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Início » Americanas volta a crescer, mas risco ainda assusta: vale apostar em AMER3?
Ações

Americanas volta a crescer, mas risco ainda assusta: vale apostar em AMER3?

Empresa reduz prejuízo, melhora margens e avança na recuperação judicial, mas perda de mercado e modelo de negócios levantam dúvidas
Carlos MenezesPor Carlos Menezes26 de março de 20263 minutos lidos
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Após um dos maiores escândalos contábeis da história do mercado brasileiro, a Americanas (AMER3) começa a apresentar sinais concretos de recuperação em 2025 e início de 2026.

A companhia reduziu prejuízos, melhorou sua eficiência operacional e já trabalha para sair definitivamente da recuperação judicial, iniciada em 2023 após inconsistências bilionárias em seu balanço.

Recentemente, a empresa inclusive entrou com pedido para encerrar o processo, alegando cumprimento das obrigações previstas no plano.

Resultados mais recentes mostram melhora operacional

Os números mais atualizados indicam avanço relevante na operação, embora ainda com desafios estruturais.

Indicador (2025 / 4T25)Valor
Receita líquida (4T25)R$ 3,69 bilhões
Receita bruta anualR$ 16,3 bilhões
EBITDA ajustado (ano)~R$ 1,1 bilhão
EBITDA ajustado (4T25)R$ 276 milhões
Lucro líquido (2025)R$ 98 milhões
Prejuízo (4T25)R$ 44 milhões
Margem bruta27,4%
Lojas ativas1.470
Clientes ativos~44 milhões

Os dados mostram que a empresa conseguiu:

  • Voltar ao lucro anual após anos de prejuízo
  • Melhorar margens operacionais
  • Aumentar vendas em mesmas lojas (+7,8%)

Reestruturação mudou completamente o modelo de negócios

A Americanas atual é muito diferente da empresa pré-crise.

Entre as principais mudanças:

  • Foco quase total no varejo físico (95% da receita)
  • Redução drástica do e-commerce
  • Encerramento de operações menos rentáveis
  • Corte agressivo de custos (queda de 18% nas despesas)

Esse movimento transformou a companhia em uma operação mais enxuta e focada na rentabilidade.

Corte de lojas e ativos foi essencial para sobreviver

A recuperação passou por um forte enxugamento da estrutura:

  • Mais de 170 lojas fechadas desde a crise
  • Redução da base de clientes
  • Venda de ativos para reforço de caixa
  • Revisão de contratos e despesas

Apesar de negativo no curto prazo, esse ajuste foi fundamental para estabilizar a operação.

Margens melhoram, mas crescimento ainda é limitado

A melhora operacional é clara:

  • Margem bruta subiu para 27,4%
  • EBITDA voltou ao positivo
  • Crescimento real nas vendas acima da inflação

Por outro lado, há limitações:

  • Receita ainda pressionada (queda de 3,8% no trimestre)
  • Forte dependência das lojas físicas
  • Competição intensa no digital

Dívida e confiança ainda são os maiores desafios

Mesmo com avanços, os principais riscos seguem no radar:

  • Endividamento elevado, embora em queda
  • Marca ainda impactada pelo escândalo
  • Perda de relevância frente a concorrentes
  • Baixa presença no e-commerce

Além disso, a empresa ainda precisa provar que consegue manter lucro de forma consistente — algo que ainda não ocorreu de forma sustentável.

AMER3: ação barata ou armadilha?

A ação AMER3 negocia próxima de R$ 5, refletindo um valuation extremamente descontado em relação ao passado.

Indicadores mostram uma empresa ainda fragilizada:

  • P/L negativo
  • Dividend yield zerado
  • Margem líquida ainda baixa

Isso indica que o mercado ainda precifica risco elevado, apesar da melhora operacional.

Recuperação real, mas ainda incompleta

A Americanas conseguiu sair de uma situação crítica e mostra evolução operacional relevante. A volta ao lucro anual, melhora de margens e possível saída da recuperação judicial são marcos importantes.

Porém, o case ainda está longe de ser resolvido.

O futuro da AMER3 depende de três fatores principais:

  • Manutenção da disciplina financeira
  • Recuperação da confiança do consumidor
  • Capacidade de competir em um varejo cada vez mais digital

Sem esses pilares, a recuperação pode não se sustentar no longo prazo — o que mantém a ação como uma das mais arriscadas da Bolsa brasileira atualmente.

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Carlos Menezes
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Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

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