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Tesouro Direto

Bancos digitais começam a cobrar tarifas em 2026: veja quais cobram por inatividade e serviços

A era dos bancos digitais sem taxas chegou ao fim. Instituições como PicPay, PagBank, C6 Bank, Inter e Next já aplicam cobranças em contas inativas e serviços específicos.
Nathália SantosPor Nathália Santos4 de novembro de 20254 minutos lidos
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O discurso de “conta digital sem taxas” está com os dias contados. Em 2026, os principais bancos digitais do país começaram a aplicar tarifas de manutenção, inatividade e serviços específicos. A medida afeta milhões de usuários que abriram contas gratuitas, mas deixaram de utilizá-las por longos períodos.

Com o aumento do número de contas ociosas, os custos de infraestrutura e segurança tornaram-se altos demais para serem absorvidos pelas instituições. Assim, os bancos passaram a repassar parte dessas despesas aos clientes, especialmente os inativos.

PicPay: R$ 20 mensais após 12 meses de inatividade

O PicPay adotou uma tarifa de R$ 20 mensais para contas sem movimentação por 12 meses consecutivos.
O valor é debitado diretamente do saldo até o montante chegar a zero.
No caso de contas empresariais (PJ), a cobrança é ainda maior: R$ 30 após seis meses sem uso.

➡️ Dica: Se tiver conta no PicPay e algum saldo parado, faça uma movimentação simples — um Pix, por exemplo — para evitar a tarifa automática.

PagBank: a tarifa mais cara entre os bancos digitais

O PagBank, do grupo PagSeguro, cobra uma das tarifas mais altas do setor digital: R$ 75 por ano para contas que ficam inativas por 360 dias.
O desconto é automático e pode consumir todo o saldo da conta.

➡️ Como evitar: Faça um Pix simbólico de R$ 1 ou R$ 2 periodicamente. Isso já basta para manter sua conta ativa e escapar da cobrança.

C6 Bank: tarifas mensais em contas de pagamento e MEI

O C6 Bank diferencia os tipos de conta:

  • Conta de pagamento (pessoa física): R$ 10 mensais

  • Conta MEI/PJ: R$ 12 mensais

Contas correntes tradicionais seguem isentas de tarifa. No entanto, muitos usuários desconhecem a diferença entre “conta corrente” e “conta de pagamento”, e acabam sendo cobrados sem perceber.

➡️ Verifique: No aplicativo, cheque o tipo de conta e veja se há opção de isenção mediante movimentação mínima.

Banco Inter: limites gratuitos e taxas adicionais

O Banco Inter mantém o modelo de isenção condicional, ou seja, o cliente não paga tarifas desde que respeite os limites gratuitos.
Quando há excesso, entram as cobranças:

  • TED: R$ 5

  • Emissão de boleto: R$ 5

  • Segunda via do cartão: R$ 10

Apesar de não aplicar tarifa por inatividade, o Inter impõe limites mensais de Pix troco, saques e extratos. Passou do limite? É cobrado.

Banco Next: novas tarifas desde setembro de 2026

O Banco Next revisou sua cesta de serviços em setembro de 2026, passando a limitar transferências, saques e consultas gratuitas.
A partir da terceira transferência entre contas da mesma instituição, há cobrança adicional.
O banco também passou a oferecer planos pagos com pacotes maiores para quem precisa de movimentações frequentes.

➡️ Atenção: Clientes antigos também estão sujeitos às novas regras, conforme os termos atualizados no contrato digital.

Por que os bancos digitais estão cobrando tarifas em 2026

A decisão de aplicar tarifas reflete uma mudança estrutural no modelo de negócios dos bancos digitais.
Durante os primeiros anos, as fintechs priorizavam o crescimento da base de clientes. Agora, o foco está na rentabilidade e sustentabilidade operacional.

Com milhões de contas inativas e poucas receitas de uso, a cobrança de taxas tornou-se necessária para equilibrar os custos de tecnologia, atendimento e segurança.

Como se proteger das novas tarifas

Para continuar isento em 2026, o cliente precisa ser ativo e informado:

  • Faça ao menos uma movimentação por semestre (Pix, pagamento ou recarga).

  • Leia os contratos atualizados no aplicativo.

  • Evite deixar saldos parados por longos períodos.

  • Acompanhe notificações e extratos com frequência.

A promessa de “conta 100% gratuita” está desaparecendo — e 2026 consolida o início de uma nova fase dos bancos digitais, mais próximos do modelo tradicional, porém com foco em clientes realmente engajados.

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Nathália Santos é jornalista e educadora financeira com certificação em Planejamento Financeiro Pessoal. Escreve sobre finanças pessoais, investimentos e controle de gastos, ajudando o leitor a conquistar estabilidade financeira e realizar seus objetivos com segurança e planejamento.

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