Fechar Menu
A Revista
  • Home
  • Notícias
  • Mercados
  • Ações
  • Dividendos
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Finanças
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista
domingo, 22 fevereiro / 2026
  • Home
  • Notícias
  • Mercados
  • Ações
  • Dividendos
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Finanças
A Revista
Início » GGRC11 cresce em cotistas, lucra R$ 34 milhões e pode recomprar cotas com 10% de desconto
Fundos Imobiliários (FIIs)

GGRC11 cresce em cotistas, lucra R$ 34 milhões e pode recomprar cotas com 10% de desconto

Relatório de janeiro mostra resultado forte com venda de imóveis, avanço do programa Renova e possível recompra que pode impulsionar a cota
Carlos MenezesPor Carlos Menezes22 de fevereiro de 20264 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

O relatório gerencial de janeiro do GGRC11 trouxe números relevantes para os cotistas e reforçou mudanças estruturais importantes no fundo. Com crescimento expressivo no número de investidores, resultado elevado impulsionado por venda de ativos e desconto relevante frente ao valor patrimonial, o fundo volta ao radar de quem busca renda recorrente com potencial de valorização.

Mesmo com a cota ainda “amassada”, pressionada por emissões recentes — cenário semelhante ao observado em outros FIIs como TRXF11 e GAR11 — o GGRC11 mantém fundamentos sólidos, vacância controlada e geração de caixa consistente.

Estrutura atual do GGRC11

O fundo encerrou janeiro com os seguintes números:

  • 36 imóveis

  • ABL total de 711 mil m²

  • 41 inquilinos

  • Prazo médio de contratos: 4,94 anos

  • 290.959 cotistas

  • Valor patrimonial da cota: R$ 11,22

  • Cotação de fechamento do mês: R$ 10,50

  • Patrimônio líquido: R$ 2,403 bilhões

  • Liquidez média mensal: R$ 8,64 milhões

A cota segue negociando com aproximadamente 10% de desconto sobre o valor patrimonial, o que abre espaço para eventuais ganhos caso a recompra de cotas seja aprovada.

Nos últimos 12 meses, o fundo entregou 11,93% de dividend yield, pagando R$ 0,10 por cota mensalmente.

Resultado de janeiro: impacto da venda de imóveis

O grande destaque do mês foi a venda de dois ativos (Campinas e Covolan), que geraram aproximadamente R$ 165 milhões em receitas, impactando diretamente o resultado.

Resultado por cota:

IndicadorValor
Resultado totalR$ 34,4 milhões
Resultado por cotaR$ 0,16
DistribuídoR$ 0,10
Retido para reservaR$ 0,06

O fundo optou por fortalecer a reserva acumulada, preservando parte do lucro extraordinário, o que contribui para maior previsibilidade futura na distribuição.

Despesas e alavancagem

Janeiro registrou aumento pontual nas despesas, comuns no início do ano:

  • Despesas totais: R$ 2 milhões

  • Impostos: R$ 2 milhões

  • Alavancagem atual: 11,3%

  • Passivo total: R$ 306 milhões

A estrutura segue controlada. O fluxo de amortização é equilibrado e não representa risco relevante no curto prazo.

O fundo possui aproximadamente R$ 2,7 bilhões em ativos, distribuídos entre:

  • Imóveis: R$ 2 bilhões

  • FIIs: R$ 439 milhões

  • Outras aplicações: R$ 180 milhões

  • Recebíveis: R$ 74 milhões

Perfil da receita e concentração

Principais inquilinos:

  • Renault: 12,55%

  • Americanas: 11,34%

  • Ambev: 11,11%

Distribuição geográfica:

  • Sul: 56,5%

  • São Paulo: 26,6%

  • Paraná: 24,7%

  • Minas Gerais: 16,7%

Segmentação por tipo de imóvel:

  • Logístico: 68%

  • Industrial: 15%

  • Híbridos: 15,9%

A vacância permanece praticamente zerada, após venda do imóvel que apresentava desocupação.

Reajustes e contratos

  • 90% dos contratos corrigidos pelo IPCA

  • Reajuste médio recente: 8,23%

  • Vencimentos em 2026: 14%

O preço médio de locação caiu de R$ 28,59 para R$ 27,20 após vendas recentes, mas há espaço para recomposição nas próximas renegociações.

Assembleia e possíveis mudanças no regulamento

A Assembleia Geral Extraordinária convocada propõe:

  • Substituição da administradora para a Vórtx

  • Mudança de denominação do fundo (ticker permanece GGRC11)

  • Aprovação de programa de recompra de cotas

  • Regras adicionais de governança

  • Limite de 10% para voto em matérias sensíveis

  • Possibilidade de transações com fundos administrados pela nova administradora

Nenhum ponto apresenta aumento de custo ao cotista. A recompra de cotas, caso aprovada, poderá ocorrer quando houver desconto relevante frente ao VP.

Com desconto atual próximo de 10%, a recompra poderia funcionar como catalisador de valorização no curto prazo.

Programa Renova: modernização dos ativos

O fundo formalizou o programa “Renova”, iniciativa de melhorias físicas e operacionais nos imóveis.

Status atual:

  • Obras em andamento em unidades como Renault, VW MAN e CD Santa Cruz (Anápolis)

  • Obras da fase 2 do CD Santa Cruz com 80% concluídas

  • Conclusões recentes em Guarulhos (Ambev) e Cuiabá

Embora o programa represente essencialmente manutenção ativa dos ativos, a formalização reforça o foco da gestão na preservação e valorização patrimonial.

Crescimento expressivo de cotistas

O número de investidores saltou de 257 mil para 290 mil em um mês — crescimento superior a 13%.

O GGRC11 já figura entre os 12 maiores FIIs em número de cotistas e deve ultrapassar 300 mil investidores em breve.

Performance histórica

Desde o início:

  • Rentabilidade acumulada: 90,46%

  • IFIX no período: 89,65%

  • CDI líquido: inferior ao fundo

  • IPCA: amplamente superado

Mesmo com a cotação pressionada por emissões, o fundo conseguiu preservar poder de compra e entregar retorno competitivo frente ao mercado.

GGRC11 está barato?

Com:

  • Vacância praticamente zerada

  • Alavancagem controlada

  • Yield próximo de 12%

  • Crescimento de base de cotistas

  • Desconto relevante frente ao VP

O fundo apresenta fundamentos sólidos, mas ainda sofre pressão de mercado típica pós-emissões.

A possível recompra de cotas pode ser um divisor de águas, caso seja implementada com disciplina de capital.

O cenário atual coloca o GGRC11 como um FII de tijolo com retorno elevado, governança reforçada e espaço para valorização — especialmente se o mercado reduzir o desconto frente ao valor patrimonial.

Deixe o Seu Comentário

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

dividendos mensais FIIs logísticos fundos imobiliários IFIX recompra de cotas
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorRANI3 tem yield acima de 7% e segue com múltiplos baixos
Carlos Menezes
  • Site

Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

Leia Também

ALZR11 paga R$ 0,085 e carrega caixa bilionário: o que esperar do fundo em 2026

22 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)

SNAG11 aumenta dividendos e reforça força da carteira em 2026

21 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)

RURA11 paga 13% ao ano e negocia com desconto: vale entrar agora?

21 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)

KNCR11 paga mais de 14% ao ano isento de IR: ainda vale a pena comprar com P/VP acima de 1?

21 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)

IRIM11 paga o menor dividendo da história e cota atinge mínima histórica após relatório de janeiro

21 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)

CDII11 paga 16,30% ao ano e sobe para R$ 106: análise completa com dados atualizados

20 de fevereiro de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)
Últimas Notícias

GGRC11 cresce em cotistas, lucra R$ 34 milhões e pode recomprar cotas com 10% de desconto

Por Carlos Menezes22 de fevereiro de 20264 minutos lidos

RANI3 tem yield acima de 7% e segue com múltiplos baixos

22 de fevereiro de 2026

Bradesco (BBDC3) dispara 76%, eleva JCP e vira o único banco ainda “comprável”, segundo mercado

22 de fevereiro de 2026

BRSR6 dispara 75% no lucro e negocia com P/L de 4,4: ação ainda está barata?

22 de fevereiro de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Conheça os Especialistas da A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Lnha editorial
  • Política editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.