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Início » Preço do arroz volta a subir em 2026 após queda histórica: o que está por trás da mudança no mercado
Mercados

Preço do arroz volta a subir em 2026 após queda histórica: o que está por trás da mudança no mercado

Após despencar em 2025, arroz começa a reagir com ajuste de mercado, exportações em alta e pressão sobre produtores
Luciana RibeiroPor Luciana Ribeiro23 de abril de 20263 minutos lidos
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O preço do arroz voltou a subir no Brasil em 2026, após um dos períodos de maior desvalorização recente. Em 2025, o cereal registrou uma queda acumulada de 26,6%, pressionado pela forte oferta interna e internacional.

Agora, o cenário começa a mudar, com sinais de recuperação gradual nos preços e novas pressões sobre o custo dos alimentos básicos.

Quanto custa o arroz hoje no Brasil

Os dados mais recentes mostram que o preço ainda está em processo de ajuste:

  • Cerca de R$ 53 a R$ 55 por saca no início de 2026
  • Aproximadamente R$ 54,54 por saca em fevereiro
  • Negociações recentes variando entre R$ 52 e R$ 58 por saca

Apesar da leve alta, o valor ainda é considerado baixo frente aos custos de produção, que giram em torno de R$ 70 a R$ 75 por saca, pressionando a rentabilidade do produtor.

Por que o preço do arroz caiu tanto antes

A forte queda do arroz foi causada principalmente por um fator clássico do mercado: excesso de oferta.

  • Produção elevada no Brasil e no mundo
  • Retorno da Índia ao mercado global, aumentando a concorrência
  • Estoques elevados no país (cerca de 2,4 milhões de toneladas)

Esse cenário derrubou os preços para níveis historicamente baixos, levando o setor a um dos piores momentos recentes, com prejuízos generalizados.

O que está fazendo o preço subir agora

A recuperação atual não é aleatória. Ela ocorre por uma combinação de fatores:

1. Ajuste natural do mercado

Com preços muito baixos, produtores reduziram vendas e passaram a segurar estoques, reduzindo a oferta imediata.

2. Exportações em forte crescimento

O Brasil exportou 685 mil toneladas no 1º trimestre de 2026, alta de 114% em relação ao ano anterior.

Esse aumento ajuda a “enxugar” o excedente interno e sustentar os preços.

3. Possível redução da produção

A safra 2025/26 pode ter queda de até 13%, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento.

Menor oferta futura tende a pressionar os preços para cima.

Por que o arroz ainda não disparou de vez

Mesmo com sinais de alta, o preço ainda enfrenta limitações:

  • Oferta global ainda elevada
  • Preços internacionais em queda
  • Liquidez baixa no mercado interno

Além disso, o produtor ainda considera os preços atuais insuficientes, o que mantém o mercado travado em algumas regiões.

Impacto no bolso do consumidor

A tendência para 2026 é clara:

  • O arroz não deve voltar aos preços muito baixos de 2025
  • Deve ocorrer uma alta gradual ao longo do ano
  • A pressão pode aumentar no segundo semestre

Projeções indicam até valorização com base em exportações e menor área plantada, podendo levar os preços a patamares mais sustentáveis.

E o feijão? Situação pode ser ainda mais instável

Enquanto o arroz depende também do mercado externo, o feijão é praticamente consumido apenas no Brasil.

Isso significa:

  • Maior volatilidade
  • Menor “controle” via exportações
  • Mais sensibilidade a custos de produção

Com fertilizantes mais caros e possíveis ajustes na produção, o feijão pode ter oscilações ainda mais intensas ao longo de 2026.

O que esperar daqui para frente

O cenário aponta para um novo ciclo:

✔ Preços deixando o fundo histórico
✔ Ajuste gradual do mercado
✔ Pressão de custos e produção menor
✔ Possível alta moderada até o fim do ano

A principal conclusão é direta:
o preço atual do arroz representa um ponto de transição, e não mais um cenário de queda extrema.

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Luciana Ribeiro é contadora e consultora tributária com mais de 12 anos de experiência no setor fiscal. Especialista em legislação tributária e Imposto de Renda, produz conteúdos práticos que ajudam pessoas e empresas a se manterem em dia com suas obrigações fiscais e evitarem erros na declaração.

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