Fechar Menu
A Revista
  • Home
  • Economia
  • Mercados
  • Finanças
  • Investimentos
  • Negócios
  • Dinheiro
  • Consumo
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
  • Quem Somos
  • Equipe
  • Política Editorial
  • Expediente
  • Política de privacidade
  • Contato
  • Termos de Uso
Login
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
A Revista
domingo, 3 maio / 2026
  • Home
  • Economia
  • Mercados
  • Finanças
  • Investimentos
  • Negócios
  • Dinheiro
  • Consumo
A Revista
Início » Copom corta Selic para 14,5%, mas indica freio nos próximos cortes
Economia

Copom corta Selic para 14,5%, mas indica freio nos próximos cortes

Decisão do Banco Central do Brasil ocorre em cenário global incerto, com petróleo caro, risco inflacionário e expectativa de juros altos por mais tempo
Carlos MenezesPor Carlos Menezes3 de maio de 20263 minutos lidos
WhatsApp Facebook Twitter Pinterest E-mail Telegrama

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros, a Selic, para 14,5% ao ano, dando continuidade ao ciclo de cortes iniciado recentemente. A decisão já era amplamente esperada pelo mercado financeiro, mas veio acompanhada de sinais claros de cautela.

Apesar da redução, o ambiente econômico global e doméstico levanta dúvidas sobre a continuidade desse movimento. A guerra no Oriente Médio, a alta do petróleo e a pressão inflacionária colocam limites claros para novos cortes.

Inflação volta a preocupar e pode estourar meta

Segundo projeções atualizadas do Banco Central do Brasil, a inflação medida pelo IPCA voltou a subir e pode ultrapassar o teto da meta nos próximos anos.

A expectativa é que a inflação alcance cerca de 3,5% no horizonte de 2027, acima do centro da meta, que é de 3%. Esse descolamento preocupa o mercado e reforça o tom conservador da autoridade monetária.

Além disso, o aumento do preço do petróleo — que permanece acima de US$ 100 o barril — tem impacto direto nos combustíveis e em diversos setores da economia, elevando custos e pressionando preços.

Guerra e cenário externo travam cortes maiores

O conflito no Oriente Médio tem sido apontado como um dos principais fatores de risco global. Além de elevar o preço das commodities, ele influencia diretamente a inflação internacional, especialmente nos Estados Unidos.

Com isso, cresce a possibilidade de o Federal Reserve manter — ou até voltar a elevar — os juros. Esse movimento impacta diretamente o Brasil, já que juros mais altos nos EUA tendem a exigir taxas elevadas também por aqui.

Outro fator relevante é o ambiente político internacional, com incertezas envolvendo lideranças como Donald Trump, que pode influenciar políticas econômicas globais e aumentar a volatilidade dos mercados.

Economia brasileira cresce, mas isso também é risco

No cenário doméstico, o Banco Central também observa um crescimento econômico acima do potencial. Embora isso seja positivo no curto prazo, pode gerar pressão inflacionária adicional.

Dados recentes indicam que a atividade econômica brasileira segue forte, com recuperação após um período de desaceleração. Esse aquecimento, no entanto, pode dificultar o controle da inflação, exigindo juros mais altos por mais tempo.

Ciclo de cortes deve ser curto

A avaliação predominante entre economistas é de que o ciclo de queda da Selic será limitado. Após dois cortes de 0,25 ponto percentual, o mercado projeta no máximo mais um ou dois movimentos semelhantes.

A expectativa é que a taxa dificilmente fique abaixo de 14% no atual contexto. Isso representa uma mudança significativa em relação ao cenário otimista do início de 2026, quando havia projeções de queda mais acentuada dos juros.

Impacto direto no bolso do brasileiro

A combinação de inflação mais alta e juros elevados cria um ambiente desafiador para consumidores e empresas. O crédito tende a continuar caro, enquanto o custo de vida segue pressionado.

Setores como transporte, alimentos e energia já sentem os efeitos da alta global dos preços, impactando diretamente o orçamento das famílias.

Cenário mudou e exige cautela

O corte da Selic para 14,5% marca um passo importante, mas não representa uma virada definitiva no cenário econômico. A combinação de riscos externos e internos exige cautela do Banco Central e dos investidores.

O cenário que antes era visto como favorável para uma queda mais forte dos juros já não existe mais. Agora, o foco está na contenção da inflação e na manutenção da estabilidade econômica diante de um ambiente global incerto.

Deixe o Seu Comentário

Quer saber tudo
o que está acontecendo?

Receba todas as notícias da A Revista no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.

ENTRAR NO GRUPO

Banco Central Copom Destaque inflação juros Brasil Selic
Siga-nos: Google Notícias Siga-nos: Instagram Siga-nos: WhatsApp
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Artigo anteriorVGHF11 em queda e dividendos travados: fundo paga R$ 0,07, mas mercado vê risco crescente em 2026
Próximo artigo Gasolina sobe forte em 2026 e pressiona bolso do consumidor com avanço do petróleo
Carlos Menezes
  • Site

Carlos Menezes é economista e analista de mercado, com MBA em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atua há mais de 15 anos acompanhando os indicadores econômicos e as políticas públicas que influenciam o cenário financeiro brasileiro. Em A Revista, explica como as decisões econômicas impactam o dia a dia das pessoas e das empresas.

Leia Também

Gasolina sobe forte em 2026 e pressiona bolso do consumidor com avanço do petróleo

3 de maio de 2026 Mercados

Dólar atinge menor nível em dois anos e surpreende mercado; Ibovespa reage

1 de maio de 2026 Economia

Tesouro IPCA+ paga até inflação +7%: ainda vale investir ou o risco aumentou?

1 de maio de 2026 Investimentos

TRXF11, MXRF11, HGBS11, VGHF11 e GARE11 anunciam dividendos: veja valores e datas de pagamento

1 de maio de 2026 Investimentos
Selic cai para 14,5%, mas sinal do Copom acende alerta para quem investe

Selic cai para 14,5%, mas sinal do Copom acende alerta para quem investe

1 de maio de 2026 Economia

Petróleo dispara com crise no Estreito de Ormuz e gasolina sobe: impacto já atinge economia global

1 de maio de 2026 Mercados
Últimas Notícias

Selic começou a cair: MXRF11 ainda vale a pena ou é hora de sair?

Por Mariana Duarte3 de maio de 20264 minutos lidos

Itaúsa (ITSA4) dispara e reforça dividendos: ação ainda está barata ou já chegou ao preço justo?

3 de maio de 2026

Petrobras (PETR4): petróleo em alta pode levar dividendos a dois dígitos em 2026

3 de maio de 2026

Gasolina sobe forte em 2026 e pressiona bolso do consumidor com avanço do petróleo

3 de maio de 2026

Assinar Atualizações

Receba as últimas notícias criativas do Portal de Notícias agora mesmo.

INSTITUCIONAL
  • Expediente
  • Política de Cookies
  • Política Editorial
  • Quem Somos
  • Termos de Uso | A Revista
TRANSPARÊNCIA
  • Depoimentos sobre A Revista
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
EQUIPE E CREDIBILIDADE
  • Especialistas
  • Fontes Oficiais
  • Histórico
  • Nossa linha editorial
  • Política Editorial
© 2026 A Revista - Todos os direitos reservados. A A Revista preza pela qualidade e veracidade das informações publicadas e atesta a apuração de todo o conteúdo produzido por sua equipe editorial. Ressaltamos, no entanto, que não oferecemos recomendações de investimento, e não nos responsabilizamos por eventuais perdas, danos diretos, indiretos ou incidentais, bem como custos ou lucros cessantes decorrentes do uso das informações aqui disponibilizadas. IMPORTANTE: O portal www.arevista.com.br (“A Revista”) é de propriedade da SEO Prime Soluções Web Ltda., inscrita no CNPJ nº 39.501.110/0001-72.

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Entrar ou Registrar

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo.

Esqueceu a senha?
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.