A PRIO (PRIO3) voltou ao radar dos investidores após divulgar um resultado forte no primeiro trimestre de 2026. A companhia registrou lucro líquido de US$ 460 milhões, avanço de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados ao mercado.
O Ebitda ajustado somou US$ 852 milhões, ficando acima das estimativas da XP, enquanto o desempenho operacional foi favorecido por preços mais altos do Brent e maior volume de venda de petróleo.
Produção maior e custo menor reforçam tese
O trimestre também mostrou melhora operacional. Segundo análise do BTG Pactual, a produção da PRIO cresceu 42% na comparação trimestral, chegando a 155 mil barris por dia, enquanto o custo de extração voltou para patamar de um dígito, em US$ 9,4 por barril.
Esses números ajudam a explicar por que a ação segue em destaque mesmo em um cenário de volatilidade para o petróleo.
| Indicador da PRIO no 1T26 | Resultado |
|---|---|
| Lucro líquido | US$ 460 milhões |
| Ebitda ajustado | US$ 852 milhões |
| Produção média | 155 mil barris/dia |
| Custo de extração | US$ 9,4/barril |
| Volume vendido | 14,8 milhões de barris |
Ação ainda depende do petróleo
Apesar do bom momento, PRIO3 continua sensível à cotação do Brent, ao câmbio e ao humor da Bolsa. Dados recentes mostram a ação negociando perto de R$ 65, com forte valorização acumulada em 12 meses, mas ainda abaixo das máximas recentes.
No esboço original, a região de R$ 72,98 aparece como ponto técnico importante para eventual rompimento e continuidade de alta.
A PRIO3 combina crescimento de produção, melhora de custos e forte geração operacional. O balanço do 1T26 reforça a tese positiva, mas a ação já subiu bastante e exige cautela. Para o investidor, o ponto central é acompanhar se a empresa conseguirá manter produção elevada e custos controlados nos próximos trimestres.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.







Deixe o Seu Comentário