar entre Rússia e Belarus, especialmente com armas e sistemas capazes de transportar ogivas nucleares.
  3. O risco de normalização da retórica nuclear, que pode tornar o ambiente internacional mais instável e imprevisível.

Os exercícios nucleares da Rússia mostram como a guerra na Ucrânia remodelou a segurança global. A mobilização de submarinos, mísseis, aeronaves, navios e dezenas de milhares de militares não indica necessariamente uma ameaça nuclear imediata, mas envia um recado claro: Moscou quer demonstrar prontidão militar e capacidade de resposta em um momento de forte tensão com o Ocidente.

A operação também expõe o grau de deterioração das relações entre Rússia, Ucrânia e OTAN. Em um cenário marcado por ataques com drones, sanções, envio de armas e discursos cada vez mais duros, cada demonstração militar passa a ser acompanhada de perto por governos, analistas e organismos internacionais.

Deixe o Seu Comentário

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Destaque exercícios nucleares guerra na Ucrânia OTAN Rússia submarinos nucleares
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorAdesivo de pele com IA identifica arritmia fatal em milissegundos e impressiona cientistas
Próximo artigo Bolsa cai e revela 3 ações fortes que podem estar baratas
Rafael Costa
  • Site

Rafael Costa é Editor de Criptomoedas e Ativos Digitais, especialista em Blockchain e Web3, com pós-graduação em Finanças e certificações em Análise de Criptomoedas. Atua na cobertura e análise do mercado cripto desde 2017.

Leia Também

A Revista reforça cobertura de investimentos para explicar o que mexe no dinheiro do brasileiro

A Revista reforça cobertura de investimentos para explicar o que mexe no dinheiro do brasileiro

24 de maio de 2026 Mercados
Quer investir em ações com pouco dinheiro? O alerta antes da primeira compra

Quer investir em ações com pouco dinheiro? O alerta antes da primeira compra

24 de maio de 2026 Ações
Mega redução de capital de 67% chama atenção na agenda de dividendos de junho

Mega redução de capital de 67% chama atenção na agenda de dividendos de junho

24 de maio de 2026 Ações
A triste verdade sobre a Bolsa: por que muitos investidores perdem dinheiro mesmo seguindo grandes nomes

A triste verdade sobre a Bolsa: por que muitos investidores perdem dinheiro mesmo seguindo grandes nomes

24 de maio de 2026 Bolsa Hoje
Volkswagen Nivus 2027 chega sem novidades, mas promoção deixa SUV mais competitivo

Volkswagen Nivus 2027 chega sem novidades, mas promoção deixa SUV mais competitivo

24 de maio de 2026 Bancos e Corretoras
Banco do Brasil (BBAS3) cai, mas ainda é ação para guardar? O que o investidor precisa olhar antes de vender

Banco do Brasil (BBAS3) cai, mas ainda é ação para guardar? O que o investidor precisa olhar antes de vender

23 de maio de 2026 Ações
Últimas Notícias
A Revista reforça cobertura de investimentos para explicar o que mexe no dinheiro do brasileiro

A Revista reforça cobertura de investimentos para explicar o que mexe no dinheiro do brasileiro

Por André Carvalho24 de maio de 20266 minutos lidos
Quer investir em ações com pouco dinheiro? O alerta antes da primeira compra

Quer investir em ações com pouco dinheiro? O alerta antes da primeira compra

24 de maio de 2026
Mega redução de capital de 67% chama atenção na agenda de dividendos de junho

Mega redução de capital de 67% chama atenção na agenda de dividendos de junho

24 de maio de 2026
A triste verdade sobre a Bolsa: por que muitos investidores perdem dinheiro mesmo seguindo grandes nomes

A triste verdade sobre a Bolsa: por que muitos investidores perdem dinheiro mesmo seguindo grandes nomes

24 de maio de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Nossa linha editorial
  • Política Editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.