Fechar Menu
A Revista | Inteligência em Investimentos
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Inteligência em Investimentos
terça-feira, 29 setembro / 2026
  • Ações
  • Dividendos
  • Fundos Imobiliários
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Bolsa Hoje
  • Petróleo
  • Criptomoedas
A Revista | Inteligência em Investimentos
Início » Últimas Notícias » Ibovespa cai 7,22% em maio com saída de estrangeiros, pressão nos bancos e petróleo em queda
Bolsa Hoje

Ibovespa cai 7,22% em maio com saída de estrangeiros, pressão nos bancos e petróleo em queda

Bolsa brasileira fechou a sexta-feira em baixa, aos 173.787 pontos, em meio ao aumento da cautela com riscos jurídicos, PIB mais forte e queda das petroleiras
André CarvalhoPor André Carvalho29 de maio de 20264 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Ibovespa cai 7,22% em maio com saída de estrangeiros, pressão nos bancos e petróleo em queda
Ibovespa cai 7,22% em maio com saída de estrangeiros, pressão nos bancos e petróleo em queda

O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda de 0,73%, aos 173.787 pontos, ampliando a pressão sobre a Bolsa brasileira em um mês marcado por forte saída de capital estrangeiro, cautela com bancos, queda do petróleo e incertezas sobre os juros no Brasil.

Com o resultado, o principal índice da B3 acumulou baixa de 1,37% na semana e queda de 7,22% em maio, o pior desempenho mensal desde 2023. O movimento contrastou com o exterior, onde as bolsas americanas fecharam em alta, apoiadas pelo otimismo com tecnologia, inteligência artificial e negociações diplomáticas no Oriente Médio.

O que pressionou o Ibovespa

A sessão foi marcada por três fatores principais: a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, a queda do petróleo e a leitura de que a economia brasileira ainda segue aquecida.

A medida americana aumentou a percepção de risco jurídico e financeiro para empresas com operações expostas a cadeias sensíveis, especialmente instituições financeiras. O temor é que bancos e companhias precisem reforçar controles contra lavagem de dinheiro, rastreamento de operações e relações comerciais indiretas.

No mercado, esse tipo de incerteza costuma pesar sobre ações de bancos, setor com forte participação no Ibovespa e grande presença de investidores estrangeiros.

PIB mais forte reduz espaço para queda rápida dos juros

Outro ponto de atenção foi o PIB brasileiro do primeiro trimestre de 2026, que avançou 1,1%, acima da expectativa de parte do mercado. O dado mostra uma economia ainda resistente, com consumo e atividade em ritmo firme.

Embora o crescimento seja positivo para empresas e arrecadação, ele também pode dificultar uma queda mais rápida dos juros. Com a economia aquecida, o Banco Central tende a manter cautela para evitar pressão inflacionária.

Para a Bolsa, juros altos por mais tempo reduzem o apetite por risco e tornam a renda fixa mais competitiva em relação às ações.

Petróleo em queda pesa sobre Petrobras e petroleiras

As ações ligadas ao petróleo também pressionaram o índice. A commodity recuou em meio à expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, o que poderia reduzir tensões no Oriente Médio e aliviar riscos sobre a oferta global.

Com o petróleo mais fraco, papéis como Petrobras e outras empresas do setor tendem a sofrer, já que parte relevante da receita dessas companhias depende da cotação internacional do barril.

Dólar sobe e reforça cautela

O dólar comercial encerrou o dia em alta, perto de R$ 5,04, acumulando valorização no mês. A alta da moeda reflete a saída de recursos da Bolsa brasileira e a busca por proteção em meio ao aumento da aversão ao risco local.

Esse movimento também mostra que, apesar do bom humor externo, o investidor estrangeiro reduziu exposição ao Brasil em maio.

Resumo do mercado

IndicadorResultado
Ibovespa no dia-0,73%
Fechamento do Ibovespa173.787 pontos
Ibovespa na semana-1,37%
Ibovespa em maio-7,22%
Dólar comercialcerca de R$ 5,04
PIB do 1º trimestre de 2026+1,1%

Por que o mês foi tão negativo

A queda de maio mostra uma combinação difícil para o mercado brasileiro: juros elevados, saída de estrangeiros, pressão em commodities, incerteza política e maior atenção a riscos regulatórios e jurídicos.

Mesmo com a Bolsa americana em alta, o Ibovespa não conseguiu acompanhar o exterior. O peso de bancos, Petrobras e grandes empresas ligadas a commodities acabou determinando o desempenho negativo do índice.

O que observar agora

Para os próximos pregões, o mercado deve acompanhar a reação dos bancos à decisão dos EUA, o comportamento do petróleo, os próximos sinais do Banco Central e o fluxo de investidores estrangeiros.

Se o dólar continuar pressionado e os juros permanecerem elevados, a recuperação da Bolsa pode ser mais lenta. Por outro lado, uma melhora no fluxo externo e uma estabilização das commodities podem aliviar parte da pressão sobre o Ibovespa.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

bancos Bolsa de Valores Destaque dólar Ibovespa petróleo
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorSaque do FGTS termina em 1º de junho e muitos trabalhadores ainda podem ter dinheiro parado
Próximo artigo LFTB11 chama atenção e expõe uma vantagem que o Tesouro Selic não tem
André Carvalho
  • Site

André Luís Carvalho é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fundador e editor-chefe da A Revista, com mais de dez anos de experiência em jornalismo digital. Coordena a cobertura de ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo, economia e mercados. Na direção editorial, orienta a apuração em documentos primários, a contextualização de riscos e a separação entre fatos, projeções e opiniões. Conteúdos informativos não constituem recomendação individual de investimento.

Leia Também

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026 Fundos Imobiliários
Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

Petróleo cai quase 3% e derruba ações da Petrobras na Bolsa

28 de setembro de 2026 Mercados
Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

Ibovespa cai, dólar chega a R$ 5,22 e Petrobras sobe 2%

28 de setembro de 2026 Bolsa Hoje
Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

Bitcoin recua para US$ 83 mil e juros dos EUA pressionam criptomoedas

28 de setembro de 2026 Criptomoedas
B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

B3SA3 enfrenta nova concorrência após aporte de R$ 360 milhões

28 de setembro de 2026 Mercados
Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

Vale (VALE3) perto de R$ 70: o que pode mudar nas ações?

28 de setembro de 2026 Ações
Últimas Notícias
Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Nissan Rogue 2027 ganha nova geração híbrida e telas de 14,3 polegadas

Por Thailane Oliveira28 de setembro de 20264 minutos lidos
NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

NDIV11 e QQQI11 pagam renda mensal, mas têm riscos diferentes

28 de setembro de 2026
Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

Leapmotor B10 híbrido chega por R$ 179.990, roda até 900 km e coloca BYD e Jaecoo sob pressão

28 de setembro de 2026
Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

Quanto rendem R$ 50 mil no Tesouro Selic com os juros atuais?

28 de setembro de 2026
INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Política de Correções
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Nossa linha editorial
  • Todas as editorias
  • Metodologia de Conteúdo
  • Equipe
© 2026 A Revista | Inteligência em Investimentos. Notícias e análises sobre ações, dividendos, fundos imobiliários, renda fixa, petróleo e mercados. Todos os direitos reservados. A Revista pertence à SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72. Conteúdo jornalístico e informativo. Publicidade não representa recomendação editorial.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?