O mercado financeiro brasileiro encerrou o pregão desta terça-feira (3) em alta, mesmo diante de um cenário global marcado por incertezas em torno de possíveis tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil. O índice Ibovespa subiu 1,16%, fechando aos 174.190 pontos, refletindo a confiança dos investidores em negociações que possam evitar impactos negativos adicionais para a economia nacional.
Dólar cai em dia de estabilidade
O dólar comercial apresentou leve queda de 0,27%, sendo cotado a R$ 5,00, após iniciar o dia com volatilidade em reação a notícias internacionais. O comportamento da moeda reflete tanto a percepção de menor risco imediato quanto a influência de dados recentes do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que reforçam expectativas de política monetária cautelosa pelo Fed.
Petróleo mantém leve oscilação
O petróleo também registrou pequenas variações nesta terça-feira. O contrato mais negociado do Brent para agosto subiu 1%, chegando a US$ 96 o barril, enquanto o WTI para julho teve alta de 1,74%, cotado a US$ 93,76. A estabilidade relativa ocorre em meio a informações de retomada de negociações internacionais e desmentidos sobre supostas interrupções de diálogos envolvendo o Irã.
Expectativa sobre tarifas e impacto no Brasil
O mercado acompanha de perto os sinais vindos dos Estados Unidos sobre possíveis tarifas comerciais. Apesar de especulações sobre medidas mais rígidas, investidores parecem acreditar em entendimentos que possam evitar impactos maiores. Essa leitura mantém o humor positivo no pregão, refletindo uma volatilidade controlada até que ocorram definições concretas.
Tabela de referência do mercado (03/06/2026)
| Ativo | Variação | Cotação |
|---|---|---|
| Ibovespa | +1,16% | 174.190 pts |
| Dólar | -0,27% | R$ 5,00 |
| Petróleo Brent | +1,00% | US$ 96/bbl |
| Petróleo WTI | +1,74% | US$ 93,76/bbl |
O mercado financeiro segue atento a novos dados econômicos globais e possíveis desdobramentos de tarifas, mantendo movimentos moderados e alta cautelosa na bolsa brasileira.
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