O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um dos investimentos de renda fixa mais populares entre brasileiros que buscam rentabilidade acima da poupança com segurança garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
O destaque recente ficou por conta de uma oferta do Pagbank, que disponibilizou CDBs com rendimento de até 130% do CDI, percentual considerado elevado frente ao mercado.
Como analisar um CDB em 4 passos
Antes de investir, especialistas reforçam que é essencial avaliar alguns critérios:
Nome do investimento: precisa estar claro que é um CDB.
Vencimento: prazo até o fim da aplicação.
Liquidez/resgate: se é possível sacar antes do prazo ou apenas no vencimento.
Rentabilidade: verificar se está atrelada ao CDI, IPCA ou taxa prefixada.
Exemplo prático: CDB Pagbank de 130% do CDI
Rentabilidade: 130% do CDI equivale a cerca de 19,3% ao ano.
Prazo: 30 dias de bonificação inicial. Após isso, a taxa cai para 103% do CDI.
Liquidez: diária, permitindo resgate a qualquer momento.
Investimento mínimo: R$ 500.
Na prática, significa que o investidor ganha uma taxa extra no primeiro mês, mas depois segue com rentabilidade próxima ao padrão de mercado.
Comparação com outras opções
CDBs de liquidez diária: costumam render entre 100% e 105% do CDI.
Prefixados: oferecem taxas fixas como 15% ao ano, mas exigem manter o dinheiro até o vencimento.
CDBs atrelados ao IPCA: combinam inflação com juros reais, protegendo o poder de compra.
O diferencial do Pagbank é oferecer um incentivo inicial de 130% do CDI, ideal para quem busca rendimento de curto prazo.
Riscos e pontos de atenção
Tributação: segue a tabela regressiva do Imposto de Renda, variando de 22,5% a 15%.
Prazo de carência: alguns CDBs só permitem resgate no vencimento.
Variação da Selic/CDI: em aplicações pós-fixadas, a queda da taxa básica reduz a rentabilidade.
Para quem esse CDB é indicado?
O CDB Pagbank 130% do CDI é interessante para investidores que desejam:
Garantir rendimento superior ao CDI no curto prazo.
Manter a liquidez com possibilidade de resgatar o valor a qualquer momento.
Aproveitar a segurança do FGC, que cobre até R$ 250 mil por CPF e instituição.
Já para objetivos de longo prazo, pode ser mais vantajoso buscar opções prefixadas ou atreladas ao IPCA.
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