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Início » TIGAR11 despenca até 15% em poucos dias: o que está por trás da queda histórica do fundo imobiliário
Fundos Imobiliários (FIIs)

TIGAR11 despenca até 15% em poucos dias: o que está por trás da queda histórica do fundo imobiliário

Fundo de desenvolvimento revisa projeções de renda para 2026, assusta o mercado e provoca uma das maiores quedas recentes entre os FIIs.
Felipe AndradePor Felipe Andrade29 de janeiro de 20264 minutos lidos
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O fundo imobiliário TIGAR11 protagonizou uma das quedas mais expressivas do mercado de FIIs nos últimos anos. Em poucos dias, a cota acumulou recuo próximo de 15%, incluindo uma desvalorização superior a 10% em um único pregão, algo raro dentro do segmento imobiliário.

A movimentação abrupta surpreendeu investidores e levantou dúvidas sobre a real situação do fundo, que até então figurava entre os mais comentados do mercado, com uma base próxima de 100 mil cotistas.

Por que o TIGAR11 caiu tão forte?

A queda não foi aleatória. Ela tem motivação clara e objetiva:
revisão negativa do guidance de rendimentos para o primeiro semestre de 2026.

O fundo informou que a nova expectativa de distribuição passou a ficar no intervalo entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota, abaixo do patamar histórico recente. O mercado, que precifica FIIs essencialmente pela renda futura, reagiu de forma imediata e intensa.

Na prática, a expectativa predominante passou a ser de rendimentos mais próximos da faixa intermediária, em torno de R$ 0,85 por cota, o que representa queda relevante frente aos pagamentos anteriores.

Entendendo o risco: TIGAR11 é um fundo de desenvolvimento

O TIGAR11 pertence ao segmento de desenvolvimento imobiliário, um dos mais arriscados dentro do universo dos fundos imobiliários.

Diferente dos FIIs de tijolo tradicionais (shoppings, lajes, galpões) ou dos fundos de papel, o fundo de desenvolvimento:

  • Investe em projetos imobiliários ainda em fase de obra

  • Depende da venda dos ativos para gerar receita

  • Sofre forte impacto do ciclo econômico e dos juros

Ou seja, não há previsibilidade mensal de aluguel. A renda depende diretamente da velocidade de vendas dos empreendimentos.

Selic alta trava vendas e afeta o caixa

O principal fator por trás da revisão de rendimentos é o cenário macroeconômico:

  • Selic em patamar elevado, próxima de 15% ao ano

  • Financiamentos imobiliários mais caros e restritivos

  • Menor demanda por compra de imóveis e lotes

  • Atrasos na liberação de crédito bancário

Esse efeito em cadeia reduz o volume de vendas, atrasa recebimentos e pressiona diretamente o fluxo de caixa do fundo — impactando os rendimentos distribuídos aos cotistas.

Histórico recente já mostrava sinais de alerta

A queda atual não surgiu do nada. Desde 2024, o TIGAR11 vem passando por um processo gradual de redução de renda:

  • Pagamentos acima de R$ 1,30 no passado

  • Redução progressiva para a faixa de R$ 1,10

  • Estabilização em torno de R$ 1,00 ao longo de 2025

  • Agora, nova projeção inferior para 2026

No mercado de FIIs, a lógica é simples:
📉 renda cai → cota cai.
📈 renda sobe → cota reage positivamente.

A diferença desta vez foi a velocidade da correção, que ocorreu de forma abrupta.

O desconto ficou exagerado?

Com a forte desvalorização recente, o TIGAR11 passou a ser negociado com desconto próximo de 25% sobre o valor patrimonial, algo que naturalmente chama atenção.

Se os rendimentos se estabilizarem em torno de R$ 0,85 por cota, o retorno anualizado gira em torno de 12% a 13%, o que, isoladamente, pode parecer atrativo.

No entanto, esse retorno vem acompanhado de alto risco operacional e macroeconômico.

Comprar, vender ou manter TIGAR11?

A decisão depende diretamente do perfil do investidor:

🔹 Para quem já é cotista

  • Vender após uma queda tão forte pode significar realizar prejuízo no pior momento

  • O fundo ainda possui ativos e uma tese que depende do ciclo econômico

  • A recuperação, se vier, tende a ser lenta e condicionada à queda dos juros

🔹 Para novos investidores

  • O fundo não é indicado para perfis conservadores

  • Exige tolerância a volatilidade e entendimento profundo do segmento

  • Não se encaixa na carteira da maioria dos investidores focados em previsibilidade

Existe luz no fim do túnel?

Sim, mas ela depende de fatores externos:

  • Queda consistente da Selic

  • Retomada do crédito imobiliário

  • Aceleração da atividade econômica

  • Normalização do fluxo de vendas dos projetos

Esse cenário pode acontecer, mas não é imediato. Pode levar meses ou até mais de um ano para se refletir nos resultados.

A forte queda do TIGAR11 não é fruto de pânico irracional, mas de uma mudança concreta na expectativa de renda. O fundo segue sendo uma aposta de alto risco, altamente sensível ao ciclo econômico.

Para o investidor que busca tranquilidade, previsibilidade e renda estável, o TIGAR11 não é o ativo ideal. Já para perfis mais experientes, que entendem o risco e trabalham com visão tática, o fundo pode ser acompanhado com cautela.

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FIIs de desenvolvimento fundos imobiliários renda passiva Selic TIGAR11
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Felipe Andrade
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Felipe Andrade é analista de investimentos e colunista financeiro. Com ampla experiência em renda variável e mercados globais, já atuou em corretoras e casas de análise. Em A Revista, oferece análises sobre bolsa de valores, câmbio e commodities, com foco em tendências e oportunidades para investidores.

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