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Início » Banco do Brasil (BBAS3) perde força com inadimplência recorde e queda no lucro: o que esperar agora?
Investimentos

Banco do Brasil (BBAS3) perde força com inadimplência recorde e queda no lucro: o que esperar agora?

Resultados pressionados pelo agronegócio e aumento das provisões colocam o banco sob cautela, mesmo com valuation ainda atrativo
André CarvalhoPor André Carvalho25 de abril de 20264 minutos lidos
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O Banco do Brasil (BBAS3) voltou ao radar dos investidores após uma sequência de resultados mais fracos, marcada por aumento expressivo da inadimplência, crescimento das provisões e queda relevante no lucro líquido.

Desde meados de 2025, os números vêm se deteriorando trimestre após trimestre, frustrando expectativas do mercado e impactando diretamente o desempenho das ações, que já chegaram a ser negociadas próximas de R$ 28 e hoje operam na faixa dos R$ 22–23 .

O que está por trás da piora nos resultados

O principal fator de pressão sobre o banco está no agronegócio, setor no qual o Banco do Brasil possui forte exposição.

Historicamente, a inadimplência do agro gira em torno de apenas 1%, considerada extremamente baixa. No entanto, esse número disparou para cerca de 6% recentemente — um patamar fora da curva .

Esse cenário é resultado de uma combinação de fatores:

  • Juros elevados, que encarecem o crédito
  • Queda nos preços das commodities
  • Aumento das recuperações judiciais no setor
  • Necessidade maior de capital de giro

Além disso, houve crescimento significativo das provisões para devedores duvidosos (PDD), impactando diretamente o lucro do banco.

Lucro caiu, mas o banco segue lucrativo

Mesmo com o cenário adverso, o Banco do Brasil continua sendo altamente lucrativo.

Em 2024, o banco registrou lucro recorde próximo de R$ 35 bilhões. Já em 2025, houve forte queda, com lucro estimado em cerca de R$ 20 bilhões — uma redução significativa .

Ainda assim, o número mostra a resiliência do banco:

  • Mesmo em um ano considerado ruim, o lucro permanece bilionário
  • Diversificação de receitas ajuda a sustentar resultados
  • Segmentos como seguros e consórcios continuam performando bem

Avaliação do mercado: cautela no curto prazo

O mercado atualmente adota uma postura mais conservadora com BBAS3.

Segundo análises recentes:

  • Maioria das recomendações está em “manter”
  • Preço-alvo médio foi reduzido para cerca de R$ 26–27
  • Há poucas recomendações de compra agressiva

Isso reflete uma visão clara:
 O curto prazo é desafiador
 Mas os fundamentos de longo prazo permanecem intactos

Indicadores atualizados do Banco do Brasil

IndicadorValor aproximado
Preço atual da açãoR$ 22 – R$ 23
Lucro 2024~R$ 35 bilhões
Lucro projetado 2025~R$ 20 bilhões
Inadimplência no agro~6%
Média histórica do agro~1%
Dividend yield projetado~4,6%
Preço-alvo médio (analistas)~R$ 26 – R$ 27

Dividendos devem perder força no curto prazo

Um dos principais atrativos do Banco do Brasil sempre foi o pagamento de dividendos elevados.

No entanto, com:

  • Lucro pressionado
  • Aumento das provisões
  • Corte no payout

A expectativa é de dividendos menores no curto e médio prazo.

Ainda assim, o banco segue com histórico consistente de distribuição, o que mantém o interesse de investidores de longo prazo.

O banco continua forte — e isso muda o jogo

Apesar do momento ruim, é importante destacar:

  • O Banco do Brasil possui mais de 80 empresas no conglomerado
  • Lidera diversos segmentos financeiros
  • Tem forte presença no crédito, seguros e consórcios
  • Mantém relevância estrutural na economia brasileira

Além disso, mesmo em cenário adverso, o banco segue lucrativo — algo que poucas empresas conseguem manter.

Vale a pena investir em BBAS3 agora?

O cenário atual exige cautela.

Pontos negativos:

  • Curto prazo pressionado
  • Alta inadimplência
  • Redução do lucro
  • Menor pagamento de dividendos

Pontos positivos:

  • Banco sólido e resiliente
  • Forte geração de caixa no longo prazo
  • Valuation descontado
  • Exposição ao agronegócio (setor cíclico, mas relevante)

A conclusão é clara:

 Não é momento de euforia
 Mas também não é um caso de deterioração estrutural

Momento ruim, mas fundamentos seguem intactos

O Banco do Brasil atravessa um dos períodos mais desafiadores recentes, com impacto direto no lucro e na percepção do mercado.

Ainda assim, os fundamentos permanecem sólidos, e o banco continua sendo uma das instituições financeiras mais relevantes do país.

Para o investidor, o cenário atual representa mais um teste de paciência do que uma mudança estrutural no negócio.

A grande questão agora não é se o banco está ruim —
mas sim quanto tempo levará para o ciclo voltar a melhorar.

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André Carvalho
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Jornalista formado pela UFBA, especializado em Economia e Mercados Financeiros. Com mais de 10 anos de experiência, acompanha conjuntura econômica, política monetária e as decisões do Banco Central.

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