Fechar Menu
A Revista | Economia, Finanças, Negócios e Mercado
  • Home
  • Economia
  • Finanças
  • Mercados
  • Investimentos
  • Negócios
  • Carreiras
  • Tecnologia
  • Consumo
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista | Economia, Finanças, Negócios e Mercado
sábado, 5 setembro / 2026
  • Home
  • Economia
  • Finanças
  • Mercados
  • Investimentos
  • Negócios
  • Carreiras
  • Tecnologia
  • Consumo
A Revista | Economia, Finanças, Negócios e Mercado
Início » Você sabia que dá para investir em ouro com apenas R$ 10? Entenda o GOLD11
Investimentos

Você sabia que dá para investir em ouro com apenas R$ 10? Entenda o GOLD11

André CarvalhoPor André Carvalho14 de novembro de 20254 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

O GOLD11 voltou ao centro das atenções do mercado brasileiro ao se consolidar como a forma mais acessível, simples e eficiente de investir em ouro sem precisar comprar o metal físico ou enfrentar as limitações dos fundos multimercados tradicionais. Lançado em dezembro de 2020, o ETF transformou o acesso ao ouro ao replicar o desempenho de um dos maiores fundos lastreados em ouro do mundo, negociado nos Estados Unidos.

O que é o GOLD11 e como ele funciona

O GOLD11 é um ETF (Exchange Traded Fund) que busca refletir a variação de preço do ouro no mercado internacional. Em vez de comprar ouro diretamente, o fundo adquire cotas de um grande ETF global que mantém ouro físico armazenado em cofres. Isso permite que o investidor brasileiro tenha uma exposição real ao metal sem lidar com custódia, transporte ou risco de armazenamento.

Cada cota é negociada diretamente na B3, com liquidez diária, seguindo as regras de um ativo de renda variável. O valor de entrada é baixo: aproximadamente R$ 10 por cota, o que torna o ativo acessível para qualquer orçamento — diferente de contratos de ouro na B3, que exigem aporte inicial elevado.

GOLD11 x Fundos de ouro tradicionais: quem leva vantagem

Fundos de ouro disponíveis no Brasil geralmente são classificados como multimercados, o que implica a cobrança do mecanismo de come-cotas. Nesse modelo, o Imposto de Renda é descontado automaticamente duas vezes ao ano (maio e novembro), reduzindo o montante investido e limitando o efeito dos juros compostos.

No GOLD11, a tributação só ocorre no momento da venda das cotas, com alíquota de 15% sobre o lucro. Além disso, se o investidor possuir prejuízos acumulados em outros ativos, pode compensá-los e reduzir — ou até eliminar — o IR a pagar.

Outra vantagem é a liquidez: enquanto fundos tradicionais podem exigir prazos de resgate de até D+7, o GOLD11 segue o padrão da Bolsa, com liquidação em D+2, facilitando a movimentação da carteira.

Taxas: a principal desvantagem do ETF

Apesar dos benefícios, o GOLD11 tem uma desvantagem importante: a soma das taxas de administração. O ETF brasileiro cobra 0,30% ao ano, mas como replica um ETF internacional, repassa também a taxa do fundo estrangeiro, em média 0,25% ao ano.

Mesmo assim, o custo total ainda compete com vários fundos brasileiros, que chegam a cobrar taxas acima de 0,50% ao ano.

Investir em ouro aqui ou lá fora: o que muda

Para quem investe no exterior, o ETF internacional que lastreia o GOLD11 pode ser comprado diretamente, pagando apenas a taxa do fundo americano. Investidores que movimentam até R$ 35 mil por mês em vendas no exterior são isentos de IR — benefício que não se aplica ao GOLD11.

Por outro lado, manter investimentos em dólar implica custos adicionais:

  • IOF de até 1,1% sobre remessa;

  • Spread cambial de compra e venda;

  • Novas taxas ao repatriar o dinheiro.

Por isso, o GOLD11 se torna mais eficiente para quem pretende usar o dinheiro no Brasil nos próximos anos ou deseja apenas uma exposição estratégica ao ouro na própria carteira nacional.

Liquidez e praticidade: os pontos fortes do GOLD11

O ETF movimenta cerca de R$ 700 mil por dia, acima da liquidez de muitos contratos de ouro negociados na B3. Para iniciantes, isso significa facilidade para comprar e vender, sem necessidade de lotes mínimos e com a possibilidade de operar no mercado fracionário.

Com apenas R$ 10 já é possível se expor ao ouro — algo impossível no mercado de ouro físico ou em contratos futuros, que exigem aportes de alto valor.

O que considerar antes de investir

O ouro é um ativo de proteção, conhecido por atuar como “seguro” em momentos de crise econômica, tensões geopolíticas e desvalorização cambial. No entanto, o metal não paga dividendos, não gera renda e pode oscilar fortemente no curto prazo.

O GOLD11 é mais indicado para:

  • proteger a carteira contra inflação e volatilidade;

  • diversificar o patrimônio;

  • montar uma estratégia antifrágil;

  • equilibrar períodos de estresse nos mercados tradicionais.

Para quem busca renda mensal, o ouro não é o ativo ideal. Nesse caso, ações, FIIs e ativos de renda fixa são mais adequados.

GOLD11 vale a pena em 2025?

Para a maioria dos investidores, sim. O ETF combina:

  • facilidade de acesso;

  • baixo valor de entrada;

  • liquidez diária;

  • exposição internacional;

  • eliminação do come-cotas;

  • simplificação operacional.

Ainda que tenha custo maior que comprar diretamente lá fora, o GOLD11 resolve praticamente todos os obstáculos de investir em ouro físico ou em fundos multimercados, tornando-se a opção mais prática do mercado brasileiro.

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

ETF de ouro GOLD11 investimento em ouro ouro renda variável
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorSHUL4 despenca em 2025, mas fundamentos revelam joia rara com caixa líquido e forte potencial de alta
Próximo artigo Vulcabras (VULC3) anuncia dividendo bilionário e aumento de capital: ação pode recuar após o 3T25
André Carvalho
  • Site

André Luís Carvalho é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), fundador e editor-chefe da A Revista. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, lidera a cobertura de economia, finanças, mercados, investimentos, negócios, carreiras e tecnologia, com foco em informação clara, responsável e relevante para os brasileiros.

Leia Também

Quem tem R$ 10 mil investidos pode chegar a R$ 20 mil em quanto tempo? Veja a conta

Quem tem R$ 10 mil investidos pode chegar a R$ 20 mil em quanto tempo? Veja a conta

4 de setembro de 2026 Investimentos
MGLU3 sobe 25% na semana e gráfico aponta novos alvos para Magalu

MGLU3 sobe 25% na semana e gráfico aponta novos alvos para Magalu

4 de setembro de 2026 Investimentos
TIMS3, BBDC4 e mais 3 ações podem anunciar dividendos em setembro

TIMS3, BBDC4 e mais 3 ações podem anunciar dividendos em setembro

4 de setembro de 2026 Investimentos

CSNA3 ainda pode disparar? Venda da CSN Cimentos esbarra em dívida de R$ 42 bilhões

4 de setembro de 2026 Investimentos

MGLU3 dispara com Mercado Livre, mas prejuízo de R$ 72 milhões ainda desafia o Magalu

4 de setembro de 2026 Investimentos

BBAS3 sobe, mas inadimplência ainda preocupa e XP mantém cautela com Banco do Brasil

4 de setembro de 2026 Investimentos
Últimas Notícias
Pix internacional vem aí? Banco Central estuda conexão com sistemas de outros países

Pix internacional vem aí? Banco Central estuda conexão com sistemas de outros países

Por Thailane Oliveira4 de setembro de 20264 minutos lidos
Quem tem R$ 10 mil investidos pode chegar a R$ 20 mil em quanto tempo? Veja a conta

Quem tem R$ 10 mil investidos pode chegar a R$ 20 mil em quanto tempo? Veja a conta

4 de setembro de 2026
Ibovespa dispara 5,4% na semana e dólar recua com entrada de capital estrangeiro

Ibovespa dispara 5,4% na semana e dólar recua com entrada de capital estrangeiro

4 de setembro de 2026
União Europeia interrompe importação de carne brasileira e governo tenta reverter restrição

União Europeia interrompe importação de carne brasileira e governo tenta reverter restrição

4 de setembro de 2026

Informação que ajuda nas suas decisões

Receba as principais notícias sobre economia, finanças, mercados, investimentos, negócios, carreiras, tecnologia e consumo diretamente no seu e-mail.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Aviso Legal
  • Equipe
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Nossa linha editorial
  • Política Editorial
© 2026 A Revista — Todos os direitos reservados. A Revista é um portal jornalístico dedicado a economia, finanças, mercados, investimentos, negócios, carreiras, tecnologia e consumo. Nosso conteúdo tem caráter informativo e busca oferecer contexto, clareza e utilidade para as decisões do leitor. Informações financeiras não constituem recomendação de investimento. O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.