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Renda Fixa

Juros a 15%: Copom segura Selic e abre janela de oportunidade para investidores

Copom mantém a taxa básica no maior patamar em décadas, mercado discute quando começam os cortes e renda fixa volta a dominar as estratégias.
Luciana RibeiroPor Luciana Ribeiro29 de janeiro de 20263 minutos lidos
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Juros a 15%: Copom segura Selic e abre janela de oportunidade para investidores
Juros a 15%: Copom segura Selic e abre janela de oportunidade para investidores

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, confirmando o que parte do mercado já esperava para a primeira reunião do ano. A decisão reforça um cenário de juros estruturalmente elevados, o que mantém a renda fixa como o principal destino do dinheiro dos brasileiros neste momento.

Mesmo com projeções do mercado indicando que o ciclo de cortes pode começar no segundo trimestre de 2026, o patamar atual ainda representa uma das maiores taxas reais das últimas décadas, sustentando retornos elevados para aplicações atreladas ao CDI.

Por que a Selic continua alta?

A manutenção dos juros em 15% está ligada a três fatores principais:

Inflação resistente

A economia brasileira segue aquecida e com pressão nos preços. Qualquer aumento de consumo — especialmente em ano eleitoral tende a elevar o risco inflacionário.

Gastos públicos e estímulos

Em períodos de eleição, historicamente há maior circulação de dinheiro na economia, o que pode gerar pressão sobre os preços.

Cautela do Banco Central

O BC prefere esperar sinais mais consistentes de desaceleração da inflação antes de iniciar cortes mais fortes.

O próprio Boletim Focus aponta expectativa de Selic em 12,25% no fim de 2026 e 10,50% em 2027, mas parte dos analistas avalia que os cortes podem ser mais lentos, mantendo a taxa acima de 13% por mais tempo.

O que muda para quem investe?

Com a Selic nesse nível, o Brasil volta a ser considerado um “paraíso da renda fixa”, onde aplicações conservadoras entregam retornos difíceis de encontrar em outros países.

 Quem mais se beneficia:

  • Investimentos pós-fixados

  • Aplicações ligadas ao CDI

  • Produtos com proteção do FGC

Onde investir com a Selic em 15%?

CDBs com liquidez diária

Boa opção para reserva de emergência e caixa de oportunidade.

  • 100% a 104% do CDI — Bancos digitais e médios

  • Aportes mínimos baixos (a partir de R$ 1)

  • Liquidez imediata

  • Tributação de IR regressiva (até 15% acima de 2 anos)

CDBs promocionais (curto prazo)

Bancos usam ofertas temporárias para atrair recursos:

InstituiçãoRentabilidadePrazo
BVaté 120% do CDI6 meses
PagBank130% do CDI30 dias
Neon / XP / Ricoaté 150% do CDI60 dias

Esses produtos são atrativos, mas sofrem maior incidência de IR por serem de curto prazo.

 LCIs e LCAs (sem imposto de renda)

São hoje os produtos mais interessantes para quem pode deixar o dinheiro aplicado até o vencimento.

PrazoRentabilidade média
1 ano~93% do CDI
2 anos~94% do CDI
3 anosaté 95% do CDI

Isentos de IR
Proteção do FGC
Ganham relevância em cenário de juros altos

Por que a renda fixa ainda é atrativa mesmo com previsão de queda?

Mesmo que a Selic caia para 13% ou 12%, o Brasil continuará oferecendo juros muito acima da média global. Isso sustenta:

  • Ganhos reais elevados

  • Baixo risco comparado à renda variável

  • Excelente relação risco-retorno

Ainda é o momento da renda fixa

A decisão do Copom reforça que o ciclo de cortes ainda não começou, e isso mantém a renda fixa em posição privilegiada. Para o investidor, o cenário é claro:

Juros altos ainda duram
Pós-fixados continuam vantajosos
LCIs e LCAs ganham destaque
Promoções bancárias podem turbinar ganhos no curto prazo

Enquanto a Selic permanecer nesse patamar, o dinheiro conservador trabalha forte.

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Luciana Ribeiro é contadora e consultora tributária com mais de 12 anos de experiência no setor fiscal. Especialista em legislação tributária e Imposto de Renda, produz conteúdos práticos que ajudam pessoas e empresas a se manterem em dia com suas obrigações fiscais e evitarem erros na declaração.

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