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Início » ITSA4 pode estar muito barata? Nova apresentação revela dados que mudam tudo
Ações

ITSA4 pode estar muito barata? Nova apresentação revela dados que mudam tudo

Nova apresentação institucional expõe desconto elevado, lucros robustos, força do Itaú e o impacto das empresas investidas na rentabilidade da holding
Carlos MenezesPor Carlos Menezes6 de dezembro de 20255 minutos lidos
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ITSA4
ITSA4

A Itaúsa divulgou sua nova apresentação institucional detalhando estrutura, lucros, portfólio e perspectivas. Os dados revelam uma holding sólida, lucrativa e com um desconto expressivo frente ao valor real de suas participações — ponto que volta a chamar a atenção de investidores que buscam previsibilidade e dividendos constantes.

Nos últimos dez anos, o retorno total da ação, considerando dividendos, bonificações, recompras e valorização, supera 600%, refletindo a disciplina da empresa em criar valor mesmo em ciclos econômicos adversos.

Desconto de 25% aumenta o apelo da Itaúsa e expõe valor escondido

De acordo com a própria holding, as empresas do portfólio somam cerca de R$ 170 bilhões, enquanto a Itaúsa vale aproximadamente R$ 128 bilhões na Bolsa.

Isso significa um desconto de cerca de 25%, indicando que o investidor compra R$ 1,00 em patrimônio pagando apenas R$ 0,75.

Esse desconto tende a diminuir ao longo dos próximos anos devido a um fator determinante:

A partir de 2027, a holding deixará de arcar com parte dos tributos sobre JCP recebidos, reduzindo custos anuais relevantes.

Essa mudança deve aumentar o lucro líquido, melhorar o fluxo de caixa e reduzir a ineficiência tributária que pressiona o valuation da empresa.

Lucro expressivo em 2024 e performance acima da média das holdings brasileiras

A Itaúsa deve encerrar o ano com lucro entre R$ 16 e R$ 17 bilhões, um dos maiores de sua história. Nos nove primeiros meses, o resultado acumulado já somava R$ 12,2 bilhões, reforçando a previsibilidade característica da empresa.

A principal força é o Banco Itaú, que representa cerca de 95% do lucro total. A holding mantém um ROE próximo de 18%, enquanto o Itaú opera acima de 22%, explicando a diferença entre o retorno da holding e o do banco.

Outro dado relevante da apresentação:

  • A Itaúsa possui mais de 900 mil acionistas, o que significa que 1 em cada 6 investidores da B3 possui ações da empresa.

Mesmo com uma base tão ampla, a ação permanece negociada com desconto, o que reforça o potencial de valorização caso o mercado ajuste as expectativas ou as empresas investidas passem a entregar resultados mais fortes.

Portfólio diversificado, mas com impactos diferentes sobre o resultado

A Itaúsa concentra suas participações em oito empresas:

  • Banco Itaú – 37%

  • Dexco – 37%

  • Alpargatas – 29%

  • Aegea – 13%

  • Copa Energia – 49%

  • NTS – 8,5%

  • CCR/Mobility – 10,4%

Mesmo com vários setores presentes — energia, madeira, gás, infraestrutura, saneamento e varejo — o desempenho financeiro segue dominado pelo Itaú. Algumas empresas do portfólio têm apresentado desafios que reduzem a média de rentabilidade da holding.

Empresas que puxam o retorno da Itaúsa para cima

NTS — a joia do portfólio

Com margens que ultrapassam 40% e contratos indexados à inflação, a NTS se consolidou como uma das operações mais lucrativas da holding. Desde a aquisição, o retorno total supera 400%.

Copa Energia

Com EBITDA próximo de R$ 1 bilhão e baixa alavancagem, a empresa mantém forte geração de caixa e participa de cerca de 24% do mercado de GLP, distribuindo proventos consistentes à holding.

Aegea

A receita da companhia saltou para a casa dos R$ 10 bilhões, com margens entre 30% e 70% dependendo da operação. O setor de saneamento segue em expansão e deve ganhar ainda mais força com privatizações.

CCR/Mobilidade

Com receitas indexadas à inflação e contratos longos, a empresa tende a ser beneficiada em um ambiente de juros mais baixos.

Empresas que pressionam o retorno: Dexco e Alpargatas

Enquanto boa parte do portfólio cresce, Dexco e Alpargatas ainda passam por ajustes de ciclo econômico, demanda e margens.

  • A Dexco sente o impacto dos juros elevados sobre o setor de construção.

  • A Alpargatas enfrenta desafios de volumes e rentabilidade, embora já mostre sinais de recuperação gradual.

Esses desempenhos mais fracos explicam por que o ROE da holding é menor que o do Itaú e contribuem para a existência do desconto atual.

Estrutura de capital é um dos maiores destaques

A Itaúsa mantém índice de cobertura de juros de 15x e possui nenhuma amortização relevante nos próximos quatro anos.

Isso significa que a holding consegue enfrentar ciclos negativos com tranquilidade e ainda tem capacidade para realizar novas aquisições — algo que pode destravar valor adicional se o cenário de juros recuar.

Dividendos: Itaúsa repassa praticamente tudo que recebe do Itaú

Os dados mostram que a holding distribui quase a totalidade dos proventos recebidos do banco, mantendo uma política de retorno estável e previsível.

Com a expectativa de dividendos mais fortes do Itaú a partir de 2025/2026, a Itaúsa pode reforçar significativamente sua remuneração aos acionistas nos próximos anos.

O que pode destravar valor na ITSA4?

Três pontos devem guiar a ação nos próximos ciclos:

1. Fim da ineficiência tributária em 2027

Redução relevante de custos e aumento do lucro líquido.

2. Consistência do Banco Itaú

Como 95% do lucro vem do banco, qualquer melhora no resultado do Itaú impacta diretamente o preço da holding.

3. Recuperação das investidas não financeiras

Dexco, Alpargatas e CCR têm espaço para entregar mais retorno em um ambiente econômico mais favorável.

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Carlos Menezes
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Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

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