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Início » Prefixado a 13% ou IPCA+ 7,5%: qual título do Tesouro vale mais em 2026?
Quanto Rende

Prefixado a 13% ou IPCA+ 7,5%: qual título do Tesouro vale mais em 2026?

Com prefixados perto de 13% ao ano e títulos IPCA+ pagando cerca de 7,5% acima da inflação, investidores voltam a avaliar qual estratégia pode render mais no longo prazo
Luciana RibeiroPor Luciana Ribeiro16 de março de 20265 minutos lidos
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A alta recente das taxas dos títulos públicos voltou a colocar a renda fixa brasileira no centro das atenções dos investidores. Com títulos prefixados próximos de 13% ao ano e papéis atrelados à inflação pagando cerca de IPCA +7,5%, o debate sobre qual opção é mais vantajosa voltou a ganhar força em 2026.

O interesse crescente pelos títulos públicos também aparece nos números do Tesouro Direto. Somente em janeiro, os investimentos superaram R$ 12 bilhões, estabelecendo um novo recorde histórico de aportes no programa.

Esse movimento ocorre em um cenário de juros elevados no Brasil e maior busca por previsibilidade de rendimento, especialmente após anos em que a renda fixa oferecia retornos bem menores.

Taxas atuais dos títulos do Tesouro Direto

A abertura recente da curva de juros levou os rendimentos dos títulos públicos a patamares considerados elevados para os padrões históricos do país.

Veja alguns exemplos de taxas observadas atualmente no Tesouro Direto:

TítuloRentabilidade aproximada
Tesouro Prefixado 2029cerca de 12,9% ao ano
Tesouro Prefixado 2032cerca de 13,3% ao ano
Tesouro Prefixado 2037cerca de 13,5% ao ano
Tesouro IPCA+ 2032cerca de IPCA +7,5%
Tesouro IPCA+ 2040cerca de IPCA +7,2%
Tesouro IPCA+ 2050cerca de IPCA +6,9%

Considerando uma inflação próxima de 4,5% ao ano, um título IPCA+ 7,5% pode gerar uma rentabilidade total próxima de 12% ao ano, dependendo da inflação acumulada.

O que fez as taxas da renda fixa subirem

A rentabilidade dos títulos públicos está diretamente ligada às expectativas do mercado sobre inflação, juros e cenário fiscal.

Nos últimos meses, alguns fatores contribuíram para a elevação das taxas:

  • inflação ainda resistente

  • juros elevados no Brasil

  • aumento da percepção de risco fiscal

  • incertezas no cenário internacional

Além disso, a Selic ainda está em patamar elevado, o que mantém a renda fixa bastante competitiva em comparação a outros investimentos.

Outro ponto importante é a chamada curva de juros futuros, que reflete a expectativa do mercado sobre como estarão os juros nos próximos anos. Quando essa curva sobe, os títulos prefixados e IPCA+ passam a pagar taxas maiores.

Semelhanças entre Tesouro prefixado e IPCA+

Apesar das diferenças na forma de remuneração, os dois títulos possuem características importantes em comum.

Mesmo risco de crédito

Tanto o Tesouro prefixado quanto o Tesouro IPCA+ são emitidos pelo governo federal.

Isso significa que ambos carregam risco soberano, considerado o menor risco de crédito dentro do mercado financeiro brasileiro.

Na prática, investir nesses títulos significa emprestar dinheiro ao governo, que devolve o valor acrescido de juros no vencimento.

Rentabilidade historicamente superior ao Tesouro Selic

Títulos prefixados e IPCA+ costumam oferecer retornos maiores no longo prazo quando comparados ao Tesouro Selic.

Isso acontece porque esses papéis:

  • possuem prazo mais longo

  • sofrem oscilações de preço

  • envolvem maior risco de mercado

Em troca, o investidor recebe taxas mais altas.

Prazos mais longos de vencimento

Outra característica importante é o prazo.

Os títulos prefixados disponíveis no Tesouro Direto costumam ter vencimentos entre 2029 e 2037.

Já os títulos IPCA+ podem ter vencimentos muito mais longos, chegando a 2050 ou até 2060.

Quanto maior o prazo, maior a incerteza econômica — e maior a taxa oferecida ao investidor.

A principal diferença entre os títulos

A diferença central entre os dois títulos está no indexador da rentabilidade.

Tesouro prefixado

No prefixado, a taxa de rendimento é definida no momento da compra.

Exemplo:

  • investimento pagando 13% ao ano

Se o investidor levar o título até o vencimento, essa será exatamente a rentabilidade anual do investimento.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA+ possui uma estrutura híbrida:

  • inflação medida pelo IPCA

  • taxa fixa adicional

Exemplo:

IPCA + 7,5% ao ano

Isso significa que o investidor garante ganho real acima da inflação, preservando o poder de compra do dinheiro ao longo do tempo.

Em quais cenários cada título se destaca

Cada título tende a performar melhor em determinados cenários econômicos.

Cenário favorável ao prefixado

O prefixado se destaca quando:

  • a inflação cai

  • os juros recuam nos próximos anos

  • a economia se estabiliza

Se um investidor trava uma taxa de 13% ao ano hoje e os juros caem para 10% ou menos no futuro, ele passa a ganhar mais do que quem fizer novos investimentos.

Cenário favorável ao IPCA+

Já o título IPCA+ tende a se destacar quando:

  • a inflação sobe

  • o país enfrenta instabilidade econômica

  • os juros voltam a subir

Nesse caso, o investidor mantém proteção contra a perda de poder de compra.

Por exemplo:

  • inflação sobe para 8% ao ano

  • título paga IPCA +7%

A rentabilidade total pode chegar a 15% ao ano.

Qual título pode ser melhor em 2026

Para muitos investidores, a melhor estratégia não é escolher apenas um tipo de título.

Uma carteira equilibrada costuma combinar diferentes indexadores.

Exemplo de distribuição em renda fixa:

Tipo de títuloParticipação
IPCA+50%
Prefixado25%
Pós-fixado (Selic/CDI)25%

Esse modelo ajuda a proteger a carteira em diferentes cenários:

  • inflação alta → IPCA+ protege o poder de compra

  • queda de juros → prefixado garante rendimento maior

  • juros elevados → pós-fixado acompanha a Selic

Renda fixa volta ao radar dos investidores

A volta das taxas elevadas mudou novamente o comportamento do investidor brasileiro.

Há poucos anos, títulos IPCA+ pagavam menos de 5% acima da inflação. Hoje, alguns papéis oferecem mais de 7% de juro real, o que representa um dos níveis mais altos da última década.

Com isso, a renda fixa voltou a ganhar espaço nas carteiras, especialmente entre investidores que buscam segurança, previsibilidade e renda de longo prazo.

E com juros próximos de 13% ao ano, muitos analistas consideram que o momento atual pode ser um dos mais atrativos dos últimos anos para travar boas rentabilidades no Tesouro Direto.

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Luciana Ribeiro é contadora e consultora tributária com mais de 12 anos de experiência no setor fiscal. Especialista em legislação tributária e Imposto de Renda, produz conteúdos práticos que ajudam pessoas e empresas a se manterem em dia com suas obrigações fiscais e evitarem erros na declaração.

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