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Início » Grendene vê lucro cair 22%, mas dividendos de 12% chamam atenção dos investidores
Ações

Grendene vê lucro cair 22%, mas dividendos de 12% chamam atenção dos investidores

Grendene reporta queda de 22% no lucro e vendas fracas, mas mantém dividendos de 12% e caixa robusto.
Felipe AndradePor Felipe Andrade12 de novembro de 20254 minutos lidos
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Grendene vê lucro cair 22%, mas dividendos de 12% chamam atenção dos investidores
Grendene vê lucro cair 22%, mas dividendos de 12% chamam atenção dos investidores

A Grendene (GRND3), dona de marcas icônicas como Melissa, Rider, Zaxy e Ipanema, divulgou resultados do terceiro trimestre de 2025 que deixaram o mercado dividido. Apesar de registrar queda de 22% no lucro líquido, a empresa segue oferecendo dividendos atrativos, próximos de 12% ao ano, o que tem despertado o interesse de investidores focados em renda passiva.

Nos últimos cinco anos, as ações acumulam queda de 42%, e no acumulado de 2025 o recuo é de 5,5%. Ainda assim, o dividend yield elevado e o baixo endividamento colocam a companhia no radar de quem busca oportunidades de longo prazo.

Resultados pressionados por queda nas vendas e cenário macroeconômico difícil

O balanço do terceiro trimestre revelou um ambiente desafiador. A Grendene viu as vendas caírem 16% em volume e 8% em receita bruta, reflexo da inflação alta, endividamento recorde das famílias brasileiras e temperaturas mais baixas, que reduziram a demanda por calçados abertos e sandálias carro-chefe da empresa.

Mesmo com uma receita bruta de R$ 1,84 bilhão, o lucro bruto caiu 22%, e o EBIT recorrente teve retração de 25% em relação ao mesmo período de 2024. O destaque positivo ficou com a linha Melissa, que cresceu 16% em receita e manteve margem de 28%, sustentando parcialmente os resultados do grupo.

Ciclicidade das vendas e perfil conservador de gestão

A Grendene apresenta forte ciclicidade, com resultados melhores no verão e Natal e desempenho mais fraco entre maio e setembro. Essa sazonalidade foi intensificada em 2025, impactada pelo cenário econômico adverso.

A companhia mantém um perfil extremamente conservador: dívida líquida negativa e mais de R$ 1 bilhão em caixa, aplicado em renda fixa e rendendo próximo ao CDI de 15% ao ano. Isso representa cerca de 12% de todo o lucro trimestral vindo de aplicações financeiras e não da operação principal.

Embora essa postura assegure estabilidade e baixo risco, também limita o crescimento e desagrada parte do mercado que prefere empresas com planos de expansão mais agressivos.

Dividendos continuam sendo o principal atrativo

Com ações negociadas a R$ 4,69, a Grendene apresenta um P/L de 5,8, considerado barato frente a concorrentes do setor, como Vulcabras (VULC3), Renner (LREN3), Vivara (VIVA3) e Alpargatas (ALPA4).

A empresa confirmou o pagamento de R$ 63 milhões em proventos (R$ 60 milhões em JCP e R$ 3 milhões em dividendos), com data-base em 21 de novembro de 2025, equivalente a R$ 0,07 por ação antes de impostos.

O dividend yield acumulado de 12,4% nos últimos 12 meses reforça o apelo da ação para investidores que buscam renda estável. Segundo análise com base no método Décio Bazin, a ação poderia valer até R$ 10,97 para garantir 6% de dividendos anuais, o que mostra margem de segurança elevada no preço atual.

Comparativo e perspectivas

No comparativo com concorrentes, Grendene e Vulcabras se destacam pelo alto retorno sobre o patrimônio (ROE) e preço atrativo. A Grendene tem ROE acima de 20%, enquanto a Vulcabras chega a 35%, reforçando a atratividade do setor de calçados em meio à desaceleração do varejo.

A empresa também anunciou um programa de recompra de 5 milhões de ações, cerca de 2% do capital social, medida vista como sinal de confiança da gestão e valorização indireta para os acionistas.

No entanto, o histórico mostra que Grendene performou abaixo do Ibovespa e do CDI nos últimos 10 anos, evidenciando que seu foco em dividendos não compensou a falta de crescimento operacional.

A Grendene vive um momento de estagnação operacional, mas com fundamentos sólidos e alta rentabilidade em dividendos. O cenário macro desafiador e a falta de expansão podem limitar o crescimento no curto prazo, mas a empresa se mantém resiliente, com alto caixa, zero dívida e pagamentos consistentes de proventos.

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Felipe Andrade
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Felipe Andrade é analista de investimentos e colunista financeiro. Com ampla experiência em renda variável e mercados globais, já atuou em corretoras e casas de análise. Em A Revista, oferece análises sobre bolsa de valores, câmbio e commodities, com foco em tendências e oportunidades para investidores.

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