Fechar Menu
A Revista
  • Home
  • Notícias
  • Mercados
  • Ações
  • Dividendos
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Finanças
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista
sexta-feira, 9 janeiro / 2026
  • Home
  • Notícias
  • Mercados
  • Ações
  • Dividendos
  • FIIs
  • Renda Fixa
  • Quanto Rende
  • Finanças
A Revista
Início » Não faça investimentos em 2026 antes de entender o “juro real” e o risco por trás das projeções
Finanças

Não faça investimentos em 2026 antes de entender o “juro real” e o risco por trás das projeções

Com Selic em 15% e inflação em 4,46% no início de 2026, o retorno “de verdade” muda tudo — e as projeções para o fim do ano podem virar o jogo.
Carlos MenezesPor Carlos Menezes2 de janeiro de 20265 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama
Não faça investimentos em 2026 antes de entender o “juro real” e o risco por trás das projeções

Começar 2026 “no automático” pode ser um erro caro. O cenário de juros e inflação no Brasil favorece quem investe com método — não quem apenas segue o que funcionou em 2025. A diferença está em um conceito simples e decisivo: juro real (o ganho acima da inflação). É ele que separa o “rendimento que parece alto” do aumento real do poder de compra.

Hoje, a taxa básica de juros está em 15% ao ano, enquanto o IPCA acumulado em 12 meses marcou 4,46% (dado mais recente disponível no período). Esse par de números explica por que 2026 começa com uma mensagem clara: a renda fixa segue forte, mas a forma de escolher prazos e indexadores pode mudar completamente o resultado.

A seguir, estão os 3 pontos que precisam ser entendidos antes de qualquer decisão — principalmente para quem quer segurança, previsibilidade e estratégia em 2026.

1. O que realmente importa não é a Selic “cheia”, e sim o juro real

Quando a Selic está alta, é comum enxergar apenas o percentual e concluir que “já está ótimo”. Mas o investidor não compra percentuais: compra poder de compra no futuro.

  • Se a Selic está em 15% a.a., o retorno nominal parece robusto.

  • Só que parte desse ganho é “comida” pela inflação. Com IPCA acumulado em 12 meses em 4,46%, o que interessa é o retorno acima disso.

Na prática, esse raciocínio é o que explica por que muita gente acha que está ganhando muito e, na vida real, sente o dinheiro render pouco no supermercado, no aluguel, no combustível e no plano de saúde.

Como usar isso em 2026 (sem complicar):

  • Se o objetivo é reservar dinheiro e manter liquidez, pós-fixados (CDI/Selic) continuam fazendo sentido.

  • Se o objetivo é travar taxa e buscar previsibilidade, prefixados e papéis de inflação (IPCA+) entram como estratégia — mas com atenção ao prazo e ao risco de marcação a mercado.

2. Projeções para o fim de 2026 mudam o jogo — e podem mudar sua carteira

Além do cenário atual, 2026 também é um ano em que expectativas importam. Projeções de mercado compiladas semanalmente indicavam, no fim de dezembro de 2025, Selic em 12,25% e IPCA em 4,05% ao final de 2026.

Essa combinação sugere um ponto-chave: o retorno real pode ficar menor no fim do ano do que no começo, mesmo que juros e inflação caiam. Em outras palavras, 2026 pode começar com renda fixa “soberana”, mas terminar exigindo escolhas mais inteligentes de prazo e indexador.

O que isso muda na prática:

  • Se os juros caem, títulos prefixados e IPCA+ podem se valorizar (especialmente os de prazo mais longo) — mas isso depende do comportamento da curva de juros e do cenário fiscal/inflação.

  • Se a inflação surpreende para cima, o IPCA+ ganha relevância por proteger o poder de compra.

  • Se a Selic demora a cair, pós-fixados seguem competitivos por mais tempo.

3. O perigo escondido: “inflação média” não é a inflação de todo mundo

Mesmo quando o IPCA aparece mais comportado, ele é uma média. Famílias com gastos concentrados em itens que sobem mais (aluguel, educação, transporte, alimentação, saúde) podem sentir uma inflação “pessoal” maior do que o índice cheio.

Isso cria um erro comum em 2026: escolher investimento apenas pelo rendimento nominal e ignorar o impacto real no orçamento.

Como se proteger:

  • Para objetivos de longo prazo, IPCA+ tende a ser mais coerente com a ideia de preservar poder de compra.

  • Para objetivos de curto prazo, pós-fixado reduz o risco de oscilações e facilita liquidez.

  • Para objetivos de médio prazo, a estratégia pode ser mista (pós + parte travada), desde que respeite o prazo do objetivo.

A estratégia prática para investir em 2026 sem cair em armadilhas

1. Definir o objetivo antes do produto

  • Reserva de emergência: liquidez e baixa oscilação (pós-fixados).

  • Objetivos de 1–3 anos: evitar prazos longos com muita volatilidade.

  • Objetivos acima de 4–5 anos: faz sentido discutir taxa real (IPCA+) e travamento (prefixados).

2. Separar “rentabilidade” de “risco de oscilação”

  • Títulos marcados a mercado podem oscilar antes do vencimento.

  • Quem pode precisar do dinheiro antes pode transformar um bom investimento em prejuízo por saída no pior momento.

3. Montar uma carteira com “funções”, não com apostas

Uma carteira eficiente costuma ter papéis com papéis bem definidos:

  • Estabilidade e liquidez: pós-fixado (CDI/Selic).

  • Proteção do poder de compra: IPCA+.

  • Previsibilidade de taxa: prefixado (com cautela e prazo alinhado).

O alerta que define 2026: o ano pode recompensar estratégia, não esforço

Com a Selic em 15% e a inflação em 4,46% no início de 2026, o Brasil começa o ano com um cenário que ainda favorece a renda fixa — mas o investidor que quer acertar acima da média precisa olhar além do número “bonito” do rendimento.

A diferença está em:

  • entender juro real,

  • aceitar que projeções podem falhar,

  • e construir uma carteira por objetivos (liquidez, proteção e travamento de taxa), não por impulso.

Deixe o Seu Comentário

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorBanco do Brasil prepara novo dividendo? BBAS3 entra em momento decisivo
Próximo artigo Raízen Energia tenta virar o jogo, mas dívida bilionária mantém ações pressionadas
Carlos Menezes
  • Site

Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

Leia Também

Renda extra em 2026: 4 formas reais de ganhar dinheiro sem sair de casa

Renda extra em 2026: 4 formas reais de ganhar dinheiro sem sair de casa

9 de janeiro de 2026 Finanças
Consórcio Toyota em 2026: o caminho mais inteligente para comprar um carro sem juros

Consórcio Toyota em 2026: o caminho mais inteligente para comprar um carro sem juros

9 de janeiro de 2026 Finanças
Caixa, Itaú, Bradesco ou Santander: como escolher o melhor financiamento de R$ 300 mil em 2026

Caixa, Itaú, Bradesco ou Santander: como escolher o melhor financiamento de R$ 300 mil em 2026

9 de janeiro de 2026 Finanças
Renda extra em 2026: como fazer R$ 2.000 por mês começando do zero

Renda extra em 2026: como fazer R$ 2.000 por mês começando do zero

8 de janeiro de 2026 Finanças
Como colocar seu dinheiro em investimentos em 2026 e construir patrimônio de forma consistente

Como colocar seu dinheiro em investimentos em 2026 e construir patrimônio de forma consistente

8 de janeiro de 2026 Finanças
As 3 criptomoedas mais promissoras para 2026: os projetos sólidos que dominam o radar do mercado

As 3 criptomoedas mais promissoras para 2026: os projetos sólidos que dominam o radar do mercado

8 de janeiro de 2026 Finanças
Últimas Notícias

CPSH11 vale a pena? Fundo de shoppings entra em nova fase em 2026

Por Nathália Santos9 de janeiro de 20264 minutos lidos

OIBR3 vale a pena? Análise completa da ação da Oi após queda histórica

9 de janeiro de 2026
CDBs pouco conhecidos rendem até 120% do CDI com liquidez diária

CDBs pouco conhecidos rendem até 120% do CDI com liquidez diária

9 de janeiro de 2026
PETR3 ou PETR4

PETR3 ou PETR4: existe diferença real ou é tudo praticamente igual?

9 de janeiro de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos
  • Fontes oficiais
  • Histórico
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes oficiais
  • Histórico
  • Lnha editorial
  • Política editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.