Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Tesouro faz maior intervenção em 13 anos e juros futuros disparam: mercado reduz apostas de corte da Selic
Economia

Tesouro faz maior intervenção em 13 anos e juros futuros disparam: mercado reduz apostas de corte da Selic

Mega atuação de mais de R$ 42 bilhões alivia pressão momentânea, mas petróleo, guerra e risco de greve mantêm tensão antes da decisão do Copom
Mariana DuartePor Mariana Duarte18 de março de 20264 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

O mercado financeiro brasileiro entrou em modo de alerta máximo na véspera da decisão do Copom. Em meio a um cenário de forte instabilidade global e doméstica, o Tesouro Nacional realizou a maior intervenção em mais de uma década, movimentando mais de R$ 42 bilhões em operações com títulos públicos.

A estratégia teve um objetivo claro: conter a disparada dos juros futuros, que vinham reagindo ao aumento das incertezas envolvendo inflação, petróleo e riscos políticos e sociais.

Apesar do alívio momentâneo, o cenário segue longe da normalidade — e o mercado já ajustou suas expectativas para a taxa Selic.

Juros futuros entram em estresse e exigem ação do Tesouro

O mercado de contratos de DI futuro — que antecipa as expectativas para juros e inflação — chegou a apresentar sinais de disfuncionalidade, com taxas abrindo de forma acelerada.

Diante disso, o Tesouro atuou de forma agressiva:

  • R$ 42 bilhões movimentados em recompra de títulos

  • Nova operação anunciada já na manhã seguinte

  • Leilões envolvendo LTN e NTN-F (prefixados)

  • Maior intervenção desde pelo menos 2013

Essa atuação ajudou a reorganizar o mercado no curto prazo, reduzindo distorções e oferecendo liquidez em um momento crítico.

Ainda assim, a pressão não desapareceu.

Mercado muda projeção e reduz apostas de corte da Selic

Com o aumento das incertezas, o mercado passou a rever rapidamente suas expectativas.

Probabilidades para a decisão do Copom:

CenárioProbabilidade
Corte de 0,25%80%
Manutenção20%

Além disso, a taxa terminal da Selic — ou seja, o nível final esperado do ciclo — subiu para cerca de:

13,75% ao ano

Isso representa uma mudança importante em relação às expectativas anteriores, que indicavam cortes mais intensos.

Petróleo, guerra e risco de greve pressionam inflação

O principal gatilho dessa reprecificação veio de fatores externos e internos:

Fatores de pressão no cenário atual:

  • Escalada do conflito no Oriente Médio

  • Risco de fechamento do Estreito de Ormuz

  • Disparada nos preços do petróleo

  • Possível paralisação dos caminhoneiros no Brasil

Esses elementos aumentam o risco de inflação, especialmente via combustíveis e logística, o que impacta diretamente as decisões do Banco Central.

Tesouro tenta evitar “bagunça” no mercado

A atuação do Tesouro foi bem recebida por gestores e participantes do mercado, principalmente porque:

  • Evitou movimentos desordenados nas taxas

  • Reduziu perdas de investidores posicionados em queda de juros

  • Restabeleceu parcialmente a liquidez

Fundos multimercados, que estavam fortemente posicionados na queda da Selic, foram surpreendidos pelo novo cenário e pressionados pela abertura das taxas.

O que esperar do Copom agora

Apesar da expectativa majoritária de corte de 0,25 ponto percentual, o foco do mercado está na comunicação do Banco Central.

Os principais pontos de atenção são:

1. Projeções de inflação (IPCA)

A tendência é de revisão para cima, refletindo o impacto do petróleo e do cenário global.

2. Tom do comunicado

Espera-se uma postura mais cautelosa e dependente de dados.

3. Indicação sobre próximos passos

O BC deve evitar se comprometer com novos cortes, sinalizando incerteza.

Curva de juros ainda mostra tensão

Mesmo após a intervenção:

  • Juros curtos recuaram levemente (entre 0,10% e 0,20%)

  • Juros longos seguem pressionados

  • Contratos para 2030 e 2031 ainda apresentam volatilidade

Isso mostra que o mercado continua sensível a qualquer nova informação — seja doméstica ou internacional.

O que isso significa para o investidor

O cenário atual reforça alguns pontos importantes:

  • O ciclo de queda da Selic deve ser mais lento

  • Renda fixa continua atrativa, especialmente prefixados e IPCA+

  • Volatilidade nos juros pode gerar oportunidades

  • Ativos sensíveis à inflação tendem a ganhar relevância

Para o investidor, o momento exige cautela, mas também abre espaço para estratégias mais sofisticadas.

A maior intervenção do Tesouro em mais de uma década mostra o nível de estresse enfrentado pelo mercado brasileiro.

Mesmo com o alívio pontual, o cenário segue desafiador: inflação pressionada, riscos externos elevados e incertezas domésticas ainda no radar.

A decisão do Copom será apenas o primeiro capítulo — o verdadeiro impacto virá da mensagem que o Banco Central decidir transmitir ao mercado.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Copom inflação Brasil juros futuros Selic Tesouro Nacional
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorEneva (ENEV3) cresce, bate recorde de EBITDA, mas lucro fraco acende alerta: ação virou oportunidade ou risco?
Próximo artigo Selic hoje em 15%: Copom decide juros sob pressão de inflação, inadimplência e cenário global incerto
Mariana Duarte
  • Site

Mariana Duarte é jornalista formada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com mais de 10 anos de experiência em redações de portais nacionais e especialização em jornalismo digital. Na A Revista, acompanha economia, empresas, mercados e tecnologia ligada a negócios. Trabalha com linguagem acessível, atribuição de fontes e verificação de dados e documentos.

Leia Também

Ibovespa cai aos 183 mil pontos com petróleo em baixa e inflação alta

28 de setembro de 2026 Economia
Lula proíbe bets no Brasil e sites terão de sair do ar

Lula proíbe bets no Brasil e sites terão de sair do ar

25 de setembro de 2026 Economia

Quanto rendem R$ 5 milhões na poupança por mês e por ano

24 de setembro de 2026 Quanto Rende

Renda fixa muda com Selic a 13,75% e investidor revê estratégia

24 de setembro de 2026 Renda Fixa
Mercado reduz expectativa para PIB e vê inflação acima da previsão do governo em 2027

Mercado reduz expectativa para PIB e vê inflação acima da previsão do governo em 2027

23 de setembro de 2026 Economia
FIIs de papel como VGIR11, KNCR11 e MXRF11 podem ter dividendos afetados pela queda da Selic

FIIs de papel como VGIR11, KNCR11 e MXRF11 podem ter dividendos afetados pela queda da Selic

23 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?