O Omoda 4 começa a ganhar força como uma das futuras apostas da Omoda & Jaecoo para o mercado brasileiro. O SUV compacto deve ocupar a base da linha da marca, abaixo do Omoda 5, com uma proposta voltada para quem busca visual moderno, posição elevada ao volante e economia no uso diário.
A expectativa é que o modelo chegue para disputar espaço com SUVs compactos já conhecidos, como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera. O diferencial estaria no conjunto híbrido pleno, solução mais avançada que os sistemas híbridos leves usados por alguns rivais.
SUV compacto com visual esportivo
O desenho do Omoda 4 aposta em uma aparência mais agressiva que a média dos SUVs compactos. A dianteira traz assinatura luminosa vertical, faróis em LED e para-choque com linhas marcantes, criando uma impressão de carro mais largo e robusto.
Na lateral, o modelo tem proporções encorpadas, enquanto a traseira segue a identidade visual mais recente da Omoda, com lanternas interligadas por uma barra horizontal. A proposta é clara: entregar um SUV de entrada, mas com aparência de produto mais sofisticado.
O porte também ajuda nessa percepção. O Omoda 4 deve ter cerca de 4,40 metros de comprimento e entre-eixos próximo de 2,62 metros. Com isso, fica acima de alguns compactos tradicionais e pode oferecer bom espaço interno, principalmente para os ocupantes do banco traseiro.
Ainda faltam dados oficiais sobre largura, altura, distância do solo e capacidade do porta-malas. Esses números serão importantes para comparar o modelo com os principais rivais do segmento.
Motor híbrido pleno pode ser o grande trunfo
O principal destaque do Omoda 4 deve estar na mecânica. A expectativa é que o SUV use um sistema híbrido pleno, combinando motor 1.0 turbo flex com um motor elétrico.
Na prática, esse tipo de conjunto permite maior participação do motor elétrico em baixas velocidades, principalmente no trânsito urbano. Isso ajuda a reduzir consumo, melhora as arrancadas e torna a condução mais suave no dia a dia.
A potência estimada é de cerca de 130 cv, com torque próximo de 225 Nm, equivalente a aproximadamente 22,9 kgfm. Se esses números forem confirmados, o Omoda 4 terá desempenho suficiente para uso urbano e viagens curtas, além de vantagem técnica sobre modelos com sistema híbrido leve.
A transmissão ainda não foi divulgada. Também faltam informações sobre consumo oficial, capacidade da bateria e funcionamento do sistema com gasolina e etanol.
Interior deve apostar em tecnologia
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Por dentro, o Omoda 4 deve seguir a estratégia de oferecer uma cabine com aparência moderna. O modelo deve contar com painel digital e central multimídia vertical, formato que facilita o uso de mapas e aplicativos de navegação.
Entre os itens esperados estão freio de estacionamento eletrônico, carregador de celular por indução, iluminação ambiente em LED e bancos com acabamento mais refinado nas versões superiores.
A marca ainda precisa confirmar detalhes importantes, como tamanho da tela, conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, entradas USB, saídas de ar traseiras e lista completa de equipamentos.
Segurança ainda é ponto de atenção
A segurança será decisiva para medir a força do Omoda 4 no Brasil. Até o momento, ainda não há confirmação sobre quantidade de airbags e presença de assistentes avançados, como frenagem autônoma de emergência, alerta de faixa e piloto automático adaptativo.
Esse ponto merece atenção porque os SUVs compactos evoluíram bastante nos últimos anos. Para competir bem, o modelo precisará chegar com um pacote de segurança robusto, principalmente nas versões mais caras.
Preço pode colocar pressão nos rivais
O preço estimado do Omoda 4 fica entre R$ 120 mil e R$ 140 mil. Caso essa faixa seja confirmada, o SUV poderá chegar abaixo ou próximo de versões bem equipadas de rivais como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera.
O grande argumento da Omoda será entregar um híbrido pleno por preço competitivo. Enquanto alguns concorrentes apostam em motores flex convencionais ou sistemas híbridos leves, o Omoda 4 pode se destacar pela eletrificação mais completa.
Ainda assim, a comparação final depende da tabela oficial, da lista de versões, dos equipamentos de série e do pacote de segurança. Também será importante observar custo de manutenção, garantia e rede de concessionárias.
Produção nacional pode fortalecer o projeto
Outro ponto importante é a possibilidade de produção nacional. A Omoda & Jaecoo já tem planos de fabricar veículos no Brasil a partir de 2027, e o Omoda 4 aparece como possível candidato para essa estratégia.
A montagem local poderia ajudar a reduzir custos, melhorar a oferta de peças e aumentar a confiança do consumidor. Além disso, reforçaria a presença da marca em um dos segmentos mais disputados do país.
Se vier com preço agressivo, bom pacote de equipamentos e sistema híbrido pleno, o Omoda 4 tem potencial para incomodar rivais consolidados. O modelo ainda depende de confirmações oficiais, mas já surge como uma das apostas mais promissoras entre os SUVs compactos eletrificados.
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