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Dividendos

Dividendos em 2026: 5 ações ignoradas da Bolsa brasileira que podem render mais do que parece

Dividendos em 2026: veja 5 ações pouco comentadas da B3 que seguem pagando proventos e podem surpreender investidores focados em renda.
Nathália SantosPor Nathália Santos9 de janeiro de 20265 minutos lidos
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Dividendos em 2026: 5 ações ignoradas da Bolsa brasileira que podem render mais do que parece

Enquanto o mercado costuma concentrar atenção em poucos nomes “queridinhos”, existe um grupo de ações que segue distribuindo proventos com regularidade, mas aparece menos nas conversas do dia a dia — seja por não estar no centro do noticiário, por ter tese “sem glamour” (seguro, energia, banco tradicional) ou por não ser uma história de crescimento explosivo.

Abaixo, a seleção reúne cinco pagadoras de dividendos/JCP com números atuais de mercado (cotação, DY, múltiplos e rentabilidade) e pontos de atenção para 2026.

Tabela comparativa (números atuais)

AçãoCotação (R$)DY 12MP/LP/VPROEPonto de destaque em 2026
CMIG4 (Cemig)10,9515,07%7,801,09—Pagamento previsto em 2 parcelas (jun/2026 e até dez/2026) em distribuição anunciada de R$ 600 mi
ALUP11 (Alupar)31,694,07%8,981,1612,93%Perfil de transmissão: receita contratada e foco em previsibilidade
ISAE4 (Isa Energia Brasil)26,8012,26%6,040,8413,99%Transmissão com múltiplos baixos e histórico de proventos recorrentes
CXSE3 (Caixa Seguridade)15,998,13%10,943,55—Provento com pagamento em 16/01/2026 (R$ 0,3521/ação)
ABCB4 (Banco ABC Brasil)22,176,04%7,290,9113,46%Banco “quieto”, mas com rentabilidade e valuation ainda comprimidos

Fontes dos indicadores e cotações: bases públicas de mercado.

1. CMIG4 (Cemig): dividendos fortes e múltiplos ainda baixos

A Cemig é um exemplo clássico de ação que, mesmo conhecida, costuma “sumir” do radar quando o mercado está em fase de euforia com outros setores. Ainda assim, segue aparecendo entre as maiores pagadoras em janelas específicas.

Nos dados atuais, a ação combina DY elevado (15,07% em 12 meses) com P/L na faixa de 7,8 e P/VP perto de 1, sinalizando um valuation que não está esticado quando comparado ao próprio histórico de utilities.

Para 2026, um ponto objetivo no fluxo de caixa do investidor é que houve anúncio de distribuição de R$ 600 milhões, com pagamento informado em duas parcelas: 30 de junho de 2026 e outra até 30 de dezembro de 2026.

O que observar em 2026: nível de distribuição vs. necessidade de investimentos, qualidade do caixa e sustentabilidade do payout em um cenário de juros e investimentos do setor.

2. ALUP11 (Alupar): “pagadora de bastidor” com previsibilidade

A Alupar costuma ficar fora das manchetes porque o modelo de transmissão é menos “emocionante” — mas justamente por isso tende a atrair quem busca previsibilidade.

Nos números atuais, ALUP11 aparece com DY de 4,07%, P/L de 8,98, P/VP de 1,16, payout de 27,2% e ROE de 12,93%. Além disso, o histórico recente indica pagamento de proventos no último ano.

Leitura prática para 2026: quando o payout é mais contido, o investidor costuma ganhar em “fôlego” para a empresa manter investimentos e reduzir risco de cortes bruscos em anos piores.

3. ISAE4 (Isa Energia Brasil): valuation descontado em transmissão

Transmissoras normalmente são vistas como “defensivas”, mas nem por isso ficam imunes a reprecificações. Em ISAE4, o que chama atenção é o conjunto: P/L de 6,04, P/VP de 0,84 (abaixo de 1) e DY de 12,26% em 12 meses, com ROE de 13,99%.

Na prática, isso significa que o mercado está pagando menos por lucro e patrimônio do que em várias empresas do mesmo segmento — algo que pode abrir espaço para valorização se o fluxo de resultados e proventos se mantiver.

O que observar em 2026: ritmo de investimentos, efeito de revisões/regulação setorial no lucro e consistência do pagamento de JCP/dividendos ao longo do ano.

4. CXSE3 (Caixa Seguridade): dividendos em calendário e tese de “renda”

A Caixa Seguridade combina duas coisas que o mercado costuma precificar bem: previsibilidade (seguridade) e capacidade recorrente de distribuição. Mesmo assim, muitas vezes fica de lado por não ser “tema do momento”.

Nos dados atuais, CXSE3 aparece com P/L de 10,94, P/VP de 3,55 e DY de 8,13% em 12 meses, com cotação por volta de R$ 15,99.

O destaque objetivo para 2026 é o pagamento em 16/01/2026 de R$ 0,3521 por ação, com data-base já definida no começo de janeiro.

O que observar em 2026: rentabilidade do float (ambiente de juros), sinistralidade e capacidade de sustentar payout alto sem comprometer capital.

5. ABCB4 (Banco ABC Brasil): banco “silencioso” com números competitivos

ABCB4 é um exemplo de ação que raramente vira “moda”, mas frequentemente aparece em filtros de valor e dividendos: banco tradicional, nichado, com valuation que não precifica euforia.

Atualmente, a ação aparece com cotação em torno de R$ 22,17, DY de 6,04%, P/L de 7,29, P/VP de 0,91 e ROE de 13,46%, além de registro de dividendos e JCP no histórico recente.

O que observar em 2026: inadimplência, crescimento da carteira, custo de captação e como o banco sustenta rentabilidade (ROE) em um cenário mais competitivo.

Por que essas ações são “ignoradas” — e quando isso vira oportunidade

Essas teses tendem a ser menos comentadas porque:

  • não prometem “crescimento explosivo”, e sim previsibilidade + distribuição;

  • são setores que o investidor acha “chatos” (banco, seguridade, transmissão, elétrica);

  • em ciclos de euforia, o fluxo costuma ir para narrativas mais barulhentas.

Quando o foco é renda + disciplina, esse tipo de ação pode fazer sentido por reduzir dependência de “timing perfeito” — mas ainda exige atenção a riscos (regulação, payout, sinistralidade, inadimplência e capex).

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Nathália Santos
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Nathália Santos é jornalista e educadora financeira com certificação em Planejamento Financeiro Pessoal. Escreve sobre finanças pessoais, investimentos e controle de gastos, ajudando o leitor a conquistar estabilidade financeira e realizar seus objetivos com segurança e planejamento.

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