Fechar Menu
A Revista
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Dividendos
  • Renda Fixa
    • Tesouro Direto
  • Quanto Rende
  • Economia
  • Finanças
    • Banco Digital
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista
sexta-feira, 20 março / 2026
  • Home
  • Ações
  • FIIs
  • Dividendos
  • Renda Fixa
    • Tesouro Direto
  • Quanto Rende
  • Economia
  • Finanças
    • Banco Digital
A Revista
Início » Selic deve cair em 2026: veja como o corte dos juros pode impulsionar ações e fundos imobiliários
Renda Fixa

Selic deve cair em 2026: veja como o corte dos juros pode impulsionar ações e fundos imobiliários

Com a taxa Selic mantida em 15% pelo Copom, mas com cortes projetados para 2026, especialistas explicam como investidores devem reposicionar suas carteiras diante da nova fase do ciclo econômico
André CarvalhoPor André Carvalho6 de novembro de 20254 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Selic
Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, sinalizando que o ciclo de cortes deve começar a partir de 2026. A decisão, vista como prudente diante da inflação ainda elevada, já provoca expectativas no mercado sobre os impactos dessa mudança na renda fixa, na bolsa de valores e, especialmente, nos fundos imobiliários (FIIs).

O Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo BC, projeta inflação de 4,55% para o fim de 2025 e redução gradual da Selic para 12,25% no próximo ano. Caso o cenário se confirme, a tendência é de valorização dos ativos de risco — um movimento clássico nos períodos de queda dos juros.

Emprego e renda: melhora estrutural ou voo de galinha?

Os números do IBGE apontam que o desemprego no Brasil caiu para 5,6%, o menor nível desde antes da pandemia. Em 2021, o índice era de 14,7%, e mesmo após oscilações, a tendência de queda se consolidou.
Apesar do avanço, analistas alertam que parte dessa melhora pode estar mascarada: há 65 milhões de brasileiros fora da força de trabalho, incluindo aposentados, donas de casa e trabalhadores informais.

A renda média também subiu, voltando ao patamar pré-pandemia de R$ 3.439, mas a inflação acumulada desde 2021 corrói o poder de compra. Paralelamente, o número de beneficiários do Bolsa Família caiu de 56 milhões para 49 milhões, o que indica um leve arrefecimento nas políticas de transferência de renda.

Mercado financeiro reage: Ibovespa em alta e otimismo moderado

O Ibovespa acumula alta de 25% em 2025, alcançando o patamar de 150 mil pontos, impulsionado por setores de commodities e bancos. A expectativa é de que o corte da Selic em 2026 estimule ainda mais a renda variável, já que os investidores tendem a migrar da renda fixa para ativos de maior retorno.

Entretanto, há dúvidas sobre a sustentabilidade desse crescimento. O Brasil enfrenta pressão fiscal, com R$ 3,3 trilhões arrecadados em impostos até novembro, enquanto o governo ainda luta para equilibrar as contas públicas.
Nos últimos três anos, foram 24 aumentos ou criações de tributos, o que acende o alerta sobre o impacto da carga tributária no crescimento econômico.

Selic em queda: quem ganha e quem perde

A relação entre a Selic e o Ibovespa é inversa: quando os juros caem, as ações sobem. Isso ocorre porque o custo de capital das empresas diminui, o consumo aumenta e os lucros corporativos crescem.
No entanto, nem todos os investimentos reagem da mesma forma à redução da taxa.

1. Fundos de papel: atenção ao risco de queda nos rendimentos

Fundos imobiliários atrelados ao CDI, como KNCR11 e MXRF11, podem ver seus dividendos diminuírem com a redução da Selic, já que suas receitas dependem diretamente dos juros. Apesar disso, há potencial de valorização das cotas à medida que o mercado antecipa o corte.

2. Fundos de tijolo: grandes beneficiados

Os fundos de tijolo, que investem em shoppings, galpões logísticos e lajes corporativas, tendem a se destacar com a queda da Selic.
Com juros menores, o crédito fica mais barato, o consumo cresce e o comércio é impulsionado — o que eleva as receitas e os dividendos desses fundos. Além disso, a valorização imobiliária e o aumento das locações reforçam o ciclo positivo do setor.

Cenário internacional: Fed também reduz juros

O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, realizou dois cortes consecutivos nas taxas de juros, reforçando o otimismo global.
Com a redução dos juros americanos, o fluxo de capital estrangeiro tende a migrar para mercados emergentes, como o Brasil, impulsionando a bolsa de valores e o real. Esse movimento, combinado à expectativa de queda da Selic, cria um ambiente propício para investimentos de médio e longo prazo.

Reposicionamento estratégico é essencial

A manutenção da Selic em 15% é o último suspiro de um ciclo de aperto monetário que começou em 2021. A partir de 2026, o mercado já precifica um ambiente de juros mais baixos, crescimento gradual e valorização de ativos de risco.
Para o investidor, a palavra de ordem é equilíbrio: manter parte da carteira em renda fixa para segurança, mas antecipar movimentos em ações e fundos imobiliários de tijolo, que tendem a liderar a próxima fase de valorização.

Deixe o Seu Comentário

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Copom fundos imobiliários Ibovespa renda fixa Selic 2026
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anterior10 melhores cartões de alta renda 2026: ranking completo com isenção, salas VIP e recompensas
Próximo artigo BB Seguridade (BBSE3) paga dividendos de R$ 2,05 por ação em fevereiro de 2026 após lucro recorde em 2025
André Carvalho
  • Site

Jornalista formado pela UFBA, especializado em Economia e Mercados Financeiros. Com mais de 10 anos de experiência, acompanha conjuntura econômica, política monetária e as decisões do Banco Central.

Leia Também

Tesouro faz maior intervenção em 13 anos e juros futuros disparam: mercado reduz apostas de corte da Selic

18 de março de 2026 Economia

ALZR11 fecha contrato milionário com Shopee enquanto RBVA11 lucra 130%: qual FII pode turbinar sua renda em 2026?

18 de março de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)
Como receber R$ 300 por mês com MXRF11 e BTCI11: estratégia de renda passiva com FIIs ganha força em 2026

Como receber R$ 300 por mês com MXRF11 e BTCI11: estratégia de renda passiva com FIIs ganha força em 2026

18 de março de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)
A Revista: o novo protagonista do jornalismo financeiro no Brasil

A Revista: o novo protagonista do jornalismo financeiro no Brasil

18 de março de 2026 Economia
Como receber R$ 500 por mês com FIIs? Estratégia com 4 fundos revela quanto investir e chama atenção dos brasileiros

Como receber R$ 500 por mês com FIIs? Estratégia com 4 fundos revela quanto investir e chama atenção dos brasileiros

18 de março de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)
fundos imobiliários, renda passiva, nubank rendimento, fiis 2026, investimentos

4 FIIs que estão pagando mais que a caixinha do Nubank — e quase ninguém percebe o impacto do imposto

18 de março de 2026 Fundos Imobiliários (FIIs)
Últimas Notícias

RX 7600 ainda vale a pena em 2026? Placa surpreende no custo-benefício e desafia rivais mais caras

Por Mariana Duarte19 de março de 20263 minutos lidos

RTX 5060 vale a pena? DLSS 5 entra em cena e pode mudar o jogo das GPUs intermediárias

19 de março de 2026

Vale a pena comprar o Galaxy A07 4G? Modelo barato da Samsung surpreende no essencial

19 de março de 2026

Vale pagar mais no Poco X8 Pro ou o X7 Pro ainda segura o jogo?

19 de março de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Nossa linha editorial
  • Política Editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.