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Início » PicPay, Nubank ou Mercado Pago? Ranking revela o melhor cofrinho para sua reserva
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PicPay, Nubank ou Mercado Pago? Ranking revela o melhor cofrinho para sua reserva

Em uma análise com 10 cofrinhos, caixinhas e porquinhos de bancos e carteiras digitais, especialista mostra quem paga só 80% do CDI, quem chega a 121% e quais opções são mais seguras para a reserva de emergência.
Eduardo MartinsPor Eduardo Martins5 de dezembro de 20259 minutos lidos
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PicPay, Nubank ou Mercado Pago? Ranking revela o melhor cofrinho para sua reserva
PicPay, Nubank ou Mercado Pago? Ranking revela o melhor cofrinho para sua reserva

Um levantamento recente comparou 10 cofrinhos, caixinhas e “porquinhos” oferecidos por bancos tradicionais e instituições digitais no Brasil.  O estudo analisou rentabilidade (entre 30% e 121% do CDI), limites de aplicação, garantias (FGC ou Tesouro Nacional), regras de movimentação e eventuais “pegadinhas” que podem reduzir o ganho do investidor.

O objetivo foi esclarecer quais produtos realmente se destacam como melhores alternativas para reserva de emergência e quais tendem a entregar retorno abaixo do padrão de mercado.

O que são os cofrinhos, caixinhas e porquinhos dos bancos

Os chamados cofrinhos, caixinhas e porquinhos são, na prática, produtos de renda fixa de fácil acesso, integrados aos aplicativos de bancos e carteiras digitais.
Eles ganharam popularidade nos últimos anos por apresentarem características como:

  • Interface simples e intuitiva;

  • Separação de objetivos (caixinhas por meta);

  • Liquidez diária na maioria dos casos;

  • Comunicação voltada à reserva de emergência.

Apesar disso, nem todos oferecem a mesma rentabilidade ou estrutura de segurança, e alguns incluem condições pouco claras para alcançar as taxas anunciadas.

CDI, Selic e garantias: a base da comparação

CDI: referência da renda fixa pós-fixada

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a referência de grande parte dos investimentos de renda fixa pós-fixados no Brasil.
Quando um cofrinho anuncia rendimento de 80%, 100%, 115% ou 121% do CDI, está informando o quanto acompanha essa taxa.

Selic: taxa básica de juros

A taxa Selic é definida pelo Banco Central e direciona o comportamento dos juros na economia.
O CDI normalmente fica ligeiramente abaixo da Selic, mas segue a mesma dinâmica:

  • Selic em alta → CDI em alta;

  • Selic em queda → CDI em queda.

FGC e Tesouro Nacional: quem protege o dinheiro

Os cofrinhos se dividem basicamente em dois grupos:

  • Produtos lastreados em CDBs do próprio banco, com proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos):

    • cobertura de até R$ 250 mil por instituição e

    • limite de R$ 1 milhão por CPF a cada 4 anos.

  • Produtos lastreados em títulos públicos federais, sem FGC, mas com garantia do Tesouro Nacional, considerada o menor risco de crédito da economia doméstica, restrito ao risco soberano do país.

Ranking dos cofrinhos dos bancos: do pior ao melhor

A seguir, o ranking dos produtos avaliados, do menos atraente ao mais vantajoso em termos de combinação entre rentabilidade, segurança e usabilidade.

  1. Porquinho Dia a Dia: Banco Inter (último lugar)

O Porquinho Dia a Dia, do Banco Inter, aparece na última posição.

  • Rentabilidade: 80% do CDI

  • Liquidez: diária

  • Garantia: FGC

  • Limite de aplicação: sem limite no produto (mas sujeito ao limite do FGC)

  • Taxas: não há

  • Requisitos: inexistentes

O grande ponto negativo é a rentabilidade inferior ao padrão de mercado. Enquanto várias caixinhas e cofrinhos de concorrentes pagam, no mínimo, 100% do CDI, esse produto limita o ganho a 80% do CDI de forma permanente.

Além disso, mudanças anteriores na remuneração (de 100% para 80% do CDI) sem comunicação clara reforçam a percepção de que não se trata de uma opção competitiva para reserva de emergência.

  1. Cofrinho PagBank: rentabilidade cheia só no longo prazo

O Cofrinho do PagBank chama atenção pela promessa de rentabilidade que pode chegar a 130% do CDI, mas com uma estrutura de prazos que reduz bastante o ganho em resgates antecipados:

  • Até 1 ano: apenas 30% do CDI

  • De 1 ano a 1,5 ano: 100% do CDI

  • De 1,5 a 2 anos: 130% do CDI

  • Limite: até R$ 10 mil

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária, mas com impacto na rentabilidade se o resgate ocorrer cedo

  • Taxas: não há

  • Requisitos: nenhum

Para objetivos de curto prazo, como reserva de emergência, a rentabilidade de 30% do CDI em resgates com menos de 12 meses é considerada muito baixa.
A faixa de 130% do CDI só se aplica a quem mantém o dinheiro de 1,5 a 2 anos, caracterizando mais um investimento de médio prazo do que uma reserva.

  1. Cofrinho Banco do Brasil:  fundo com taxa de administração

No Cofrinho do Banco do Brasil, a estrutura é diferente de um CDB simples:

  • O dinheiro é aplicado em um fundo de renda fixa simples.

  • Taxa de administração: cerca de 0,5% ao ano.

  • Liquidez: diária

  • Garantia: não há FGC, por se tratar de fundo de investimento

  • Rentabilidade: variável em relação ao CDI

    • Em mês recente analisado, o retorno foi em torno de 97% do CDI.

  • Limite: sem limite de valor

  • Requisitos: inexistentes

A combinação de taxa de administração com rentabilidade que tende a ficar próxima, porém nem sempre igual, a 100% do CDI faz com que o produto perca competitividade frente a cofrinhos sem taxa que pagam 100% ou mais do CDI.

  1. Cofrinho Itaú: opção padrão de 100% do CDI

O cofrinho do Itaú representa o modelo tradicional de produto de reserva de emergência:

  • Rentabilidade: 100% do CDI

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária

  • Limite: sem limite de valor

  • Taxas: não há

  • Requisitos: nenhum

A solução é considerada sólida e previsível, embora não ofereça bônus de rentabilidade. Atende ao básico para reserva de emergência, desde que respeitados os limites de cobertura do FGC.

  1. Cofrinho normal do PicPay: 102% do CDI sem limite

O cofrinho padrão do PicPay figura como uma alternativa mais atrativa que os produtos de 100% do CDI:

  • Rentabilidade: 102% do CDI

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária

  • Limite de valor: sem limite declarado no produto

  • Taxas: não há

  • Requisitos: inexistentes

Por pagar acima de 100% do CDI e não impor limites baixos de aplicação, o cofrinho normal do PicPay se destaca como opção eficiente para compor a reserva de emergência, desde que o investidor considere o teto de proteção do FGC por instituição.

  1. Caixinha “normal” do Nubank: foco em organização financeira

A caixinha padrão do Nubank também se consolidou entre as principais alternativas do mercado:

  • Rentabilidade: 100% do CDI

  • Produto: RDB de renda fixa (estrutura semelhante a um CDB)

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária

  • Limite: sem limite de valor dentro do produto

  • Taxas: não há

  • Requisitos: nenhum

Um diferencial relevante é a possibilidade de criar múltiplas caixinhas por objetivo, como:

  • Reserva de emergência;

  • Viagem;

  • Troca de carro;

  • Compra de imóvel;

  • Aposentadoria;

  • Reserva de oportunidade.

Essa separação facilita a organização das metas financeiras, sem comprometer a rentabilidade padrão de 100% do CDI.

  1. Caixinha Turbo do Nubank: 115% a 120% do CDI com condições

A Caixinha Turbo do Nubank aparece entre as mais rentáveis, mas depende do perfil do cliente e do cumprimento de requisitos:

  • Rentabilidade:

    • 115% do CDI para clientes padrão;

    • 120% do CDI para clientes “premium” (como NuMais ou Ultravioleta).

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária

  • Limite:

    • Até R$ 5 mil para clientes padrão;

    • Até R$ 10 mil para clientes premium.

  • Taxas: não há

  • Requisitos para 115% do CDI:

    • Movimentação mínima de cerca de R$ 900 por mês na conta Nubank (entradas via Pix, salário, pagamento de fatura, investimentos etc., somados em uma janela de 31 dias).

  • Consequência do não cumprimento:

    • A rentabilidade cai de 115% para 100% do CDI, igual à caixinha normal.

Clientes premium que se enquadram nos critérios especiais têm acesso à taxa de 120% do CDI, com limite maior, mantendo a liquidez diária.

  1. Cofrinho Mercado Pago: 120% do CDI com títulos públicos

O cofrinho do Mercado Pago está entre os líderes em rentabilidade:

  • Rentabilidade: 120% do CDI

  • Aplicação: títulos públicos federais

  • Garantia: Tesouro Nacional (risco soberano do país, sem FGC)

  • Liquidez: diária

  • Limites de aplicação:

    • Até R$ 5 mil para clientes padrão;

    • Até R$ 10 mil para clientes “Meli+” ou com movimentação mínima.

  • Taxas: não há

  • Requisitos:

    • Assinatura Meli+ OU movimentação mensal próxima de R$ 1.000 para habilitar as melhores condições.

Mesmo sem FGC, a vinculação a títulos públicos faz com que o risco se restrinja ao risco do governo federal, considerado o ativo de menor risco de crédito do mercado brasileiro.

  1. Cofrinho Turbinado do PicPay: líder com 121% do CDI

O topo do ranking é ocupado pelo Cofrinho Turbinado do PicPay, que entrega a maior rentabilidade entre os produtos analisados:

  • Rentabilidade: 121% do CDI

  • Garantia: FGC

  • Liquidez: diária

  • Limite: até R$ 10 mil

  • Taxas: não há

  • Requisitos:

    • Assinatura PicPay+ OU

    • Movimentação aproximada de R$ 999 por mês na conta, além de uma chave Pix cadastrada.

Considerando a combinação de 121% do CDI, liquidez diária, proteção do FGC e limite razoável para reserva de emergência, o cofrinho turbinado do PicPay é classificado como o mais rentável da lista, dentro das condições estabelecidas.

Simulação de rendimento: R$ 1.000 por 12 meses

Com base em uma taxa de referência de CDI, a simulação de R$ 1.000 investidos por 12 meses (sem impostos, para facilitar a comparação) leva aos seguintes valores aproximados:

  • Porquinho Dia a Dia (80% do CDI – Inter): ~R$ 1.111,92

  • Cofrinho PagBank (30% do CDI até 1 ano): ~R$ 1.045,00

  • Cofrinho Banco do Brasil (~97% do CDI): ~R$ 1.145,00

  • Itaú / Nubank caixinha normal / Porquinho Objetivo Inter (100% do CDI): ~R$ 1.149,00

  • PicPay cofrinho normal (102% do CDI): ~R$ 1.151,98

  • Caixinha Turbo Nubank (115% do CDI, cliente padrão): ~R$ 1.171,35

  • Mercado Pago / Caixinha Turbo Nubank (120% do CDI, cliente premium): ~R$ 1.178,80

  • Cofrinho Turbinado PicPay (121% do CDI): ~R$ 1.180,29

Para referência, em cenário de 130% do CDI (faixa mais alta do PagBank, respeitando o prazo de até 2 anos), o valor se aproximaria de R$ 1.194, o que o colocaria como líder em rentabilidade porém exigindo permanência longa, pouco compatível com o conceito clássico de reserva de emergência.

Critérios para escolher cofrinhos dos bancos como reserva de emergência

A análise indica que os cofrinhos e caixinhas podem ser adequados para reserva de emergência quando apresentam as seguintes características:

  • Liquidez diária, permitindo resgate rápido em imprevistos;

  • Rentabilidade a partir de 100% do CDI, preferencialmente acima disso;

  • Estrutura de segurança clara, seja via FGC (no caso de CDBs/RDBs) ou Tesouro Nacional (no caso de títulos públicos);

  • Ausência de pegadinhas de prazo que reduzam a rentabilidade em resgates antes de 12 meses;

  • Limites compatíveis com o tamanho da reserva, respeitando a cobertura do FGC ou o risco soberano no caso de títulos públicos.

Além disso, a diversificação entre instituições financeiras reduz a concentração de risco dentro dos limites de proteção disponíveis.

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Eduardo Martins é planejador financeiro certificado (CFP®) e consultor de investimentos. Atua há mais de 10 anos no mercado financeiro, com experiência em renda fixa, ações, fundos imobiliários e previdência privada. Em A Revista, compartilha estratégias e análises para quem deseja investir com segurança e visão de longo prazo.

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