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Início » BBAS3 vai explodir ou derreter? Analistas divergem sobre futuro do Banco do Brasil após turbulências políticas
Mercados

BBAS3 vai explodir ou derreter? Analistas divergem sobre futuro do Banco do Brasil após turbulências políticas

Entre medo político, governança questionada e lucros em queda, investidores avaliam se é hora de reforçar posição em BBAS3 ou migrar para Itaú, considerado mais estável.
Felipe AndradePor Felipe Andrade15 de outubro de 20254 minutos lidos
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BBAS3 vai explodir ou derreter? Analistas divergem sobre futuro do Banco do Brasil após turbulências políticas
BBAS3 vai explodir ou derreter? Analistas divergem sobre futuro do Banco do Brasil após turbulências políticas

O Banco do Brasil (BBAS3) está novamente no centro das atenções do mercado financeiro. Após semanas de volatilidade, as ações voltaram a ser tema de debate entre investidores e analistas — divididos entre quem vê uma oportunidade de compra e quem teme novos tombos provocados pelo cenário político.

O analista Luan, do canal Invest Cuts, destacou que a precificação atual do Banco do Brasil — em torno de R$ 21 — não reflete apenas o risco da chamada “Lei Magnitsky”, mas sim uma combinação de fatores como lucros em queda e aumento da inadimplência. Segundo ele, “o medo do mercado brasileiro é exagerado: o que o Lula fala derruba a Bolsa, o que o Tarcísio fala faz subir. Mas essa volatilidade é muito mais política do que fundamentalista”.

Entenda o impacto da Lei Magnitsky

O tema que mais preocupa o mercado é a chamada Lei Magnitsky, que poderia sancionar bancos que operam com instituições públicas em determinadas condições. O medo é de que o Banco do Brasil seja diretamente afetado e, por consequência, Itaú, Bradesco e outras instituições que mantêm transações com ele também sofram bloqueios automáticos.

Luan explica que, na prática, esse risco é improvável. “Todos os CEOs dos grandes bancos já afirmaram que cumprem a legislação e que não há risco de sanção real. O mercado precificou o pânico, não a realidade”, afirma.

Governança e risco político: Itaú ainda é o “porto seguro”

Mesmo sendo o maior banco em participação no agronegócio, o Banco do Brasil enfrenta críticas sobre sua governança. O analista lembra que “o Itaú tem uma gestão mais sólida e previsível, o que reduz o risco para investidores de longo prazo”.

Essa percepção reforça a diferença entre perfis: investidores que buscam segurança tendem a preferir Itaú, mesmo pagando mais caro pelas ações. Já quem aposta em valorização de médio e longo prazo vê o BBAS3 como uma oportunidade de compra, especialmente pelo desconto atual em relação ao valor patrimonial.

Resultados pressionados e perspectivas para 2025

Os resultados recentes reforçam o clima de cautela. O Banco Central apontou lucro mensal de R$ 600 milhões no início do terceiro trimestre — bem abaixo dos R$ 2 bilhões esperados. Essa desaceleração ocorre por causa do crédito rural e da safra passada, que impactam o desempenho atual.

Luan destaca que o banco ainda sente os efeitos de empréstimos concedidos há um ano e que a retomada só deve aparecer entre o fim de 2025 e 2026. “O banco não vai voltar a lucros de R$ 9 bilhões por trimestre tão cedo, mas também não está em prejuízo. É um momento de ajuste, não de colapso”, pondera.

Dividendos e preço justo: oportunidade ou armadilha?

Mesmo com lucros menores, o Banco do Brasil segue atraindo investidores de dividendos. O rendimento pode cair de 10%–12% para cerca de 6% ao ano, mas ainda é considerado competitivo diante da Selic elevada.

Na visão do analista, “até R$ 22 ou R$ 23 a ação segue interessante para aumentar posição, desde que o investidor entenda o risco político e o tempo de maturação da recuperação”. Ele reforça que a instituição, com mais de 200 anos de história, “já sobreviveu a diversas crises e sempre teve o governo como amortecedor em períodos de turbulência”.

BBAS3 x ITUB4: qual faz mais sentido hoje?

Para investidores de perfil conservador, Itaú (ITUB4) segue sendo a escolha mais confortável, com rentabilidade consistente e menor interferência estatal. Já o Banco do Brasil oferece maior margem de valorização no médio prazo — desde que a política não volte a interferir.

Como resume Luan: “Se você quer qualidade e previsibilidade, compre Itaú. Se busca preço e potencial de valorização, o Banco do Brasil é uma oportunidade. Mas é preciso saber ler os resultados e ter paciência”.

O jogo de longo prazo

O futuro do BBAS3 depende menos da política e mais da capacidade de o banco ajustar sua carteira de crédito e reconquistar confiança do mercado. Para investidores atentos ao timing e ao risco, a ação pode ser uma oportunidade de multiplicar ganhos nos próximos anos — especialmente se o ciclo de lucros voltar a crescer a partir de 2026.

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Felipe Andrade
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Felipe Andrade é analista de investimentos e colunista financeiro. Com ampla experiência em renda variável e mercados globais, já atuou em corretoras e casas de análise. Em A Revista, oferece análises sobre bolsa de valores, câmbio e commodities, com foco em tendências e oportunidades para investidores.

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